13 de dezembro de 2010

NÃO É APENAS GAY-FRIENDLY: SÃO HOTÉIS ULTRA-GAY

Quando South Beach Hotel abriu no mês passado em Miami, a sua decoração em tons brilhantes, trio de piscinas e bar para servir vodca Absolut, parecia-se com qualquer outro fino Hotel na estância superiora de Miami. Mas os 53 quartos, confecção de Arte Deco, que está localizado a uma quadra da principal praia gay do Sul, é só o primeiro na escala do país, com um design gay. Não só gays, mas gay por completo. O hotel trabalha com Out revista para desenvolver um aplicativo de Concierge lista superior LGBT hot spots local, pediu para o seu design ser personalizado Levi jean uniformes brancos e cinza, e está a preparar-se para lançar a sua própria rede social para que os clientes possam identificar-se reciprocamente.
Embora este possa ser o primeiro, já há uma grande experiência na LGBT, as portas foram abertas em Janeiro, expande-se a partir de um espaço gay-friendly pousada de 12quartos que atendia uma clientela masculina. O crescimento tem sido explosivo, um outro, Florida's Royal Palms Resort é o maior da América do Norte "serviço completo" retiro gay, mas não vai ficar por aqui, em 2011, em Manhattan, Nova York vai inaugurar um Hotel para acolher gays de todo o mundo, terá (8.400 metros quadrados) "resort urbano" perto de Times Square.
Fui simpático, não disse que este é mais um Rumor do Fim, não falei em Sodoma e Gomorra, nada…até porque não se pode ofender as pessoas! Isto não é pecado..., trata-se de uma tendência congénita..., ou de um assunto de liberdade..., etc, etc, etc, até há igrejas com padres e pastores gays...!!!

“Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.” Romanos 1:26-27

12 de dezembro de 2010

COMO SER CATÓLICO ROMANO E ANGLICANO?

Para muita gente, a maneira de ser da igreja anglicana é motivo de confusão. Por exemplo, como ser católico e protestante ao mesmo tempo? Como incluir conservadores e liberais sob o mesmo título denominacional? Como ser uma igreja hierárquica (dirigida por bispos) e democrática (governada pelo clero e povo) ao mesmo tempo? Como entender o conceito da diversidade na unidade? Na prática, isso significa que a Igreja Episcopal não diz taxativamente aos seus membros: “Você tem de fazer isso ou aquilo. Ao contrário, adota uma atitude de conselho e recomendação: “para o seu bem e crescimento na vida em comunidade, convém que siga o que ensina a sabedoria da igreja, guiada pelo Espírito Santo e pelas Sagradas Escrituras. Por isso, para ajudar as pessoas que a procuram, a Igreja Episcopal Anglicana oferece conselhos e ajuda pastoral, formação educacional, espírito de solidariedade, adoração individual e pública e os sacramentos da graça de Deus. Jesus disse que da mesma forma em que havia sido enviado pelo Pai, assim Ele também nos enviaria (João 20:21). Baseada nesse princípio, a Igreja Anglicana focaliza a sua missão universal em cinco pontos:
• Proclamar as boas novas do Evangelho;
• Baptizar, ensinar e nutrir pastoralmente os fiéis;
• Servir com amor aos necessitados;
• Lutar pela transformação das estruturas injustas;
Henry VIII
• Zelar pela integridade da vida em todas as suas manifestações.
A Igreja separou-se da Igreja Católica romana com Henrique VIII , ele fundou uma nova igreja, separada da tutela e controlo romanos por razões políticas, económicas, religiosas e até pessoais. Durante séculos a Igreja da Inglaterra esteve sob o domínio direto de Roma. Henrique VIII rompeu essa antiga filiação eclesiástica com o apoio do Parlamento. Separada e independente, a Igreja da Inglaterra assumiu os princípios professados por João Calvino e resumidos acima. Em 1559, começou o reinado de Isabel I, e com ela veio o controvertido Ato de Uniformidade, que devolveu à rainha o mesmo poder sobre a igreja que tinha Henrique VIII. A era elizabetana foi um período de apogeu. Foi nessa época que começou a colonização da América, onde a igreja anglicana se desenvolveu rapidamente e se organizou principalmente depois da independência americana em 1776.
Agora a Igreja Anglicana já deixou de ter interesse no que diz a Bíblia, os seus padres dedicam-se cada vez menos à evangelização e mais ao estudo, tornaram-se materialistas e o seu sentido de “reforma” perdeu-se. Pensaram; “o que estamos aqui a fazer separados da nossa mãe católica?” A mãe “carinhosamente” está a receber esta filha, bem como a luterana e a do Oriente. Assim, a Igreja Católica irá estabelecer uma nova estrutura canónica, denominada Ordinariatos Pessoais, para os religiosos anglicanos e outros que desejarem entrar "em plena e visível comunhão" com a Igreja. O anúncio da nova estrutura foi feito pela imprensa na Sala de Imprensa da Santa Sé pelo cardeal William Joseph Levada, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, que sucedeu ao então cardeal Joseph Ratzinger no cargo.

"Com a preparação de uma Constituição Apostólica, a Igreja Católica está respondendo aos muitos pedidos que foram submetidos à Santa Sé por grupos de clérigos e fiéis anglicanos e outros, em diferentes partes do mundo, que desejavam entrar em plena comunhão com a doutrina católica", explicou o cardeal Levada. O documento será publicado em breve.

Isso significa que a Igreja Católica abre as suas portas para que antigos afastados "entrem em plena comunhão com a Igreja Católica enquanto preservam elementos do distinto património espiritual e litúrgico das suas antigas confissões", conforme a nota da Congregação. Isso significaria completamente uma nova forma canónica, similar aos Ordinariatos Militares.

A Igreja Católica abre as suas portas para bispos, padres não-casados e casados e para pessoas leigas, destas igrejas. Somente sacerdotes casados, e não bispos - devido à longa tradição Ocidental e Oriental Cristã - é que serão aceitos. Os bispos casados anglicanos serão recebidos na Igreja Católica, mas em qualidade de presbíteros. A Congregação para a Doutrina da Fé recebeu cerca de 20 a 30 pedidos de bispos anglicanos da Grã-Bretanha, e em torno de 50, de todo o mundo. Pedidos de padres e leigos são contados às centenas.

Os aspectos canónicos e litúrgicos estão em processo. Será estabelecido um novo rito correspondente à prática e à tradição católicas. Porque "a unidade da Igreja não exige uma uniformidade que ignora a diversidade cultural, como a história do Cristianismo mostra", explicou o cardeal. "Nossa comunhão é, portanto, reforçada por tão legítima diversidade", assegurou o prefeito da Congregação da Doutrina da Fé.

"Os acordos da Comissão Internacional Anglicana-Católica-Romana (ARCIC) e da Comissão Internacional Anglicana-Católica-Romana para a Unidade e Missão (IARCCUM) deixam claro o caminho que seguiremos juntos". O processo de preparação, que consiste em reflexão e orações, começou em 2006 em Leeds, na Grã-Bretanha, e continuou em 2008, em Lambeth. Essa "cooperação estreita", como ressalta o "Comunicado Conjunto do arcebispo de Westminster e do arcebispo de Canterbury", irá continuar.

Desde o século XVI, quando o rei Henrique VIII declarou a Igreja na Inglaterra independente da autoridade papal, a Igreja inglesa criou as suas próprias confissões doutrinais, livros litúrgicos e práticas pastorais, muitas vezes incorporando ideias da Reforma no continente europeu. A expansão do Império Britânico, junto do trabalho missionário anglicano, eventualmente provocou o surgimento de uma Comunhão Anglicana Mundial.

Através de mais de 450 anos da sua história, a reunificação de anglicanos e católicos nunca esteve fora de cogitação. Em meados do século XIX, o movimento inglês Oxford viu o restabelecimento do interesse nos aspectos católicos do anglicanismo. No começo do século XX, o cardeal Mercier, da Bélgica, entrou em conhecidas conversas com os anglicanos para explorar a possibilidade de união com a Igreja Católica sob a bandeira de um anglicanismo "reunido, mas não absorvido".

No Concílio Vaticano II, a esperança de uma união foi ainda mais alimentada quando o Decreto sobre o Ecumenismo (n.13), referindo-se a comunhões separadas da Igreja Católica na época da Reforma, estabelecia que "entre aqueles nos quais as tradições e instituições católicas em parte continuam a existir, a Comunhão anglicana e todas as outras filhas separadas ocupam um espaço especial".

PAPA ANULA EXCOMUNHÃO DE BISPOS ORDENADOS POR D. LEFEBRE

Toda a história que se segue faz lembrar o período medieval em que o papa excomungava os hereges, reconheçamo-lo, há diferenças; o papa no presente anula "na caridade da igreja Universal", ou seja, uma outra forma de unir os "irmãos separados".
"Por meio da carta do dia 15 de dezembro de 2008, dirigida à Sua Eminência, Cardeal Dario Castrillón Hoyos, o presidente da Comissão Pontifical Ecclesia Dei, Dom Bernard Fellay em nome próprio e em nome dos outros três bispos sagrados no dia 30 de junho de 1988, solicitava novamente o levantamento da excomunhão latae sententiae formalmente declarada pelo Decreto do Prefeito desta mesma Congregação para os Bispos na data de 1 de julho de 1988. Na carta anteriormente mencionada, Dom Fellay afirmava, entre outras coisas: ´Nós estamos também aferrados à vontade de permanecer católicos e de pôr todas as nossas forças a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é a Igreja Católica Apostólica Romana. Nós aceitamos seus ensinamentos filialmente. Nós cremos firmemente no Primado de Pedro e nas suas prerrogativas e é por isso que a situação atual nos faz sofrer tanto.`
Sua Santidade Bento XVI – paternalmente sensível ao mal estar espiritual manifestado pelos interessados por causa da sanção de excomunhão e confiando no compromisso expressado por eles na carta citada de não poupar nenhum esforço para aprofundar nas necessárias conversações com as Autoridades da Santa Sé sobre as questões ainda abertas, e de poder deste modo chegar rapidamente à uma plena e satisfatória solução do problema posto na origem – decidiu reconsiderar a situação canônica dos Bispos Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Richard Williamson e Alfonso de Galarreta relativa à sua sagração episcopal.
Este ato expressa o desejo de consolidar as relações recíprocas de confiança, de intensificar e de tornar estáveis as relações da Fraternidade São Pio X com a Sé Apostólica. Este dom de paz, no fim das celebrações do Natal, quer ser também um sinal para promover a unidade na caridade da Igreja Universal e, deste modo, retirar o escândalo da divisão.
Desejando que este passo seja seguido sem demora da pela comunhão com a Igreja de toda a Fraternidade São Pio X, em testemunho de uma verdadeira fidelidade e de um verdadeiro reconhecimento do Magistério e da autoridade do Papa pela prova de uma unidade visível.
Conforme as faculdades que me foram expressamente concedidas pelo Santo Padre o Papa Bento XVI, em virtude do presente Decreto, eu levanto aos Bispos Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Richard Williamson e Alfonso de Galarreta a censura de excomunhão latae sententiae declarada por esta Congregação no dia 1 de julho de 1988, do mesmo modo que declaro sem efeitos jurídicos, a partir de hoje, o Decreto publicado naquela época.´ (...) Cardeal William Joseph Levada (desde maio de 2005)