6 de maio de 2012

Ateus nos Estados Unidos Perdem por 396 a 9!


Nesta semana o Congresso dos Estados Unidos votou favoravelmente a permanência do lema nacional “In God We Trust” [Em Deus Confiamos] frase garantida como lema desde 1956 e que já foi fixada em várias partições públicas daquele país.
Segundo o jornal The Washington Post esse lema tem resistido às constantes reclamações de grupos ateus que dizem que ele fere a laicidade do Estado e que, portanto, precisa deixar de existir. Mas a votação mostrou o contrário, foram 396 votos a favor e nove contra.

Nas palavras do republicano James Randy Forbes, “Deus continuará presente no Congresso”, ele diz também que os burocratas querem eliminar Deus do domínio público, se referindo a inúmeros recursos que foram abertos por indivíduos e agência governamentais para tirar a menção de Deus do governo.

A frase em questão aparece também nas moedas e notas de dólar desde a Guerra Civil.
Ela também aparece nos edifícios federais da justiça. “A medida que nossa nação enfrenta tempos difíceis, é apropriado que os membros do Congresso e nosso país declarem com decisão nossa confiança em Deus, crendo que será mantida nas gerações vindouras”, disse Forbes.

Pastor Evangélico Convoca Todos a Guardarem o Domingo


As disciplinas espirituais são hábitos que mantemos os quais nos conectam a Deus. Eles vêm da convicção judaica das formas de ação e revelam o que, em última análise, acreditamos. A nossa fé pode ir e vir, mas as nossas ações não devem nunca abdicar. Isso pode ser verdade para as pessoas de todos os tipos de fé.
Nós dançamos em harmonia com Deus quando guardamos o shabbath. A razão pela qual somos chamados a ter um dia de descanso é simples. Os seres humanos temos a tendência de esquecer que não criamos o mundo e, portanto, que o mundo não depende de nós.

Barbara Brown Taylor conta uma história sobre um amigo, David, que cresceu em Atlanta e o que ele ensinou sobre a fidelidade a Deus:

Quando eu era aluna do primeiro colegial, o meu namorado Herb jogou no time de basquete do colégio. No entanto, ele não era o melhor jogador. O jogador estrela era um garoto chamado David, que marcou tantos pontos durante a sua carreira de quatro anos que o treinador aposentou a sua camisa quando ele se formou. Isto teria sido notável em quaisquer circunstâncias, mas foi duplamente notável pelo fato de David não jogar nas noites de sexta-feira.
Nas noites de sexta-feira, David observava o shabbath com a sua família, que generosamente se retiravam quando os amigos de David não judeus chegavam a casa, suados e derrotados, após os jogos de sexta à noite. Após cada jogo da noite de sexta-feira, os amigos de David chegavam à sua casa para descrever o jogo em detalhes.
"Jogada por jogada" os amigos não judeus eram autorizados a falar e criar mundos na sala de estar de David. Alguém na sala perguntou a David se ele ficava incomodado de ficar sentado em casa, enquanto a sua equipa "estava a ser derrotada no ginásio do ensino médio."
"Ninguém me obriga a fazer isso", respondeu ele. "Eu sou judeu, e judeus observam o shabbath."
Seis dias por semana, disse ele, amava jogar basquete mais do que qualquer coisa e alegremente dava tudo de si para o jogo. No sétimo dia, ele amava ser judeu mais do que jogar basquete e, alegremente, dava tudo de si ao shabbath.

Claro, ele sentia um incómodo, mas este era o ponto. O shabbath era a sua oportunidade de lembrar o que era realmente real. Uma vez que três estrelas eram visíveis no céu a noite de sexta-feira, a sua identidade como judeu era mais real para ele do que a sua identidade como a estrela do nosso time de basquete."

É essencial para os cristãos criar espaços regulares e intencionais de tempo em que não trabalhem, nem e-mail, fax, limpeza, ou cuidados na lavandaria. Um tempo em que nós permitimos que nossos corações se acalmem e as vozes silenciem. O shabbath é um tempo quando lembramos que Deus fez o mundo e descansou, que Ele nos chama para descansar com ele, ouvir a sua voz, e estar ciente de sua presença.
E é um momento para recordar, de acordo com o ensino do Antigo Testamento hebraico sobre o shabbath e o Jubileu, que haverá um dia em que todos os povos do mundo descansarão, não apenas aqueles que podem arcar financeiramente para tirar um dia de folga.
A observância do shabbath nos lembra que somos peregrinos em uma terra estrangeira, esperando o mundo se tornar o que o mundo era para ser. Nós recordamos vividamente que, embora Deus tenha criado o mundo, o mundo não está da maneira que Deus o fez.

Quando guardamos o shabbath, proclamamos para o resto do mundo que Deus está no negócio de fazer novas coisas. Deus precisa de uma maneira para nos lembrar que não estamos mais no Egito, empilhando tijolos para o Império. Se as ocupações e a idolatria infestam nossa vida coletiva, o shabbath é um meio pelo qual podemos nos tornar mais como a pessoa que Deus nos criou para ser.
Nos últimos anos, tenho trabalhado rigorosamente para manter um shabbath inteiro na minha agenda semanal. Nem sempre tem sido fácil. Mortes, nascimentos, tragédias, milagres e deveres mundanos da vida mostram pouca consideração para com o meu desejo pessoal de descansar.
Lentamente, ao longo do tempo, quando essas coisas acontecem no shabbath, eu sou tentado a pegar e resolver tudo. Às vezes, quando as circunstâncias exigem, eu tenho que me envolver. Na maioria das vezes, no entanto, guardando o shabbath me convenço que o mundo pode correr bem sem mim. Eu vejo um papel claro para mim na história divina. Eu sou importante nesta narrativa, mas eu não sou o ponto principal, ou o personagem principal. O shabbath me ensina isso.
Inteiro. Descansado. Ouvindo. Atento. Purificado.
Isto é que é o shabbath. Ele cria o espaço em nossas vidas para lembrarmos quem somos. Para lembrar que somos jogadores em uma história diferente.

Os americanos trabalham duro. Talvez muito duro.
Este é um convite aos judeus, hindus, muçulmanos, ateus, agnósticos, budistas e cristãos.

Um dia por semana. Descanse. Pelo amor de Deus.

Dr. Josh Graves
(Pastor da Otter Creek Church)

Fonte: Fox News

3 de maio de 2012

ASAE conclui que Pingo Doce vendeu produtos abaixo do preço de custo

A ASAE chegou à conclusão que o Pingo Doce vendeu produtos abaixo do preço de custo na campanha de 50% de desconto do dia 1 de maio. Produtos como whisky, óleo e arroz terão sido vendidos de forma ilegal.
A informação avançada pela Antena 1 dá conta que o auto de notícia em que estão listadas as infrações da cadeia de supermercados deverá seguir, esta sexta-feira, para a Autoridade da Concorrência. Estas não serão, no entanto, as únicas infrações detetadas, revela a rádio pública.
A ASAE analisou faturas referentes a vendas feitas no dia 1 de Maio e chegou à conclusão que há dezenas de produtos que foram vendidos a preço de custo. A infração poderá valer uma multa de 30 mil euros à Jerónimo Martins.
foto Steven Governo/global Imagens
FONTE https://news.google.com/nwshp?hl=pt-PT&tab=wn

Nota:
As minhas desculpas, não percebo! No dia 1 de Maio "dia do trabalhador" uma superfície comercial decide colocar os seus produtos a 50% mais baratos e é considerado ilegal!!! Até é o dia do trabalhador! Onde é que está o mal? Então porque não vão atrás do Banco Alimentar contra a Fome que recolhe produtos nas mesmas superfícies? Será uma questão legal ou política? Parece-me que é um rumor do fim, em que fazer bem será pecado.

2 de maio de 2012

Padre Suspenso em Espanha por Querer Participar do BIG BROTHER.


O arcebispado de Barcelona publicou no seu site um decreto dos Missionários do Sagrado Coração que suspende a divinis o padre Juan Antonio Molina Sanz, pertencente à congregação, enquanto ele mantiver o propósito de participar no programa televisivo Gran Hermano, versão espanhola do reality show conhecido como Big Brother.

Juan Antonio Molina Sanz, 40, vive em Barcelona e é amante de motos, academias de musculação e heavy metal. A sua decisão não agradou nem sequer à sua família, de acordo com os meios de comunicação. Além de sacerdote, Molina também é professor.

O decreto publicado no site do arcebispado de Barcelona é assinado pelo superior geral dos Missionários do Sagrado Coração, Pe. Mark McDonald, e pelo secretário geral, Pe. Luis Carlos Araujo Moraes, que afirmam que, “depois de constatar que o Pe. Juan Antonio Molina Sanz expressou a vontade de participar do programa televisivo Gran Hermano contrariando uma ordem explícita do seu provincial, o Pe. Wifredo Arribas Sancho, e depois de informar o Pe. Juan Molina por meio do seu provincial e diretamente por correio electrónico sobre os efeitos negativos que essa participação poderia ter para ele próprio, para a congregação e para a Igreja, o abaixo assinado superior geral da congregação dos Missionários do Sagrado Coração, com o consentimento do Conselho Geral, reunido em 19 de dezembro de 2011, em Roma, declara o Pe. Juan Antonio Molina Sanz suspenso a divinis”.

O decreto detalha que esta punição “proíbe o sacerdote de todo o trabalho pastoral com os fiéis, a celebração pública da Eucaristia e a pregação aos fiéis, e ouvir a confissão dos fiéis”.

“Esta pena”, prossegue o texto, “terá efeito a partir do momento em que o Pe. Juan Molina desobedecer à ordem do seu provincial e participar do programa televisivo”.

Trata-se de “uma sanção temporária, que tem como finalidade suscitar no Pe. Molina um desejo sincero de mudança e de conversão. Durará até à sua oficial revogação por decreto contrário”.

O Pe. Molina, de acordo com o mesmo documento, foi informado de que “os efeitos desta pena ficam suspensos toda vez que vier a ser preciso atender fiéis em perigo de morte, segundo o cânon 1335”.

O texto pede “às autoridades eclesiásticas, em particular aos bispos mais envolvidos no caso, que velem para que o Pe. Molina respeite este decreto no espírito em que foi emitido, isto é, visando a proteção dos fiéis e a sua própria conversão”.

ENTENDA MELHOR A SUSPENSÃO ” A DIVINIS”

A suspensão do ministério sacerdotal

Dentro do Código de Direito Canónico podemos encontrar um livro inteiramente dedicado ao direito penal como último argumento em função do bem da comunidade e da própria pessoa, aplicado com o espírito próprio que deve animar toda a Igreja e onde está sempre presente a suprema lei, que é a salvação das almas (c.1752). O fim sobrenatural do direito canónico não pode não ser também o fim do direito penal. Sempre que a Igreja aplica o direito penal, aplica-o com misericórdia e caridade para com o fiel que falha, e com a preocupação pastoral por ele e pela comunidade.

No direito penal existem dois tipos de pena: as penas expiatórias e as penas medicinais ou censuras (c.1312).
No primeiro tipo de pena, o legislador privilegia a expiação do delito cometido e, no segundo tipo, a correção. As penas medicinais, como o próprio nome indica, são dadas para curar, para converter, para alterar um comportamento que lesa a comunhão. Trata-se de uma pena, mediante a qual o batizado que falha e teima em continuar no erro é privado de alguns bens espirituais, até que, uma vez arrependido da persistência no erro é absolvido. Uma vez que a pena medicinal está ligada à conversão, ela acaba por ser retirada, sempre e quando exista verdadeiro arrependimento e vontade de emenda.
Dentro das penas medicinais podemos encontrar a excomunhão, o interdito e a suspensão.

A suspensão é uma pena medicinal aplicada apenas aos clérigos, e pode proibir todos os atos do poder de Ordem (antigamente era chamada suspensão a divinis, ou seja, suspensão do ministério divino); quer dizer que o sacerdote fica proibido de exercer o seu ministério sacerdotal. Continua a ser padre mas, neste caso, não pode exercer licitamente o poder do sacramento da ordem recebido.

O sacerdote suspenso deixa de ser pároco e todos os Matrimónios celebrados por ele nessa condição são inválidos, com grande dano para os fiéis. O sacramento do Matrimónio é celebrado invalidamente (c.1108), uma vez que o sacerdote suspenso da Ordem não tem faculdade de assistir ao Matrimónio.
Só os párocos e o Ordinário do Lugar (Bispo e Vigário Geral ou Episcopais) e os padres com a devida faculdade de assistir ao Matrimónio o podem realizar validamente. Não se aplica aqui o poder da Igreja suprir a ausência da faculdade para assistir o Matrimónio (c.144§2; c.1109).

A suspensão pode ser aplicada por decreto do Bispo ou por sentença do juiz ou ainda de forma automática pela violação de uma lei penal.

A pena de suspensão pode ser aplicada mediante um processo administrativo (através do decreto do Bispo com prévia admoestação) ou mediante um processo judicial (através da sentença do Tribunal Eclesiástico).

A remissão da pena medicinal da suspensão implica que o remédio penal obteve os seus frutos e restaurou-se a ordem, a justiça; obteve-se a conversão do sacerdote e o cumprimento das condições requeridas para a sua integração.
A verificação do arrependimento envolve uma avaliação pastoral e pode, por isso, ser dada a remissão sob condição e impondo adequadas penitências. A remissão da pena pode ser pedida pelo interessado ou por iniciativa da autoridade competente. Uma vez apresentadas as condições para a remissão da pena (por exemplo: saída da paróquia que ocupa ilegitimamente), cabe ao clérigo o passo seguinte de apresentar o seu arrependimento e vontade firme de exercer licitamente o seu ministério sacerdotal, cumprindo as condições apresentadas (exemplo: saindo da paróquia). Sem esse arrependimento manifestado, não poderá haver remissão da pena.

As penas medicinais foram constituídas de forma pedagógica e de forma a garantir um último meio para o restabelecimento da justiça, a reparação do escândalo e a conversão do fiel (c.1341). Está em causa, não só a salvação e plena integração do sacerdote no presbitério e em toda a Igreja Diocesana, como a comunhão eclesial da própria comunidade paroquial, lesada por comportamentos que ferem a unidade da Igreja. Uma tal situação do sacerdote coloca a comunidade eclesial fora da comunhão total e a celebrar actos sacramentais inválidos e ilícitos com grande prejuízo para todos os fiéis. Não poderá receber a visita do Senhor Bispo uma vez que o padre suspenso está a ocupar um lugar que não lhe pertence.

O Tribunal Eclesiástico pode punir com maior gravidade quem depois da condenação ou da declaração da pena continuar na mesma situação e, desrespeitando a pena aplicada, mostrar pelas circunstâncias a sua obstinação na má vontade (c.1326).
Além da suspensão por desobediência ao bispo outras situações são igualmente graves e punidas pela lei canónica: usurpação do ofício eclesiástico; exercício ilegítimo do poder sacerdotal; fabricação de documento eclesiástico público falso; cisma; provocar desprezo contra a religião ou a Igreja ou provocar o ódio dos fiéis contra o Bispo por causa de algum ato do poder ou do ministério eclesiástico, ou provocar os fiéis à desobediência.

A declaração de uma pena eclesiástica é sempre um ato de dor e sofrimento, que não tende a marginalizar ou expulsar alguém da comunhão eclesial, mas apenas decreta a real situação de afastamento, em que o próprio fiel, por qualquer razão, se colocou.

Padre Doutor Marcos Gonçalves
Vigário Judicial

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/
Nota: acho muito bem que este padre inconvertido seja disciplinado. Por outro lado compreendo o coitado, se ele ama as motos, heavy metal e … que mal tem o homem estar recolhido durante umas semanas lá numa casa! Quem sabe se ele não mudaria e até se tornaria um exemplo para os pedófilos? Digo eu.

29 de abril de 2012

Descoberta a Razão do Ateísmo

Um estudo revelou as causas do ateísmo. Segundo os investigadores, o pensamento analítico pode diminuir a crença religiosa, mesmo nos crentes mais devotos.
O pensamento analítico é uma forma de pensamento com objetivo de explicar as coisas através da decomposição em partes mais simples, que são mais facilmente explicadas ou solucionadas.
Uma vez entendidas tornam possível o entendimento do todo.
O comportamento do todo é assim explicado pelo comportamento das partes.
Já o pensamento intuitivo é uma forma de pensamento caracterizada pelo uso da intuição.
Pensar intuitivamente é trabalhar por muito tempo sobre um problema e, repentinamente, encontrar a solução, para a qual, porém, tem que descobrir uma prova formal.
Os investigadores da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, pretenderam explicar a razão de haver graus diferentes de crença em Deus.

Segundo o estudo, publicado na revista Science, o pensamento analítico aumenta a descrença, seja entre crentes ou entre céticos.
Para chegar a esta conclusão, os cientistas propuseram aos voluntários tarefas de resolução de problemas que induzem ao pensamento analítico.
Além disso, apresentaram outros que pretendiam induzir o pensamento intuitivo no grupo controle.
Com os resultados, avaliaram os níveis de crença religiosa dos participantes, com base nos auto relatos das crenças de cada um.
Segundo os investigadores, a crença religiosa diminuiu quando os participantes se envolveram em tarefas de análise, em comparação com os participantes que desenvolveram o pensamento intuitivo.
Os investigadores pretendem, agora, descobrir se a ativação do sistema cognitivo analítico no cérebro pode tornar a descrença religiosa temporária ou de longa duração.

Fonte http://tvnet.sapo.pt/noticias/Lab/Descoberta-a-raz%C3%A3o-do-ate%C3%ADsmo-71358

23 de abril de 2012

História Macabra - Que País!


HISTÓRIA MACABRA - QUE PAÍS!

Foram encontrados ontem cerca de 25 fetos e restos de placenta no lixo do Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse, administrado pela Prefeitura de Nova Iguaçu. Ao entrar na sala, o funcionário de uma empresa terceirizada sentiu fortes odores e, ao abrir os sacos de lixo, encontrou os fetos.
Segundo policiais da 58ª DP, médicos do hospital foram ouvidos. PMs que participaram da ocorrência disseram que os fetos foram colocados em formol e permaneceram no local. Eles serão incinerados nos próximos dias.
Ninguém respondeu o que os fetos estavam fazendo no lixo, e nem de onde eles vieram.
Técnicos explicaram que é comum os hospitais armazenarem diversos fetos que já
nascem mortos para enterrar ou cremar vários de uma vez, como lixo.


Isaías 1:

1  VISÃO de Isaías, filho de Amós, que ele teve a respeito de Judá e Jerusalém, nos dias de Uzias, Jotão, Acaz, e Ezequias, reis de Judá.

2  Ouvi, ó céus, e dá ouvidos, tu, ó terra; porque o SENHOR tem falado: Criei filhos, e engrandeci-os; mas eles se rebelaram contra mim.

3  O boi conhece o seu possuidor, e o jumento a manjedoura do seu dono; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende.

4  Ai, nação pecadora, povo carregado de iniquidade, descendência de malfeitores, filhos corruptores; deixaram ao SENHOR, blasfemaram o Santo de Israel, voltaram para trás.

5  Por que seríeis ainda castigados, se mais vos rebelaríeis? Toda a cabeça está enferma e todo o coração fraco.

6  Desde a planta do pé até a cabeça não há nele coisa sã, senão feridas, e inchaços, e chagas podres não espremidas, nem ligadas, nem amolecidas com óleo. …

9  Se o SENHOR dos Exércitos não nos tivesse deixado algum remanescente, já como Sodoma seríamos, e semelhantes a Gomorra.


Esta é uma profecia histórica e também escatológica (dos últimos dias).

Recuso-me a comentar!

Atores cubanos desertam no festival de Tribeca

Dois dos protagonistas do filme "Uma noite", que relata a história de jovens que querem sair de Cuba, desapareceram depois do avião em que seguiam aterrar em Miami.
Esta foi a primeira experiência cinematográfica de Anailín de la Rua de la Torre e Javier Núñez Florian
Dois atores cubanos desertaram depois de chegarem aos EUA para a estreia do filme que protagonizaram, "Uma noite".
Anailín de la Rua de la Torre e Javier Núñez Florian, ambos com 20 anos, desapareceram depois do avião em que seguiam aterrar em Miami. À estreia do filme, sexta-feira, em Nova Iorque, só um dos três atores que viajaram para o EUA compareceu na sala de cinema.
Dariel Arrechada disse ao site Huffington Post que não tem conhecimento do paradeiro dos seus colegas. O jovem ator manifestou intenções de voltar a  Cuba, onde tem família, amigos e namorada.
"Uma noite" relata a história de jovens que querem sair de Cuba. Esta foi a primeira experiência cinematográfica para os três atores. Anailín era uma campeã de tae kwon em Havana e Javier estudava para ser chefe de cozinha.
A película de Lucy Mulloy é uma co-produção cubana, inglesa e norte-americana. A cineasta disse acreditar que os atores "queriam vir disfrutar do festival" e mostrou-se surpreendida com a decisão. "As coisas em Cuba podem ser difíceis: há um embargo e muitos desafios para os cubanos".
Nota pessoal: Será que isso quer dizer que se todos os cubanos tivessem possibilidades desertavam? Não! É impressão minha. No entanto, o homem não foi feito para ser prisioneiro, é-o por Satanás. Jesus oferece a cada um a possibilidade de “desertar” por Seu sangue.