30 de setembro de 2012

Televisão transmite suicídio de fugitivo em direto


 Um homem que fugia da polícia suicidou-se. O momento foi transmitido em direto pela cadeia norte-americana de televisão Fox New. O "pivôt" que estava no ar já pediu desculpas.

A polícia de Phoenix, no Arizona, EUA, já identificou o homem que disparou sobre os polícias e depois de suicidou. A fuga e o momento em que Jodon F. Romero encostou a arma à própria cabeça e disparou foram transmitidos em direto pela Fox News.

Jodon F. Romero, de 33 anos, tinha cadastro e era procurado por violações de liberdade condicional. Estava a ser perseguido pela polícia por ter roubado um carro, sob ameaça de uma arma de fogo. O canal de televisão Fox News transmitiu a perseguição em direto e não conseguiu cortar o sinal antes do homem se suicidar, com um tiro na cabeça.

"Fizemos asneira e lamentamos muito", disse Shepard Smith, o "pivôt" da Fox que estava com a emissão na altura do suicídio em direto. Smith disse que era suposto o sinal estar a ser transmitido com 10 segundos de atraso, para evitar alguma situação anómala.

"Tomámos todas as precauções para evitar qualquer incidente ao vivo, ao emitir as imagens do helicóptero com cinco segundos de atraso", disse Michael Clemente, vice-presidente executivo editorial da Fox. "Infelizmente, este erro foi o resultado de um severo erro humano e pedimos desculpa aos espetadores que o presenciaram", acrescentou.

Nota pessoal:
Que pode levar uma pessoa com cadastro e depois de ter roubado um carro a suicidar-se? O medo, a consciência que sendo perseguido por carros da polícia e helicópteros não escaparia? Não sei. O que é evidente para toda a gente é que  a Fox News estava lá para filmar a perseguição e que deve ter ganho uma pipa de dinheiro. Faz pensar no ladrão que roubou no supermercado umas sandes para se alimentar e esteve anos preso. Em contrapartida Henry Paulson contava ganhar: durante o fim-de-semana, nos bancos de Wall Street 70 mil milhões, e isto, sob um plano que consistia em colocar em quarentena os maus créditos do Lehman num “banco mau” financiado por outros bancos e comprado pelo Barclays e o Bank of America. Lia-se no Financial Times: “É tempo de as autoridades se retirarem (…). O que fizera até à data deve ser suficiente.” Quando o plano de Henry Paulson resultou e ele encaixou os 70 mil milhões, o governo e as autoridades ficaram zangados mas “retiraram-se”. Mas da perseguição a Jodon F. Romero, de 33 anos, não se retiraram. Porquê? Se calhar por se chamar Romero. Por se chamar Romero conhecendo o que lhe iria acontecer preferiu dar um tiro na cabeça. Assim são os tempos do fim.

28 de setembro de 2012

O RUIR DO MUNDO A PARTIR DO 11 DE SETEMBRO


Quando a primeira torre gémea na cidade em New York no bairro de Manhattam  foi atingida pelo primeiro avião, eu estava num comité em Lisboa, ao entrar na sala para almoçar fiquei petrificado a olhar para a TV, pensei que era surreal, o que estava acontecer em Nova York nas Torres Gémeas.
No entanto de todas as surpresas que me estavam reservadas naquele fatídico dia em que 3000 pessoas perderam a vida, de entre as quais alguns portugueses e gente de todas as origens, essa era apenas a primeira surpresa. Poucos minutos depois a segunda torre gémea seria atingida por outro avião.

Apesar de tudo imaginava eu, os prédios seriam evacuados, e apesar da perda de vidas, tudo seria feito para que o número de pessoas atingidas fosse minimizado. Nunca imaginei, acredito o mundo inteiro, que as torres desabariam.

A maior de todas as surpresas no entanto para aquele  fatídico dia ainda estavam por vir. As duas torres vieram abaixo! Como era isso possível?

O Empire States Buildings, que fora outrora o maior prédio do mundo, tinha também sido atingido por um avião, bem menor era verdade, mas nem pensou em desabar. Estava lá imponente.

Quantos e quantos prédios no mundo já foram atingidos por violentas chamas ou terramotos. Nenhum veio abaixo. Você já ouviu falar que isso tenha acontecido em algum lugar? NUNCA. Mas aconteceu. E agora? Só adianta chorar.

Explicações não faltaram que na verdade não me convenceram. Sentíamos todos que algo não estava bem explicado. Como é que um prédio feito com um núcleo de aço, veio abaixo como uma IMPLOSÃO? O que aconteceu com o edifício 7, o terceiro que veio abaixo no mesmo acontecimento?

Mas o acontecimento passou. Lamentamos muito, choramos os nossos mortos, mas a coisa estava fedendo tanto que obviamente despertou a curiosidade de alguns.

Pois quando o meu festival de surpresas parecia ter chegado ao fim, eis que surge a maior de todas. Essa definitivamente foi a maior surpresa! Descobrir depois de ver este filme aqui, que você certamente  não irá querer perder, detalho em minúncias toda a FARSA DA COVARDIA, DA FALTA DE PATRIOTISMO, DA FALTA DE AMOR AO PRÓXIMO e DO CRIME perpetrado por um ESTADO dentro de outro ESTADO. O Estado do Crime. A máfia da vergonha.

Descobrir que tudo foi planeado e executado para instaurar um novo PERL HARBOUR, um estado de comoção social que levasse a Nação Americana a aprovar verbas para instaurar duas guerras, mudar a legislação, no sentido de retirar dos cidadãos direitos fundamentais de uma democracia. A América tornou-se depois disso um estado policial, em que qualquer suspeito poderia ser preso sem mandato judicial e torturado.

Foi algo muito parecido com o que Hitler fez para assumir o controlo total do poder na Alemanha. Mandou incendiar o parlamento Alemão e colocou a culpa nos Judeus. Convenceu o Premier Lindemberg a conceder-lhe poderes absolutos, aprovados à força no parlamento.

Atendia também interesses de se construir no mesmo lugar duas outras torres que devolvessem a New York o título de ter as duas maiores torres pelo menos da América, já que a Torre Sears de Chicago já a tinha superado, e atualmente a maior torre do mundo está no Dubai.

Pergunto então. Em que planeta estamos a viver? A polícia, os poderes constituídos, estão a conspirar contra o bem comum, contra os cidadãos, contra a lei e a ordem.  Porque há um silêncio em torno desse assunto? Onde estão as autoridades, aqueles que deveriam zelar pela lei e pela ordem? E as investigações? Porque não se apura? Porque não se fala sobre isso?

Não se estará a criar uma outra IMPLOSÃO na Europa? Não terá já começado com a Grécia, Portugal, Espanha e Itália? Bom, eu não sei. Só sei que alguns “invisíveis” mandam e como dizia recentemente o Professor Marcelo Rebelo de Sousa: “…quem paga é o mexilhão.” Ou seja o povo. Rumores do fim estão a colidir com o Fim dos rumores.
José Carlos Costa

16 de setembro de 2012

Bento XVI exorta a dizer "não à vingança"

Fotografia © REUTERS - Stefano Rellandini
O papa exortou hoje os povos do Médio Oriente a "dizerem não à vingança" e a banirem a "violência verbal e física", apelando a que aceitem 'a sociedade plural'.

Bento XVI falava no palácio presidencial de Babada, perto de Beirute, para várias centenas de personalidades do mundo político, religioso e da cultura libanesa, entre os quais os dirigentes das comunidades muçulmanas, no segundo dia da sua visita ao Líbano.
Numa altura de grande agitação na região devido à guerra na Síria e a manifestações contra um filme realizado nos Estados Unidos e considerado ofensivo para o Islão, o papa centrou a sua intervenção nas condições religiosas e sociais que podem favorecer a paz na região.
O papa pediu para "se suprimir a violência verbal e física", considerando que "ela é sempre um atentado à dignidade humana, a do autor e a da vítima".
"Trata-se de dizer não à vingança, de reconhecer os seus erros, aceitar as desculpas sem as procurar e enfim perdoar", sublinhou o papa.
Acrescentado "Apenas então pode crescer o bom entendimento entre as culturas e as religiões, a consideração sem condescendência".
por Lusa, texto publicado por Paula Mourato

Reflexão pessoal: Considero Bento XVI, um dos homens mais sábios do mundo; tanto na política; no movimento da modernidade, como tantas outras áreas. Fico no entanto, surpreendido que ele faça este tipo de apelos “suprimir a violência verbal e física”. A não ser pela falta de capacidade do Islão lidar com a modernidade e ele (Bento XVI) crer afirmar-se como o árbitro de um antigo desacordo que permeia o mundo islâmico e é a cisão entre sunitas e xiitas, que hoje é muito mais acentuada do que entre católicos e protestantes.
Este apelo de Bento XVI, está certamente eivado de uma sabedoria e de conhecimentos políticos e estratégicos que só podem conduzir a um final; o domínio católico. Os muçulmanos estão manietados pelo imperialismo europeu e americano com as empresas petrolíferas; a criação e expansão de Israel; golpes de Estado de inspiração estrangeira. A cartografia actual do mundo muçulmano foi em grande parte um presente envenenado do Ocidente.
Em conclusão, direi que este excerto diz alguma coisa sobre os rumores do fim:
“Para confirmar essa pretensão, era preciso empregar alguns meios com o fito de lhe dar aparência de autoridade; e isto foi prontamente sugerido pelo pai da mentira. Antigos escritos foram forjados pelos monges. Decretos de concílios de que antes nada se ouvira foram descobertos, estabelecendo a supremacia universal do papa desde os primeiros tempos. E a igreja que rejeitara a verdade, avidamente aceitou estes enganos.”
O Grande Conflito, p. 56
Pr. José Carlos Costa

13 de setembro de 2012

Manifestantes invadem embaixada dos EUA no Iémen e ateiam fogo a carros

Depois do ataque ao consulado dos EUA em Bengasi, no leste da Líbia, que levou à morte de quatro americanos, entre eles o embaixador do país na cidade, pode ter sido planeado, ao contrário da invasão da embaixada dos EUA no Cairo, na terça-feira à noite, por cerca de dois mil egípcios, essa “genuinamente espontânea”.

Manifestantes invadiram a embaixada dos EUA em Sanaa, no Iémen, em protesto contra um filme produzido por um americano judeu que goza com o Islão e que esteve na origem de um ataque em Bengazi que causou a morte ao embaixador dos EUA na Líbia.

Um carro em chamas perto de uma inscrição em árabe "Sacrifico a minha alma, o meu pai e a minha mãe pelo profeta de Deus", nas imediações da embaixada dos EUA no Cairo, Egito

A polícia disparou para o ar para tentar dispersar os manifestantes, mas estes entraram na embaixada e atearam fogo a veículos estacionados, mas entretanto já foram retirados do local pela polícia.

Os manifestantes entraram na embaixada, mas não chegaram a invadir o prédio dos escritórios, mas assim que entraram na embaixada retiraram a bandeira americana e queimaram-na.

Antes de invadir a embaixada esta quinta-feira, os manifestantes protestaram retirando a placa que identificava as instalações diplomáticas e queimaram pneus.
Fuzileiros norte-americanos atiraram para o ar na tentativa de dispersar os manifestantes e a polícia antimotim iemenita lançou gás lacrimogéneo e utilizou canhões de água para retirar os manifestantes do recinto da embaixada.

Um sinal da tensão crescente no mundo islâmico, após a tradução para árabe do filme "A Inocência de Maomé", que conta uma história diferente do Profeta e que está a causar indignação entre os muçulmanos.

Comentário pessoal: O Corão é a coluna vertebral da educação muçulmana, ensinado nas escolas, muitas vezes decorado, estudado nas universidades e analisado minuciosamente por toda a gente, que pretende ser instruída. Os estudiosos islâmicos acreditam que estudar o Corão implica a busca de verdades literais – fatos e leis sobre o mundo – que foram disponibilizadas por Deus no século VII, através das revelações do profeta. Decorar, melo menos, parte do Corão é a experiência mais comum de todos os Muçulmanos.
Ou seja, comparar um muçulmano a um cristão é uma louca utopia. Os cristãos em geral conhecem um ou outro texto da Bíblia, quando nem isso conhece. Assim sendo, como pode um americano judeu gozar com o Islão produzindo um filme de escárnio, sim de claro escárnio a Maomé. Ele (o produtor do filme) tem seguramente consciência que estava a lançar fogo em palha seca. Eles não permitem como os cristãos que se blasfeme de Jesus Cristo, rumor do fim! Sem a menor dúvida. Fiquem atentos ao que se vai passar pois isto é só o começo. Ainda por cima com americanos metidos nesta embrulhada!

12 de setembro de 2012

Figuras Públicas da Alemanha Pedem União entre Católicos e Protestantes

“Hoje, o cisma da igreja não é desejado nem justificado politicamente”, afirma o comunicado intitulado “O ecumenismo agora – um só Deus, uma só fé, uma só Igreja”. ”Será que fatores teológicos, hábitos e tradições eclesiásticas institucionais e culturais sustentam o cisma entre as igrejas? Não pensamos assim.”
A declaração pedindo o fim da ruptura de quase 500 anos entre as igrejas foi assinada por políticos, incluindo o chefe do parlamento alemão Norbert Lammert, o ministro da Defesa, Thomas de Maizière, e o chefe do Partido Social Democrata, Frank-Walter Steinmeier.
Entre os 23 signatários (católicos e protestantes) estão o apresentador de TV Guenther Jauch, o chefe da Federação Alemã de Desportos Olímpicos, Thomas Bach, e o escritor Arnold Stadler, bem como artistas e académicos.
A declaração lembra que tanto o Concílio Vaticano II, que completará 50 anos no próximo mês e a Reforma, que comemorará seu 500 º aniversário em 2017, tiveram um grande impacto na sociedade mundial. Algo que continua a ser sentido nas diferentes denominações. A iniciativa pede que os membros leigos das igrejas que tenham um papel ativo, vendo estes aniversários como uma oportunidade de mudança.
“Não podemos e não devemos permitir que o problema da unidade da Igreja continue até que os líderes da igreja cheguem a um entendimento sobre a Sagrada Comunhão e administração”, disse o comunicado. ”Não podemos estar satisfeitos em simplesmente ver as igrejas reconhecendo umas às outras.”
A questão da Sagrada Comunhão interdenominacional é um tema polémico na Alemanha, que contabiliza cerca de 50 milhões de cristãos, divididos quase igualmente entre católicos e protestantes. É comum casamentos entre pessoas que professam outro tipo de fé. Membros de ambas as denominações têm apelado repetidamente para que as regras eclesiásticas sejam relaxadas para que os católicos e protestantes possam celebrar a Sagrada Comunhão juntos.
Em um comunicado respondendo ao documento “Ecumenismo Agora”, o arcebispo Robert Zollitsch, presidente da Conferência Episcopal Católica Alemã, acredita que essa questão é como “uma ferida que continua aparecendo, e que destaca a falta de entendimento comum na fé “.
“A iniciativa do documento “Ecumenismo Agora” teve uma recepção muito positiva”, acredita Thies Gundlach, vice-presidente da Igreja Protestante na Alemanha. “É um esforço para ver o futuro do ecumenismo não só como responsabilidade dos líderes da igreja, mas também lembrar que a unidade é responsabilidade de todos os cristãos. Somos gratos por ver que os cristãos evangélicos e católicos alemães hoje estão mais unidos que nunca”.
Mas é importante, disse ele, não apagar seus próprios entendimentos teológicos básicos. “No início do século 16, os reformadores desenvolveram uma visão diferente da igreja… é importante avançarmos com o máximo de velocidade possível sobre as questões ecuménicas, mas também ter paciência”, concluiu Gundlach [...]

NOTA: "Os protestantes têm-se intrometido com o papado, patrocinando-o; têm feito compromissos e concessões que os próprios romanistas se surpreendem de ver e não compreendem. Os homens cerram os olhos ao verdadeiro caráter do romanismo, e aos perigos que se devem recear com a sua supremacia. O povo necessita ser despertado a fim de resistir aos avanços deste perigosíssimo inimigo da liberdade civil e religiosa". O Grande Conflito, p. 566.

11 de Setembro: Uma Homenagem Livre de Política

Em ano de eleições, o aniversário do fatídico dia 11 de Setembro de 2001 será marcado por cerimónias simples de homenagem às vítimas, longe dos holofotes da política. Em Nova Iorque, nem sombra do Presidente. No Ground Zero, apenas os familiares a ler os nomes dos falecidos.
Barack Obama marcará presença numa cerimónia no Pentágono, enquanto o vice-presidente Joe Biden estará no Memorial do Voo 93 em Shanksville. Mas pela primeira vez em 11 anos, nenhum político estará em Nova Iorque, no monumento de memória que agora reside no lugar das Torres Gémeas.

No Ground Zero – como hoje é chamado – as atenções estarão centradas nos familiares das quase 3 mil pessoas que perderam a vida nos ataques aéreos a World Trade Center, Washington e Pensilvânia.

O objectivo é «honrar as vítimas e as suas famílias longe de exibições políticas», afirmou o presidente do Memorial Nacional do 11 de Setembro, Joe Daniels. A ideia foi bem recebida entre os familiares, que falam num evento mais «íntimo».
Reflexão Pessoal: Bin Laden acusava repetidamente a América de ser não só um Estado de cruzada, mas também um apóstolo da modernidade secular. A América exporta para todo o mundo uma cultura singularmente decadente: uma cultura que exalta a imoralidade sob a forma de fornicação, homossexualidade, álcool, drogas e comércio de interesses. Uma cultura que é tão decadente que gerou doenças como a sida, que até ali era desconhecida do homem. Uma cultura que corrompe e degrada tudo em que toca. Ayman al-Zawahiri, então, representante de Bin Laden, afirmava que “a liberdade que queremos, não é a liberdade de usar as mulheres como uma mercadoria, para angariarmos clientes, fazermos negócios ou atrairmos turistas. Não é a liberdade da sida e de uma indústria de obscenidades e de casamentos homossexuais”. Os apoiantes da Al Qaeda referem-se habitualmente à América como a “casa da descrença” e o “inimigo de Deus”.
Seria ingénuo pretender que este ciclo mortal do avanço do Ocidente e da reacção do Islão já terminou. Existem boas razões para pensar que a globalização irá ganhar. Há razões para crer que a América é paradoxal e fascinante. Fascinante porque é tão estranha. Como é que podemos não nos interessarmos pelos fatos de los Angeles integrar simultaneamente Silicone Valley e algumas das maiores igrejas do mundo? Mas fascinante também porque aponta o futuro. A dialética que dominou a cultura americana durante tanto tempo – entre o canto da seria do capitalismo e a força tranquilizadora da religião – está a tornar-se global.
O que eu posso dizer, é simples, o futuro passa pela América e os países árabes, no meio estará a Igreja Católica Romana. Sabem porque sei? Porque é profético! Assim sendo é e será um rumor do fim.
Pr. José Carlos Costa.