20 de dezembro de 2009

COMO SERÁ O FIM DO FIM?


6 E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo,


7 dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

8 Um segundo anjo o seguiu, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição.

9 Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão,

10 também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.

APOCALIPSE 14:

35 Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão.
36 Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai.<i>
MATEUS 24

Chávez: avião dos EUA espionou território venezuelano





CARACAS - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse hoje que um avião espião dos Estados Unidos invadiu o espaço aéreo do país recentemente. Chávez afirmou também que ordenou aos seus militares que derrubem qualquer aeronave desse tipo caso isso volte a acontecer. De acordo com ele, o avião sobrevoou uma base militar venezuelana no estado de Zulia, depois de decolar da Colômbia. Sem fornecer mais detalhes, Chávez disse que os militares norte-americanos estavam usando o avião para espionagem.

Neve e frio paralisam a Europa em vésperas do Natal





DESCOBERTO VESTÍGIOS DO PRIMEIRO TEMPLO DE SALOMÃO





A agência Lusa revela que “uma placa de pedra negra contendo uma inscrição fenícia atribuída ao rei judeu Jehoash, que reinou em Jerusalém no fim do século IX a.c., foi autenticada por peritos”, citando a edição de 13 de Janeiro do jornal israelita Haaretz.

Segundo o jornal, esta inscrição de dez linhas escrita na primeira pessoa dá conta de "reparações ordenadas no Templo" de Salomão pelo rei Jehoash e assemelha-se muito a uma passagem do II Livro dos Reis da Bíblia (capítulo 12).
O fragmento foi aparentemente descoberto durante importantes trabalhos de escavação efectuados pelos muçulmanos nos últimos anos no Monte do Templo de Jerusalém, o local mais sagrado do judaísmo.
Ainda segundo o diário Haaretz, este fragmento foi autenticado por especialistas de um instituto de pesquisas especializado do Ministério das Infra-estruturas Nacionais.
"Se esta verificação for confirmada, trata-se de uma matéria da maior importância, que poderá ser a maior descoberta arqueológica efectuada em Jerusalém e Israel", afirmou M. Gabriel Barkai, considerado uma sumidade entre os arqueólogos israelitas.
Fonte Ecclesia


AFINAL, O QUE FOI ACORDADO EM COPENHAGA?


Decisões mais importantes ficam para o ano, no México. Acordo "não vinvulativo" foi acordado esta manhã pelo plenário da cimeira
Durão Barroso, Angela Merkel, Gordon Brown, Sarkozy e Obama nas negociações em Copenhaga que duraram toda a noite REUTERS 1/1 + foto. O texto final do novo acordo sobre alterações climáticas de Copenhaga fixa um aumento máximo da temperatura média em dois graus mas não estipula um prazo preciso nem especifica medidas a adoptar pelos países para alcançar esse objectivo.
O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon, disse hoje em declarações aos jornalistas em Copenhaga que foram lançados “os alicerces do primeiro acordo global para limitar os gases do efeito de estufa.”
Um acordo ainda com muitas fragilidades mas que Ban Ki-Moon quer trabalhar pata “transformar este texto num tratado legalmente vinculativo em 2010.”
Uma grande parte dos 193 países reunidos em Copenhaga não está de acordo com o texto final, um desacordo dito pelo próprio Ban Ki Moon: “não é tudo o que esperávamos, mas esta decisão da conferência das partes é uma etapa essencial.”
O texto final com o esqueleto de um tratado global sobre redução de emissões de gases com efeito de estufa (GEE), negociado nas últimas duas semanas na cimeira da ONU sobre alterações climáticas, em Copenhaga, considerado o maior e mais importante encontro de sempre sobre o clima, foi avaliado pela maioria dos 192 países que participaram nas negociações como um acordo politico minimalista.
Basicamente todas as decisões importantes, entre as quais as metas de redução de emissões globais, foram adiadas para a próxima reunião das partes da Convenção Quadro da ONU sobre as Alterações Climáticas, a realizar no final de 2010, no México.
A próxima fase de negociações ficou marcada para a cidade alemã de Bona, daqui a seis meses, enquanto as metas de redução das emissões até 2020 serão decididas em Janeiro do próximo ano.
Apesar de fixar os dois graus centígrados como o aumento máximo da temperatura global até 2050 para evitar as interferências mais graves no clima, relativamente aos níveis de 1990, e de exigir "cortes significativos" de emissões de GEE dos países, o documento, que não é juridicamente vinculativo, não estipula um prazo preciso ou especifica quais as medidas a adoptar para alcançar esse objectivo.
O texto final não só omite o montante global da redução das emissões de (GEE), ao contrário do que era exigido pela maioria dos países participantes, como também não leva em contra o objectivo estabelecido pela ONU de que o bloco dos países ricos adoptasse valores homogéneos de redução de emissões para 2020 e 2050.
Sob o título de Acordo de Copenhaga, o documento também não estipula o compromisso de conter as emissões poluentes até 2050, limitando-se apenas a recolher as propostas a médio prazo anunciadas voluntariamente por cada país.
No caso dos Estados Unidos isto significa uma redução de 17 por cento, relativamente aos níveis de 2005, o que corresponde a um corte de três por cento relativamente a 1990, os níveis de referência adoptados pela União Europeia, que vai reduzir as suas emissões em 20 por cento.
O acordo estabelece ainda que os países ricos transfiram um montante de 30 mil milhões de dólares (21 mil milhões de euros) entre 2010 e 2012, e de cem mil milhões de dólares (setenta mil milhões de euros) a partir de 2012, até 2020, para financiar os países pobres e em desenvolvimento a mitigarem as suas emissões e adaptarem-se aos efeitos do aquecimento global.
A declaração fixa que desses 30 mil milhões de dólares nos próximos três anos, os EUA aportarão 3.600 milhões de dólares, a UE 10.600 milhões e o Japão outros 11 mil milhões de dólares.
O acordo alcançado atenua também as referências de textos anteriores aos mecanismos para a verificação dos compromissos que os países em desenvolvimento venham a assumir para controlar o aumento das suas emissões, ao qual a China se opunha, passando estes a ser referenciados como sistemas "internacionais de consulta e analise" que garantirão "que se respeite a soberania nacional".
O texto estipula ainda que os países que receberem ajudas de financiamento devem submeter as suas emissões a medições nacionais e comunica-las a cada dois anos a Convenção Quadro.
O acordo reconhece igualmente o papel crucial da redução das emissões pela diminuição do deflorestamento o da degradação das florestas, pelo que prevê a necessidade de destinar fundos "novos, adicionais e previsíveis" nesse sentido sobretudo as nações menos desenvolvidas, estados insulares do Pacífico e países africanos.
O plenário da cimeira conseguiur chegar a uma conclusão sobre o acordo, alcançado na maratona de negociações durante a noite. No documento, os países em desenvolvimento prometem mais esforços para combater as alterações climáticas.

19 de dezembro de 2009

EUA TEM MAIS GENTE EM GUERRA QUE NO VIETNAME



Washington, 19 dez (EFE).- Os Estados Unidos, que utilizam grande porcentagem de contratados em suas campanhas em Afeganistão e Iraque, terá nos próximos meses mais gente em guerra que nos períodos mais intensos do conflito no Vietnã, aponta um relatório do Congresso.
O Serviço de Investigação do Congresso (CRS), organismo que prepara relatórios para os legisladores americanos, indica que a escalada ordenada pelo presidente Barack Obama para o próximo ano agregará de 26 a 56 mil contratados privados aos mais de 100 mil que já estão no Afeganistão.
O uso de gente do setor privado pode ainda aumentar se a estratégia de Obama realmente incluir um vigoroso programa de construção e infraestrutura.
No fim de setembro passado, os EUA tinham cerca de 280 mil soldados no Afeganistão, Iraque e países vizinhos, segundo números oficiais.
Mas esse número não inclui o pessoal contratado pelo Pentágono para funções como de cozinheiro, motorista, guarda-costas e outros serviços de apoio.
Durante a intervenção americana no Vietnã (1960-1973), essas funções eram cumpridas em grande parte por pessoal militar.
De acordo com o CRS, havia em setembro cerca de 104.100 contratados no Afeganistão e ao redor de 113.700 no Iraque. Caso se leve em conta os soldados que ali estavam no fim do ano fiscal de 2009, em setembro, os EUA contavam com 522.230 homens e mulheres nos dois conflitos.
Nos momentos de maior intensidade da Guerra do Vietnã, entre 1965 e 1968, houve no conflito aproximadamente 500 mil americanos, em sua maioria pessoal militar.
O estudo do CRS assinala que por volta de dezembro de 2008 este tipo de pessoal representava 69% dos que estavam às ordens do Pentágono no Afeganistão, a porcentagem mais alta de civis usada pelo Departamento de Defesa em qualquer conflito da história dos EUA.
Durante o conflito do Vietname havia um civil para cada oito membros das Forças Armadas dos EUA. EFE

BENTO XVI ESTÁ A REESCREVER A HISTÓRIA



BERLIM — O secretário-geral do Conselho Central dos Judeus da Alemanha, Stephan Kramer, se declarou na noite deste sábado "triste e furioso", poucas horas depois de o Papa Bento XVI ter proclamado "venerável" seu antecessor Pio XII, criticado por seu silêncio durante o Holocausto.
"Estou ao mesmo tempo triste e furioso, pois a Igreja católica está tentando reescrever a história", denunciou Kramer em entrevista à AFP.
"É uma manipulação evidente dos fatos históricos envolvendo a época nazista. Bento XVI está reescrevendo a história sem ter permitido uma discussão científica séria (sobre a atitude de Pio XII frente ao nazismo). Isso é que me deixa furioso", acrescentou o dignitário religioso.