21 de fevereiro de 2012

Polémico Rev. Josué Yrion, famoso por suas críticas à Disney, tornou-se apresentador de TV e missionário

O reverendo Josue Yrion, escritor e conferencista brasileiro de fama internacional, que ficou conhecido por suas palestras ao redor do mundo e por suas críticas a produções de entretenimento infanto-juvenil, como filmes, videogames e programas de TV, atualmente, mora em Los Angeles e é presidente do Instituto Teológico Josué Yrion, na Índia; e ainda apresentador do programa de TV “Alcanzando las Naciones com J.Y.”, transmitido para países de língua espanhola ao redor do mundo e também para os Estados Unidos, além de distribuir bíblias em cadeias e treinar missionários para países onde o evangelho é proibido.

Fluente em inglês, espanhol e português, Yrion viajou por 72 países, fazendo cruzadas evangelísticas, chegando a pregar na antiga União Soviética e também na Índia.
No Brasil, ficou conhecido por suas palestras em que condenava os desenhos da Disney, acusando-os de transmitirem mensagens subliminares, especialmente “O Rei Leão”, “Pocahontas”e “Aladdin”, além de afirmar que os jogos de videogame da marca Nintendo causavam um tumor cerebral que poderia levar à morte.

Suas pesquisas foram motivadas após ele ter comprado uma coleção de filmes da Disney para seus três filhos. Segundo o reverendo, após eles terem assistido os filmes, uma de suas filhas, Kathryn, disse a ele que não amava mais a Jesus, e só queria saber do filme “A Bela e a Fera”.

Em suas palestras, Yrion afirmava que o personagem Simba, do filme de animação infantil “O Rei Leão”, em determinada cena, levantava poeira da savana que formava a palavra “Sex” (Sexo, em inglês) no ar, e que isso seria um incentivo à pornografia infantil.
As acusações de Yrion quanto ao filme “Pocahontas” se davam em relação ao nome, que teria origem indígena, e significaria “evocar o espírito do abismo”. Para o reverendo, pronunciar essas palavras atrairia o diabo para perto da família.

No filme “Aladdin”, segundo Yrion, um dos personagens do filme fala rapidamente a frase “Good Teenagers, take off your clothes” (Bons adolescentes, tirem suas roupas), o que seria mais um incentivo da produtora à pornografia, segundo ele.

Josué Yrion afirma em suas palestras que videogames são danosos à saúde, e que uma pessoa que se expõe ao uso desse brinquedo poderá sofrer de epilepsia incurável, influenciada por demônios, e que

20 de fevereiro de 2012

O IRÃO TORNA-SE UMA REAL AMEAÇA COM O PROGRAMA NUCLEAR

Presidência do Irão, EPA
"E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim." (Marcos 13 : 7)
Uma equipa de inspetores da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) chegou esta segunda-feira a Teerão para uma visita de 48 horas dedicada ao programa nuclear iraniano. Clarificar eventuais “dimensões militares” dos planos do Irão é a “mais alta prioridade” da delegação chefiada por Herman Nackaerts. A combinar uma retórica de confrontação com declarações de abertura para negociações, o regime recebe a missão internacional depois de ter interrompido a venda de petróleo a corporações francesas e britânicas.

São cinco os elementos que compõem a equipa de inspetores da AIEA enviada a Teerão. À frente da missão – a segunda desde o final de janeiro -, está o vice-diretor-geral e chefe do Departamento de Salvaguardas da Agência, Herman Nackaerts. À partida para a capital iraniana, o responsável sublinhava que “a mais alta prioridade” da sua equipa seria aclarar “possíveis dimensões militares” do programa nuclear em curso no país dos ayatollahs. Ao mesmo tempo, reconhecia que quaisquer progressos poderiam “levar tempo” a alcançar.

As baixas expectativas são transversais à generalidade das chancelarias ocidentais. Após a missão precedente, que decorreu de 29 a 31 de janeiro, Nackaerts admitira haver “ainda muito trabalho a fazer”, embora a visita tivesse sido “boa”, nas suas palavras. Agora a cautela persiste. Entre os responsáveis da AIEA ouvidos pelas agências internacionais impera a convicção de que os líderes iranianos vão, uma vez mais, negar aos inspetores a “necessária cooperação substantiva”.

Por outro lado, o regime continua a fazer um exercício de equilíbrio entre as demonstrações de força militar, as garantias de que o programa nuclear visa apenas fins energéticos - que as potências ocidentais encaram como vazias de significado - e declarações de abertura ao diálogo. A última destas declarações partiu no domingo do ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Ali Akbar Salehi.
Depois de ter enviado, na semana passada, uma carta à alta representante da União Europeia para a Política Externa, Catherine Ashton, em que eram prometidas “novas iniciativas” diplomáticas, Salehi veio afirmar que Teerão estaria “à procura de uma saída para a atual questão nuclear” de forma a que “ambos os lados ganhem”.

Foi também na semana passada que o Presidente iraniano tutelou uma sessão cuidadosamente encenada para dar conta ao mundo de “novos desenvolvimentos” no programa nuclear do país - Mahmud Ahmadinejad foi filmado pela televisão estatal a inspecionar varas de combustível nuclear de produção iraniana, enquanto o regime proclamava o desenvolvimento de centrifugadoras mais eficientes para o enriquecimento de urânio.

A atual escalada da tensão entre o Irão e as potências ocidentais principiou em novembro de 2011, quando a AIEA revelou ter recolhido dados que consubstanciavam a realização, em solo iraniano, de ensaios “relevantes para o desenvolvimento de um mecanismo explosivo nuclear”. Com base nesta alegação, Estados Unidos e União Europeia agravaram as sanções impostas a Teerão, incluindo um boicote ao petróleo iraniano a vigorar a partir de 1 de julho deste ano. Em janeiro, o regime retaliava com a ameaça de bloqueio do Estreito de Ormuz.

Em nova manobra de retaliação, Teerão anunciou ontem a suspensão, com efeitos imediatos, da venda de petróleo iraniano a companhias francesas e britânicas. O gesto de antecipação é significativo no plano simbólico, mas não acarreta prejuízos de monta para as economias visadas, que não dependem do crude do quinto maior exportador mundial.
A própria Comissão Europeia sustenta que o travão às exportações iranianas não levará a um cenário de escassez, até porque que há reservas suficientes para 120 dias.
Israelitas e norte-americanos em concertação
Outro dos focos de tensão reside na especulação sobre o que Israel poderá vir a fazer para conter as ambições iranianas – um dos cenários que tem sido aventado, quase sempre a coberto do anonimato, passaria por uma operação militar do Estado hebraico contra instalações nucleares do Irão, à semelhança do que aconteceu em 1981 no Iraque.

Carlos Santos Neves,

19 de fevereiro de 2012

Vaticano: Bento XVI saúda peregrinos portugueses

Cidade do Vaticano, 16 fev 2012 (Ecclesia) – O Papa pediu hoje aos bispos europeus e africanos reunidos no Vaticano para apostarem na família e na cultura como meio de contrariar o avanço do hedonismo e da indiferença religiosa.

Na audiência aos participantes no simpósio ‘A evangelização hoje: comunhão e cooperação pastoral entre África e Europa’, que termina na sexta-feira, Bento XVI sublinhou que a família é “a garantia mais sólida para a renovação da sociedade”, refere o Serviço de Informação do Vaticano.

“Na família que guarda costumes, tradições e rituais imbuídos de fé encontra-se o melhor terreno para o florescimento das vocações”, observou o Papa, que também se centrou no papel da “dimensão cultural” na “formação das novas gerações”.
Bento XVI salientou que “a cultura alimentada pela fé conduz à verdadeira humanização, enquanto que as falsas culturas desembocam na desumanização”, como se tem verificado com “tristes exemplos” na Europa e em África.
A intervenção descreveu algumas das dificuldades com que a Igreja se confronta, como o “hedonismo”, que contribui para que “a crise de valores penetre na vida quotidiana”, e a “difusão da pornografia e prostituição”, que o Papa diz serem sintomas de “grave mal-estar social”.
O discurso também denunciou a atitude “que leva muitas pessoas a viver como se Deus não existisse ou a conformar-se com uma religião vaga, incapaz de enfrentar a questão da verdade e o dever da coerência”.
Bento XVI endereçou uma palavra de encorajamento ao clero presente na iniciativa, que inclui o arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, o padre Manuel Barbosa, vice-presidente da União das Conferências Europeias dos Superiores/as Maiores, e o padre Duarte da Cunha, secretário do Conselho das Conferências Episcopais da Europa.
Os desafios não devem “desanimar” os bispos, tornando-se antes ocasião de “redobrar o compromisso e a esperança” fundadas na certeza de que Cristo está sempre presente, afirmou o Papa, que saudou a “alegria” com que as comunidades católicas de África vivem e comunicam a fé.
Os “problemas” da Igreja nos dois continentes “não escasseiam e por vezes são importantes” mas também provam que a comunidade católica “está viva, cresce e não tem medo de levar adiante a sua missão de evangelização”, frisou Bento XVI, que pediu “oração” e “compromisso” por parte dos fiéis.
A intervenção do Papa destacou a “responsabilidade especial” dos bispos, cuja “autoridade moral” e “credibilidade” só podem ter origem “na santidade das suas vidas”.

RJM

17 de fevereiro de 2012

HOMEM MATA À CATANADA MULHER, FILHA E NETA E SUÍCIDA-SE NA PRISÃO

O triplo homicídio de Beja desfez uma família, chocou uma comunidade e deixou o país sem palavras. O suspeito morreu, esta madrugada, enforcado com lençóis numa cela do estabelecimento prisional de Lisboa.
Mas, durante a última semana, já depois do crime, levou uma vida praticamente normal. Durante uma deslocação a Lisboa terá feito referências vagas ao crime e afirmado que iria ser notícia nas televisões.
Ninguém poderia imaginar o horror que se escondia na casa. Depois de três horas cercado pela PSP, Francisco Esperança entrega-se às autoridades e rapidamente se percebe que algo muito grave se passava lá dentro.
Benvinda, 52 anos, Cátia 28 anos e Maria de apenas 4 anos estavam mortas. Assassinadas degoladas com uma catana. Um crime que chocou o país e principalmente a pacata cidade de Beja.
De discussões ou desacatos públicos não se ouve falar. Quando se pergunta pelos Esperança a descrição é quase sempre a mesma. Uma família como outra qualquer. Mariana Carapinha amiga de infância de Francisco ainda tem dificuldade em acreditar no que aconteceu. «O Chico era uma pessoa espetacular».
Depois de análises feitas por psiquiatras e psicólogos chega-se à conclusão que este homem terá sofrido de “alucinação”, qualquer coisa como “possessão estranha” e outro tipo de argumentos para tentar justificar o injustificável. É impressionante o testemunho desta colega de infância “O Chico era uma pessoa espectacular”. Então, devemos perguntar o que leva um homem a alterar tão profundamente o seu comportamento? E se disséssemos que este homem sofria de pecado. Bom, toda a gente vai-me chamar-me louco! Não faz mal, sintam-se à vontade. Eu perdoo porque sei que muita gente está cega e não conseguem discernir que o mundo está cheia de possessos, matam, roubam, expoliam, violam, etc.
Como poderão compreender se desconhecem Deus e a Sua Palavra? Como hã-de compreender se todos seguem o caminho do “bezerro perdido”?
Disse-lhes, pois, Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, certamente me amaríeis, pois que eu saí, e vim de Deus; não vim de mim mesmo, mas ele me enviou.
“ Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra.
Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.
Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.” João 8:43-45

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15 de fevereiro de 2012

Ecumenismo: “Unidade na fé, nos sacramentos e no ministério”, segundo o Cardeal Koch

Texto na íntegra, aos verdadeiros crentes na Palavra de Deus faço apelo para lerem e meditarem, o assunto é muito sério.

Publicamos neste momento a primeira parte de uma entrevista concedida ontem pelo Cardeal Kurt Koch, com afirmações e informações importantes sobre o ecumenismo. A primeira delas, que destacamos abaixo, é uma definição perfeitamente tradicional do conceito de ecumenismo, o qual é uma das preocupações principais de Bento XVI e pedra de tropeço entre ele e os ditos tradicionalistas. No trecho que publicaremos em seguida, o Cardeal Koch, presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, falará sobre os entraves e perspectivas deste caminho inusitado.
O Cardeal Kurt Koch fala sobre ecumenismo e a Jornada do Hebraismo

O balanço dos 50 anos de “diálogo ecuménico” (do Vaticano II até hoje) e os novos desafios a afrontar. São perguntas feitas pela Agência SIR ao Cardeal Kurt Koch, presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, por ocasião da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que se celebrará de 18 a 25 de janeiro e na véspera da Jornada pelo aprofundamento e desenvolvimento do diálogo entre católicos e judeus que, em alguns países da Europa, entre eles a Itália, se celebra em 17 de janeiro.
(…) Pode traçar um balanço “ecuménico” das conquistas mais importantes e dos novos desafios surgidos?

“O Beato João XXIII fundou este Conselho Pontifício, no seu tempo Secretariado, em 1960, portanto

14 de fevereiro de 2012

SINAIS DE CRISE...

Bom, falar de crise não é novidade. Ouvimos na Rádio, na TV e lemos nos jornais. Recebi um e-mail de um amigo caríssimo com o título de mensagem: crise. Normalmente já nem abro, desta vez por respeito ao meu amigo abri e posto:

Sinal de crise económica não é cobrarem as rodelas de limão da coca-cola.
 Sinal de crise é uma rodela de limão já valer mais do que uma ação do BCP

Está tudo dito, tirem as vossas concluões. Eu não falo mais de crise e sabem porquê? É simples não sei o que é! Jesus ensinou-me: "Dai-nos o pão de cada dia". Ele sabe tudo e eu tenho aprendido com Ele.
Habitualmente, a minha mulher quando chega de comprar os nabos e as nabiças diz invariavelmente: "Cada dia está tudo mais caro", há anos que respondo: "Aproveita a comprar hoje que amanhã será mais caro."
Agora ter que pagar uma rodela de limão! Vou dizer isto pela última vez, é crise.