6 de março de 2012

PARÓQUIAS ANGLICANAS NOS EUA UNEM-SE IGREJA CATÓLICA


Cerca de 100 paróquias anglicanas tradicionalistas dos Estados Unidos decidiram se unir à Igreja Católica em grupo.
Num encontro em Orlando, a House of Bishops of the Anglican Church in America votou pela entrada na Igreja Católica sob as linhas estabelecidas na constituição apostólica do Papa Bento XVI "Anglicanorum Coetibus" ("Grupos de Anglicanos"), segundo uma declaração do dia 03 de março.
A Igreja Anglicana dos EUA faz parte da Comunhão Anglicana Tradicional, um grupo de Igrejas que se separou da Comunhão Anglicana internacional em 1991. A Comunhão Anglicana Tradicional afirma ter 400 mil membros em todo o mundo.
A solicitação significa que 100 paróquias anglicanas dos EUA irão pedir uma recepção do grupo à Igreja Católica como um "ordinariato pessoal", uma estrutura semelhante às dioceses para ex-anglicanos que se tornam católicos.
As igrejas sob o ordinariato pessoal podem manter suas características anglicanas e grande parte de sua liturgia e práticas – incluindo o casamento de padres – enquanto permanecerem em comunhão com a Igreja Católica.
O arcebispo John Hepworth, da Austrália, primaz da Comunhão Anglicana Tradicional, e o padre Christopher Phillips, da paróquia Our Lady of the Atonement, uma igreja católica de uso anglicano em San Antonio, participaram do encontro, de acordo com a declaração.
A Igreja Anglicana nos EUA é o terceiro grupo de Igrejas anglicanas que respondem positivamente ao convite do Vaticano.
A primeira foi o ramo inglês da Comunhão Anglicana Tradicional, que compreende cerca de 20 pequenas paróquias e que, em outubro, começou o processo de integrar a Igreja Católica a partir da constituição apostólica.
A segunda foi o ramo australiano do Forward in Faith, um grupo tradicionalista que está em comunhão com as Igrejas anglicanas comuns. Em fevereiro, o Forward in Faith organizou o seu conselho de governo para dar os passos necessários para que 16 paróquias se unissem à Igreja Católica.
O ramo inglês do Forward in Faith também está pensando em fazer um pedido para criar um ordinariato. A decisão final só deve sair depois de julho.
O bispo anglicano John Broadhurst estima que cerca de 200 paróquias anglicanas irão procurar se unir à Igreja Católica se o Forward in Faith decidir pedir um ordinariato.
Os bispos católicos da Inglaterra e do País de Gales estabeleceram uma comissão para preparar a recepção grupal das paróquias anglicanas. Liderada por quatro bispos que trabalham com a Congregação para a Doutrina da Fé, a comissão está examinando questões como a propriedade das igrejas, as vantagens e desvantagens da partilha de igrejas e os antigos contratos de arrendamento de algumas paróquias anglicanas.
fonte, mais informação

4 de março de 2012

INQUESTIONAVELMENTE, RUMORES DO FIM


Larry Flynt, conhecido como o rei da pornografia americana, informou, através do Washington Post, que oferecerá um milhão de dólares (cerca de 750 mil euros) em troca de «qualquer informação sobre escândalos sexuais ou corrupção» que envolva políticos ou outras figuras públicas.
«Informações sobre infidelidade, má conduta sexual ou corrupção» enfim qualquer assunto que a pessoa em causa tivesse interesse em manter longe da esfera pública é bem-vindo e motivo de recompensa, «depois de verificada a veracidade das acusações».

Não é a primeira vez que Flynt faz anúncios do género, ele que é o fundador da revista Hustler, e o particular foco em personalidades políticas justifica-se com o ciclo eleitoral americano: decorrem nesta altura as primárias para decidir quem concorre à Casa Branca.
20:39 - 04-03-2012

Nota: inquestionavelmente, rumores do fim.

FBI: Cibercrime pode tornar-se tão perigoso como grupos terroristas - Escala Mundial

O diretor do FBI considera que a ameaça vinda dos cibercriminosos é comparável à de grupos terroristas como a Al Qaeda
"O terrorismo permanece a nossa principal preocupação, mas num futuro não muito distante antecipamos que a ciberameaça representará o maior perigo para o nosso país", afirmou Robert Mueller em São Francisco.
"Atualmente, os terroristas não usaram a Internet para lançar um ataque a larga escala, mas não podemos subestimar as suas intenções", avisou o diretor do FBI.
Depois do ataque do 11 de setembro, o FBI investiu na formação de forças de combate ao terrorismo, a par com outras agências governamentais, ramos militares e organizações de autoridade local.
O FBI possui mil agentes e analistas dedicados ao crime pela Internet, de acordo com Mueller.
Nota: Há anos (1993) um bancário suiço foi preso. Qual o crime? Com o seu computador retirava por dia um franco suiço da conta dos clientes e transferia para a sua conta pessoal. O homem tornou-se famoso! Hoje em dia, isso é uma história para rir, o que se teme é que um qualquer indivíduo "transfira" o armamento postado nos Estados Unidos e em todas as bases que este país tem espalhadas pelo mundo, contra todos os países. Já imaginaram! Bom, a Bíblia não prevê nada disto e Deus não o vai permitir, no entanto, o dia em que Jesus virá "disparar" contra os pés da estátua está muito perto, mesmo muito perto. Se ainda não fizeste o teu estudo das profecias é tempo. Quem te avisa teu amigo é. Abraço.

3 de março de 2012

Artigo polémico afirma que recém-nascidos não são pessoas e podem ser mortos

Dois investigadores, um italiano e uma australiana, defendem nas páginas do Journal of Medical Ethics (JME)- uma conceituada publicação da área da medicina - a ideia de aborto pós-parto. De acordo com Alberto Giubilini e Francesca Minerva, do ponto de vista moral, matar um recém-nascido, em nada difere de praticar um aborto.
Os investigadores das universidades de Filosofia de Milão e de Melbourne argumentam no artigo 'After-birth abortion: Why should the baby live?' ('Aborto pós-parto: Porque deve o bebé viver?') que um feto e um recém-nascido são dois seres «moralmente equivalentes», na medida em que ambos estão num estádio em que apenas têm o potencial para se tornarem pessoas. Como nenhum dos dois possui consciência, as mesmas razões que justificam o aborto sustentam o infanticídio.
No resumo da sua exposição explicam que «o aborto pós-parto deveria ser possível em todos os casos em que o aborto o é, e explicitam: «Inclusive quando não há malformações no feto».

Os especialistas em ética médica sustentam, no entanto, que o aborto pós-parto não é uma alternativa ao aborto («realizá-lo nas primeiras semanas da gravidez é a melhor opção», escrevem), no entanto, acrescentam que «se, depois do nascimento, se detectasse alguma doença que não tivesse sido identificada durante a gestação, ou as circunstâncias económicas, sociais ou psicológicas necessárias à educação de uma criança não estivessem reunidas» as pessoas deveriam ter a opção de não ficarem obrigadas criar a criança.

Ameaças de morte
O texto académico foi analisado por órgãos de comunicação social em todo o mundo - desde os britânicos The Telegraph e Daily Mail, passando pelo espanhol El Mundo -, a sua divulgação provocou já a indignação na Internet e os dois académicos estão a ser alvo de ameaças de morte.

Minerva, investigadora em Oxford e Melbourne, explicou ao Daily Mail que a tese foi retirada do seu «contexto teórico e académico» e explica que apesar de, no texto, defender que os recém-nascidos são não-pessoas - por não possuírem consciência da sua própria existência - não teve intenção de defender que se implemente o 'aborto pós-parto'.

O editor do JME, o professor Julian Savulescu (director do Cento Uehiro de Oxford para a Ética Prática) viu-se obrigado a, em 28 de Fevereiro, publicar no blog do JME um post em defesa dos autores e da própria publicação. Queixa-se de que as ameaças de que os autores, e ele próprio, foram alvo, essas sim são perigosas e constituem um acto de censura que «se opõe aos valores de uma sociedade liberal».

SOL http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=42952

Nota: Pela delicadeza deste assunto - assumo sou anti-aborto - deixo uma pergunta que me parece pertinente. Qual a diferença entre matar um feto ou um pós parto?

2 de março de 2012

Orar nas ruas de Paris é proibido


Orar nas ruas de Paris é contra a lei, o ministro do Interior avisou que a polícia vai usar a força se os muçulmanos, e os de qualquer outra fé, desobedecerem a esta nova lei para manter os espaços públicos da capital francesa secular.

Claude Gueant prometeu a nova legislação seria seguido ao pé da letra Foto: AFP / Getty

Claude Gueant disse que a proibição poderia mais tarde ser alargado ao resto da França, em especial às cidades mediterrâneas de Nice e Marselha, onde "o problema persistir".

Ele prometeu que a nova legislação seria seguida ao pé da letra, pois "fere as sensibilidades de muitos dos nossos concidadãos".
"A minha vigilância será firme para que a lei seja aplicada. Rezar na rua não é digno para a prática religiosa e viola os princípios da laicidade, o ministro disse ao jornal Le Figaro.

Nota: Seria exagerado afirmar que este é um rumor do fim, parece-me lógico que as ruas não são na nossa cultura os lugares mais apropriados para uma multidão orar ou ter actos religiosos. Em comparação com o islamismo em que nem sequer é permitido que um cristão testemunhe da sua fé a um muçulmano e, se o fizer corre risco de vida, esta lei não passa de uma regra de defesa e de indicação que há lugares em que em comunidade se expressa a fé e lugares onde deve haver o respeito pelo outro.
Pode-se no entanto inferir que desta lei possa resultar um caminho para a interdição da expressão da fé tanto em público com em privado. Oramos para que assim não seja. No entanto, França é em termos proféticos simbolo da incredulidade e do desprezo da fé no Deus Vivo em detrimento da "deusa razão".

1 de março de 2012

A igreja está dividida? Os problemas de um povo que se transformou em milhares


Desde a Reforma Protestante, em 1517, o cristianismo passou a ser dividido entre católicos e protestantes, enquanto o primeiro grupo continua sendo liderado pelo Vaticano o segundo está a cada dia mais subdividido provocando guerras teológicas entre os evangélicos.

O fato gera muita discussão: por que há tanta divisão nas igrejas evangélicas? Os problemas seriam doutrinários, teológicos ou simplesmente por discussões entre líderes e liderados?

Cada caso é um caso, e não é possível numerar todas as divisões que os protestantes enfrentaram desde época de Martinho Lutero. Mas nos dias de hoje isso é tão comum que os membros não sabem o que fazer e no meio dessas “guerras” acabam se ferindo e deixando de frequentar alguma denominação.

Ou pior, são levados a desacreditar em certo ministério por orientação de líderes que se sentem intimados com a criação de novas igrejas. Recentemente o bispo Edir Macedo chegou a divulgar diversos vídeos onde pessoas supostamente endemoniadas faziam críticas severas ao apóstolo Valdemiro Santiago, que saiu da Igreja Universal e fundou a Igreja Mundial do Poder de Deus, e também aos seus pastores.

Para o pastor Paulo Siqueira essas divisões são desastrosas. “O avanço dessas divisões foi rápido e também desastroso, pois no meio neopentecostal nasceu à teologia da prosperidade, influenciada diretamente pelo consumismo e materialismo americano, teologia que cresce de forma desordenada, sem fundamentação consistente”, diz.

Mas para o pastor da Igreja Quadrangular a teologia da prosperidade é apenas um dos vários problemas gerados pela divisão das igrejas protestantes. Pois os valores da Reforma foram esquecidos e o imediatismo passou a nortear a fé das pessoas. “A espiritualidade dá lugar a uma materialidade só compreendida como consumo, pois Deus tem que ser materializado através das conquistas materiais”, revela.

Discursos distintos em uma mesma religião

Muitas dessas denominações acabam se afastando da Palavra de Deus e disseminam discursos totalmente contraditórios ao texto bíblico. Fato explicado pela hermenêutica, ou interpretação dos textos sagrados, conforme ensina o teólogo Dorival Guimarães.

“Há duas formas básicas de ler a bíblia: Da forma histórico-gramatical e da forma simbólica”, diz o professor do Seminário Teológico Batista Nacional explicando que na primeira “ler o texto bíblico como ele significou para o autor do mesmo, em sua época e contexto onde a autoridade da mensagem bíblica passa a ser do autor, o porta-voz de Deus”.

Já na forma simbólica o pregador decodifica “a mensagem escondida por Deus nos textos, onde a autoridade da mensagem bíblica passa a ser do intérprete”. E é aí que mora o perigo. “De uma forma geral essas igrejas são propagadoras de uma mensagem especial e de particular interpretação dada ao seu criador, onde a palavra do pastor tem mais autoridade que os escrito bíblico”, diz.

Em um dos vídeos divulgados pela IURD uma das pessoas entrevistadas, possuída por espíritos malignos, diz que os responsáveis pelas curas na igreja de Valdemiro Santiago são os demónios e o líder ainda dá ênfase a essa questão dizendo para as pessoas não acreditarem em igrejas que só pregam cura. Mas afinal, o Deus da Igreja Universal não é o mesmo Deus que é pregado na Igreja Mundial?

“Cada um criou sua Bíblia defendendo suas verdades. Para isso, anulam a história e a tradição da igreja, para que seus nomes se projetem acima de tudo”, opina o pastor Siqueira que lidera o movimento “Voltemos ao evangelho puro e simples”.

Em um dos vídeos publicados no blog do bispo Edir Macedo as críticas foram severas a Valdemiro, mas procurada sua assessoria não respondeu os insultos dos vídeos anteriores e em seu Twitter o fundador da Mundial apenas retuitou a mensagem que diz “Por favor não percam tempo ouvindo o que demónios dizem, ouça o que Deus tem a dizer, eu faço isso e sei que Deus está na @impd_oficial”.

Nota: A Igreja não está dividida, estas corporações religiosas estão desorganizadas, e não tem por lema a pregação do "Evangelho Eterno" de Mateus 24:14. Elas não fazem parte do "corpo de Cristo", Cristo não é o centro. A Igreja está unida por Cristo, Ele é a cabeça. Se quer ler onde está a Igreja, leia Isaías 8:20; Apocalipse 14:12 e deixe o Espírito Santo soprar sobre o seu coração como soprou sobre Nicodemos, Ele não engana. Em Jesus.

COREIA DO NORTE SUSPENDE NUCLEAR POR COMIDA. ATITUDE HERÓICA.

O novo líder da Coreia do Norte Kim Jong-Un
A Coreia do Norte aceitou suspender o seu programa nuclear e os Estados Unidos comprometem-se a fornecer ajuda alimentar. A informação foi hoje divulgada pela agência de notícias oficial da Coreia do Norte e pelo departamento de Estado norte-americano.
A decisão resulta das conversações que representantes dos dois países mantiveram na semana passada em Pequim.
A Coreia do Norte aceitou "uma moratória sobre os ensaios nucleares, os lançamentos de mísseis de longo alcance e as atividades de enriquecimento de urânio em Yongbyon e autorizar a Agência Internacional de Energia Atómica a fiscalizar a moratória sobre o enriquecimento de urânio", declarou um porta-voz da diplomacia à agência oficial norte-coreana KCNA.
Por seu lado, os Estados Unidos comprometem-se a fornecer 240 mil toneladas de alimentos e a avaliar uma ajuda suplementar. Segundo o regime norte-coreano, os norte-americanos aceitaram também avaliar o levantamento das sanções e o fornecimento de centrais elétricas à Coreia do Norte.
A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, saudou o anúncio, reagindo, contudo, de forma cautelosa. "Os Estados Unidos, digo desde já, continuam a ter profundas preocupações - referiu -, mas, por ocasião da morte de Kim Jong Il, afirmei existir uma esperança que uma nova liderança optasse por conduzir a nação na via da paz e de respeito pelas suas obrigações"
"O anúncio de hoje representa um modesto primeiro passo na direção certa", frisou.
Falando na Câmara dos Representantes, Hillary Clinton disse ainda que os Estados Unidos vão julgar o novo líder Kim Jong-Un pelas suas ações.
Combustível para seis a oito armas nucleares
Esta não é a primeira vez que a Coreia do Norte aceita parar o seu programa nuclear, mas anteriormente acabou depois por retroceder nessa decisão, reivindicando mais concessões e acusando os Estados Unidos de não cumprirem as suas obrigações.
O anúncio de permitir o regresso de inspetores internacionais surge no entanto como uma significativa concessão, após o fracasso de anos de negociações ter levado à sua expulsão e que o país tenha desenvolvido testes de engenhos nucleares entre 2006 e 2009.
O "New York Times" indica que os serviços de informação norte-americanos acreditam que a Coreia do Norte já dispõe de combustível suficiente para entre seis a oito armas nucleares.
A BBC refere que o compromisso agora estabelecido - dois meses após Kim Jong-Un ter sucedido o falecido pai na liderança do país - poderá abrir caminho para o reinício das negociações de desarmamento envolvendo seis países: as duas Coreias, Estados Unidos, China, Rússia e Japão.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/coreia-do-norte-suspende-nuclear-em-troca-de-comida=f708207#ixzz1nrzfM0IA
Kyodo/Reuters