30 de novembro de 2011

Aquecimento global é real e perigoso, mas a sua origem não é só o CO2

Entre estudos e opiniões pessoais, a humanidade continua sem saber ao certo até que ponto a poluição realmente contribui para o aquecimento global. Cientistas americanos apresentam uma ideia interessante: o aquecimento global é sim uma realidade, e seus efeitos podem ser nocivos. Mas isso não é causado tanto pelo excesso de dióxido de carbono (CO2) como se imaginava.
A pesquisa, conduzida por climatologistas da Universidade do Oregon (EUA), é patrocinada pelo programa nacional de paleoclimatologia dos Estados Unidos. E não é por acaso: a teoria formulada está relacionada a essa ciência, que estuda a variação da temperatura da Terra ao longo dos seus mais de quatro bilhões de anos de existência.
Os cientistas fizeram um resgate histórico do clima ao redor do mundo. Eles criticam a maioria dos estudos na área, que só analisam a temperatura do planeta a partir do século XIX, em um contexto após a revolução industrial. Segundo eles, o resultado de uma pesquisa assim pode ser enganoso, porque ignora milhares de anos anteriores onde o clima da Terra esteve em constantes mudanças.
Por esse motivo, eles reconstruíram a trajetória da temperatura no planeta desde o fim da última Era Glacial, há mais de 21 mil anos. Desde aquela época até o início da revolução industrial (que faria a taxa total de CO2 ser três vezes maior do que na época anterior a ela), houve uma série de fatores decisivos para regular o clima de cada região do globo.
O que os cientistas fizeram foi analisar a atuação e influência de cada um desses fatores, em separado. Quesitos como o nível do mar, o nível de umidade do ar e de poeira na atmosfera foram levados em conta ao lado da quantidade de CO2 presente no ambiente ao longo da história.
Foi apurado, de maneira geral, que a maioria dos modelos climáticos superestimam os efeitos da variação do CO2 no ambiente para determinar o clima. Durante a última Era do Gelo, por exemplo, houve uma sensível diminuição do dióxido de carbono, que na teoria deveria levar a Terra a um congelamento total, inclusive nos trópicos. Mas o efeito não foi tão grande assim: alguns oceanos nem chegaram a congelar por completo.
As variações no nível dos oceanos e na umidade do ar, por outro lado, mostraram uma influência mais forte em vários momentos, inclusive no que determinou o final do último período glacial. O CO2, portanto, é realmente mais uma carta no baralho, mas não se pode dizer que seja a mais essencial. [ScienceDaily]

28 de novembro de 2011

Crentes são mais felizes quando as circunstâncias são difíceis.

Uma nova pesquisa sugere que em sociedades com problemas sociais as pessoas religiosas são mais felizes do que os seus colegas não religiosos. Onde a paz e a abundância são normas, no entanto, a religiosidade é mais baixa, e todas as pessoas são mais felizes – sendo religiosas ou não.
O estudo foi o primeiro a analisar a religião e a sua relação com a felicidade em uma escala global. Foram levantados dados de pessoas de mais de 150 países, que incluíram perguntas sobre filiação religiosa, satisfação com a vida, respeito, apoio social e sentimentos positivos e negativos.
Estudos anteriores sugeriram que as pessoas religiosas tendiam a ser mais felizes do que as não religiosas. As novas descobertas indicam, no entanto, que a religiosidade e a felicidade estão intimamente ligadas às características das sociedades em que as pessoas vivem.
As circunstâncias acabam prevendo a religiosidade. Circunstâncias difíceis levam as pessoas a serem mais religiosas. Em sociedades com menos mazelas sociais, as pessoas religiosas – em menor quantidade – não são as únicas felizes: nessas localidades, todos são mais felizes.
De acordo com os pesquisadores, a religiosidade parece aumentar a felicidade e o bem-estar nas sociedades que não fornecem alimentação adequada, emprego, saúde, segurança e oportunidades educacionais. Além disso, as pessoas religiosas que vivem em sociedades também religiosas têm mais probabilidade de se sentirem respeitadas, receber mais apoio social e serem mais positivas.
Já nas sociedades laicas – que em muitos casos são ricas e têm mais suporte social – as pessoas religiosas e não religiosas relatam bem-estar maior e sentimentos positivos. Surpreendentemente, as pessoas religiosas relataram mais sentimentos negativos do que as não religiosas nessas sociedades. [ScienceDaily]
http://www.sciencedaily.com/releases/2011/08/110808170052.htm?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+sciencedaily+%28ScienceDaily%3A+Latest+Science+News%29&utm_content=Google+Reader

20% dos cientistas ateus consideram-se “espiritualizados”

Se acha que a ciência não combina com religião, vai ficar admirado! Pelo menos é o que demonstra uma nova pesquisa, realizada por sociólogos.
Eles entrevistaram 275 cientistas de elite. Um em cada cinco cientistas ateus descreveram-se como “espiritualizados”.
Segundo os pesquisadores, esses cientistas ateus espirituais estão em busca de um sentido essencial da verdade através da espiritualidade, que é gerada na relação com o trabalho que fazem.
De acordo com os sociólogos, muitos dos cientistas vêem tanto a ciência como a espiritualidade como “missões de sentido” que não invocam a fé. A religião, por outro lado, requer uma crença sem evidência empírica, e é, portanto, incompatível com o exercício da ciência.
Outra diferença entre religião e espiritualidade, de acordo com os cientistas ateus entrevistados, é que o primeiro é um esforço comunal, coletivo, enquanto o último é pessoal.
A pesquisa mostra que há espiritualidade mesmo entre os cientistas mais seculares, e ela permeia tanto o pensamento religioso quanto ateu; não é um ou outro.
Segundo os sociólogos, isso desafia a ideia de que cientistas e outros grupos similares são desprovidos das grandes questões como “por que estamos aqui?” e outras. Eles também têm essas dúvidas humanas básicas, e um desejo de encontrar um significado. Só expressam de outra forma.
Fonte

24 de novembro de 2011

CONTRA QUEM FAZ A IGREJA ROMANA "RADICAL" APELO À CRUZADA?

Adeus ao Espírito de Cruzada?
Correspondance Européenne

Comentário da Montfort:

O artigo defende a IGREJA MILITANTE contra o ecumenismo e pacifismo que nega o espírito de combate às doutrinas erradas, contrárias à da Santa Igreja, contra as quais é preciso lutar. Para isso usa de um paralelo entre a civilização e arte medievais e o espírito das Cruzadas.

Dentre os excelentes comentários pela Igreja MILITANTE, o texto alude também a Erwin Panofsky [ judeu alemão -1862-1968 citado pelo nosso caro Ronaldo no artigo: O Iluminismo - Trevas na época das luzes]

Trata-se de historiador que em sua obra "Arquitetura Gótica e a Escolástica" - 1957 - faz uma relação entre os vitrais góticos e a filosofia escolástica, salientando que a luminosidade das catedrais medievais correspondem à transparência do pensamento de obras como a da Summa Teológica de S. Tomás.

Resumo, comentário e destaques de Marcelo Fedeli.

Tradução Montfort

O adeus da Igreja ao espírito de Cruzada” é um refrão que corre há ao menos quarenta anos e que resume a concepção do mundo de um cristianismo que fez do diálogo “ecumenista” seu Evangelho.

19 de novembro de 2011

ECONOMIA MUNDIA AFUNDA-SE

A diretora do FMI, Christine Lagarde, afirmou que a economia mundial poderá ter uma "década perdida" se as nações não se unirem e trabalharem juntas.

Lagarde fez os comentários no início de uma visita de dois dias na China, que deve ter como assunto principal a crise das dívidas da Europa.

A diretora do FMI também afirmou que a Ásia não ficará imune aos problemas que atingem a zona do euro.

Martin Patience, correspondente da BBC em Pequim, afirma que os líderes europeus estão se voltando para a China, esperando que o país invista em um fundo de resgate para os países da zona do euro.
Mas, segundo o correspondente, a China até o momento tem mostrado uma postura mais relutante em relação à proposta para contribuir diretamente com este fundo.
Fonte BBC

Nota: Nada acontece por acaso. Em mundo que está se arregimentando para o fim de todas as coisas, é fácil deduzir as intenções por trás das crises.

A crise financeira está a sacudir o mundo e a única solução para combatê-la (pelo menos aos olhos daqueles que estão no poder) é unir o mundo inteiro. BXVI já fez seu papel em apelar ao mundo para que isso aconteça, até sugeriu a criação de uma nova ordem mundial.

Comentar mais a respeito é chover no molhado. Já sabemos o que vai acontecer.

Se você deseja solicitar-nos para realizarmos palestras sobre esse assunto em sua igreja, acesse a página contato e fale conosco.