29 de dezembro de 2011

Portugueses guardam fortuna em escudos correspondente a 163 milhões de euros

O euro chegou há mais de dez anos, mas está longe de despojar o escudo das mãos de muitos portugueses. Segundo dados do Banco de Portugal (BdP), há uma fortuna perdida sob a forma de escudo, estimada em cerca de 163 milhões de euros. Cerca de 99 por cento são moedas e estão à venda na Internet.
Banco de Portugal revela que os portugueses guardam 163 milhões de euros em moeda antiga, o que corresponde a quase 33 mil milhões de escudos.
A esmagadora maioria – 99 por cento do total – trata-se de moedas, cuja troca por euros, no BdP, deixou de ser possível desde 2002. Até esse ano, foram recolhidos cerca de 701 milhões de escudos em moeda.
Estas raridades (ou talvez não) encontram-se com facilidade e estão à venda na Internet, em sites de leilões, por exemplo. Um lote de 50 moedas de um escudo pode custar cerca de 15 euros, numa conversão que tem em conta a antiguidade.
Em notas, cuja troca está em vigor até 2022, existem nas mãos dos portugueses 183 mil euros. Estes dados surgem numa altura em que se fala diariamente de um cenário de abandono de Portugal da moeda única.
Todas as notas que foram recolhidas pelo Banco de Portugal acabaram destruídas, enquanto as moedas de escudo foram entregues à Casa da Moeda. Antes, porém, o dinheiro é sujeito a uma análise que garante a sua autenticidade.
Impressionante como o ser humano guarda o “vil metal”, aferra-se como se fosse o meio da identidade. Esquece-se do Seu Originador, assim, esquece-se da sua verdadeira identidade. É um ser que sabe que é daqui e que daqui não sairá. Sabe qual é a sua identidade? Donde veio, porque está aqui e para onde vai? Se assim é, louvado seja Deus!
AUTOR: MIGUEL MOREIRA
QUINTA-FEIRA, 29 DEZEMBRO 2011 13:37

23 de dezembro de 2011

Menina levada por tsunami aparece viva

Pais reconheceram a filha graças a um sinal na anca
e uma cicatriz na sobrancelha
Foi dada como morta no tsunami que, em 2004, devastou os países banhados pelo oceano Índico. Mas sete anos depois, a jovem indonésia Wati regressou a casa de autocarro. Tem 14 anos e os seus pais reconheceram-na através de marcas corporais.

foto AFP
23-12-2011
Pais reconheceram a filha graças a um sinal na anca e uma cicatriz na sobrancelha

Wati tinha sete anos quando a força da água a arrancou dos braços da mãe a 26 de Dezembro de 2004, dia em que um terramoto de 9,1 graus na escala de Richter causou um tsunami com o epicentro em ilha indonésia de Sumatra. Morreram 226 mil pessoas. Wati estava entre as vítimas mortais.
Tudo aconteceu na região indonésia de Aceh, a Norte de Sumatra, uma das regiões mais devastadas pela catástrofe e onde o número de mortos chegou a 164 mil pessoas.
A família fez o luto de Wati, então com sete anos. Até que, esta sexta-feira, os média indonésios noticiaram o seu reaparecimento.
Segundo os jornais locais, Wati chegou de autocarro à terra natal, Meulaboh, e foi a um café pedir ajuda. Ninguém a reconheceu. Todos pensavam que era uma mendiga. Mas quando Wati se lembrou do nome do avô Ibrahim, a população levou-a ao encontro da família. Um sinal na anca e uma cicatriz na sobrancelha permitiram aos pais reconhecer e recuperar a filha.
Fonte
Sabe que seremos reconhecidos pelo Pai por três sinais. Sabe quais são? Leia Isaías 8:20; Apoc. 14:12

21 de dezembro de 2011

Dois apresentadores tornam-se canibais em directo na televisão holandesa [vídeo]

A televisão sempre foi palco de acontecimentos impressionantes, mas por vezes igualmente bizarros. O mais recente exemplo chega da Holanda, onde dois apresentadores de um programa culinário decidiram comer um pedaço de carne um do outro, proeza teve tanto de surpreendente como de canibalesco.
VÍDEO: As imagens da confecção ao vivo da carne de ambos os apresentadores.
De seu nome Dennis Storm e Valerio Zeno, os apresentadores submeteram-se a uma operação cirúrgica para retiraram pequenos pedaços de músculo dos seus corpos.
Uma vez retirados, os pedaços de carne foram fritos durante o programa para depois serem comidos pelos apresentadores.
As imagens disponibilizadas do programa mostram ambos os homens a observarem os 'seus pedaços' a serem cozinhados ao vivo, evidenciando um aparente ar hesitante e incrédulo.
De acordo com o The Guardian, os apresentadores defenderam a legalidade do seu acto, ao lembrarem que se voluntariaram para nele participarem.



Fonte
Que comentário lhe merece este triste e infeliz episódio?

18 de dezembro de 2011

Jovem assassina diz ser vampira – e lobisomem

Vampiros existem. Ou pelo menos alguns jovens acreditam que são esses seres que se alimentam de sangue. Stephanie Pistey, uma adolescente da Flórida (EUA), é acusada de seduzir um adolescente de 16 anos, levando-o para uma área remota onde seria assassinado. A história já é trágica, mas tem um contexto ainda mais bizarro: Stephanie e quatro amigos fazem parte de uma seita de vampiros – e ela afirma que também é um lobisomem.
Em entrevista a uma emissora de TV, Stephanie disse: “Desde os 12 anos é como se em cada fibra do meu corpo fosse parte vampiro e parte lobisomem”. Ela afirma que, como parte dos rituais do seu vampiro, pelo menos em certas ocasião bebeu o sangue do seu namorado (e co-réu) William Chase.
Existerá algum motivo para não culpar Stephanie e os seus amigos pela insanidade? Parece improvável, já que nenhum deles apresenta marcas de ferimentos feitos por algum “vampiro”, e nem mataram a vítima com caninos afiados. Alegar que é um vampiro ou lobisomem não retira a culpa de ninguém por um crime.
O fato é que algumas pessoas criam uma obseção vampirina e empolgam-se mais do que o normal com as obras de Bram Stoker, Anne Rice, Stephenie Meyer e Stephen King, para citar alguns nomes. Pessoas são atraídas para a subcultura vampira pelas mesmas razões que pessoas são atraídas por qualquer subcultura: por um sentido de comunidade e de interesses em comum. Algumas pessoas usam capas, outras têm implantes dentários de vampiros presas. Nas seitas mais radicais, bebidas de sangue estão envolvidas.
Na cultura pop em que vivemos, vampiros são muito atraentes, misturando elementos de poder, romance, misticismo, erotismo e imortalidade. Considerando toda essa popularidade, não é surpreendente que muitas pessoas aleguem serem vampiros – e algumas delas também se tornem assassinas. [Life'sLittleMysteries] Há um desejo no homem de entrar em contato com poderes sobrenaturais para adquireem poder ou saber fora do alcance humano, esse foi o desejo do rei Saul: “Então disse Saul aos seus criados: Buscai-me uma mulher que tenha o espírito de feiticeira, para que vá a ela, e consulte por ela. E os seus criados lhe disseram: Eis que em En-Dor há uma mulher que tem o espírito de adivinhar.” 1º Samuel 28:7.
Deus porém dá este aviso e conselho: “Quando, pois, vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos?
À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles.” Isaías 8:19-20

12 de dezembro de 2011

É ESTE TEMPO DE JULGAMENTOS DIVINO OU DE DESASTRES NATURAIS?

Está o dicurso de Jesus apresentado em Mateus 24: 4-14 está a cumprir-se? Ou são simplesmente sinais dos tempos? E por ordem das coisas estes versículos que falam de: “guerras e rumores de guerras” (v. 6); “fomes e terremotos” (v. 7); tribulação, martírio, traição, ódio, falsos profetas e corrupção (vv. 9-12), não têm relevancia nos nossos dias.
As condições descritas devem ser entendidas como julgamentos divinos ou como desastres “naturais”, seguindo o padrão da revelação estabelecido no Velho Testamento. Jesus disse que “...tudo isto é o princípio das dores [literalmente, “dores de parto”] (v. 8). No Velho Testamento a palavra hebraica para “dores de parto” é usada pelos profetas para simbolizar as terríveis calamidades associadas ao Dia do Senhor (Is 21.3; Is 26.17-18; Is 66.7; Jr 4.31; Mq 4.10), particularmente ao “tempo da angústia de Jacob” (Jr 30.6-7), ao qual Jesus faz referência em Mateus 24.21, quando descreve a Grande Tribulação.
Muitos judeus, nos dias do Segundo Templo, esperavam um tempo de sofrimentos imediatamente antes do fim. A seita judaica do Qumran (os essénios) atribuíam a essa angústia “dores, como de parto”.
Igualmente, o judaísmo rabínico cita as “dores de parto (em hebraico, chavalim) [relacionadas à vinda] do Messias” como uma série de convulsões globais que anteciparão a vinda do Messias. No Talmude, a lista dessas condições desastrosas (espirituais, morais, políticas, sociais e ecológicas – que caracterizam “a geração em que virá o Filho de David”, Sanhedrin 97a) em muito se assemelha à lista de Mateus 24.4-14
Tem o seguinte texto aplicação nos nossos dias?
“Se já houve um tempo em que convinha que cada pessoa que teme a Deus refletisse seriamente, este tempo é agora, quando a piedade pessoal é essencial. Deve ser feita a indagação: "O que eu sou, e qual é minha obra e missão neste tempo? De que lado estou labutando - do lado de Cristo, ou do lado do inimigo?" Que toda pessoa se humilhe agora diante de Deus, pois agora vivemos realmente no grande Dia da Expiação. Agora mesmo, os casos de muitos estão sendo examinados perante Deus, pois eles terão de dormir em suas sepulturas por um pequeno período de tempo. Vossa garantia nesse dia não é a profissão de fé, mas o estado de vossas afeições. O templo da alma está purificado de sua contaminação? Meus pecados foram confessados e arrependo-me diante de Deus, por havê-los cometido, para que possam ser apagados? Tenho muito pouco apreço por minha própria pessoa? Estou disposto a fazer todo e qualquer sacrifício pela excelência do conhecimento de Jesus Cristo? Reconheço em todo momento que não pertenço a mim mesmo, mas sou a propriedade de Cristo, e que meu serviço pertence a Deus, de quem eu sou?” Manuscrito 87, 1886.
Devemos perguntar a nós mesmos: "Para o que estamos vivendo e trabalhando? E qual será o resultado de tudo isso?" The Signs of the Times, 21 de novembro de 1892.

8 de dezembro de 2011

ALGUMAS SOCIEDADES SECRETAS (Aconselho os mais sensíveis a não ver este post).

Tudo começou por serem pequenos clubes, muito rapidamente passaram a associações e assumir um certo "secretismo". Estas sociedades tiveram nos seus primórdios um sentido de preservar segredos de carácter familiar; os clãs de parentescos aumentaram para associações de clãs, ou seja, onde entravam outros chefes de famílias sob juramento. Os casamentos inter tribais foram o próximo passo para a amplificação dos grupos, e a tribo complexa resultante foi o primeiro verdadeiro corpo político. O próximo avanço, no desenvolvimento social, foi a evolução dos cultos religiosos e dos clubes políticos. Estes, inicialmente, surgiram como sociedades secretas, e originalmente, eram integralmente religiosos; posteriormente, eles tornaram-se reguladores. A princípio, eles eram clubes de homens; mais tarde, grupos femininos apareceram. E, em breve, eles dividiram-se em duas classes: a político-social e a místico-religiosa.

Motivos para o secretismo

Havia muitas razões para que essas primeiras sociedades fossem secretas, tais como:
A finalidade de praticarem ritos religiosos minoritários.
O propósito de preservar valiosos segredos do “espírito” ou do comércio.
O desfrute de algum talismã ou magia especial.

O facto em si, de serem secretas essas sociedades, conferia a todos os seus membros o poder do mistério sobre o resto da tribo. Os iniciados eram a aristocracia social da sua época. Depois da iniciação, os meninos caçavam com os homens; enquanto antes eles colhiam plantas com as mulheres. E era a humilhação suprema, uma desgraça tribal, fracassar nas provas da puberdade e, assim, ser obrigado a permanecer fora da morada dos homens, ficando com as mulheres e as crianças, e ser considerado afeminado. Além disso, aos não iniciados não era permitido casar.