28 de novembro de 2010

O PAPA DESEJA UM GOVERNO MUNDIAL

The anti-Christ making it's own demands...i bet Soros is also helping him. Isn't it coming right on time, according to Bible Prophecies? Have you read on the book of Revelation (Apocalypse) lately? Wow...here it is, the "IRON TEETH"… May the Lord give us strength to overcome and persecution and the tyranny of the Middle Ages again? May we study our Bibles, before it will be taken from us, and soon see each other at the sea of glass in God's Kingdom as overcomes of the powers of evil! (VEJA, SEE, VOIR)

23 de novembro de 2010

Seguranças de Kennedy quebram silêncio sobre assassínio

"Oh, Jack, o que te fizeram eles?", gritou Jacqueline
enquanto  o marido morria.
por LUMENA RAPOSO

"Oh, Jack, o que te fizeram eles?", gritou Jacqueline Kennedy quando o marido, a morrer, deixou cair a cabeça no seu colo. A revelação foi só agora feita por um dos agentes dos serviços secretos que os acompanhava.
Após 47 anos de silêncio absoluto, ou quase, dois dos seguranças que estavam com John F. Kennedy no dia do seu assassínio em Dallas, a 22 de Novembro de 1963, começaram a contar a sua versão dos factos. Precisamente no dia do aniversário da trágica morte do 35º presidente dos EUA.
"Não pudemos ajudar, sentimo-nos como se tivéssemos falhado. Foi um sentimento terrível", disse à CNN Jerry Blaine, um dos guarda-costas de Kennedy.
Blaine, além das declarações à cadeia de televisão americana, publicou recentemente o livro The Kennedy Detail, escrito com a jornalista Lisa McCubbin. O autor do prefácio foi outro segurança de Kennedy que até agora sempre fizera questão de manter o silêncio sobre o ocorrido: Clint Hill.
Após o primeiro tiro ter atingido o presidente, Hill conta que o viu "agarrar a garganta e inclinar-se para o lado esquerdo. Foi quando saltei e comecei a correr". Hill é precisamente o homem que se vê a correr atrás do Lincoln descapotável onde o jovem presidente se fazia transportar.
"Precisamente antes de saltar para o carro, o terceiro tiro atingiu-o na cabeça. Era tarde de mais", recorda Hill que, mesmo assim, forçou Jackie a ficar no carro, e tentou ainda proteger o casal com o seu próprio corpo - não fossem outros tiros serem disparados - enquanto o carro se dirigiu em alta velocidade para o hospital.
Clint Hill foi condecorado por bravura, situação que não lhe retirou o sentimento amargo de culpa pela morte do presidente. Como ele conta agora: "Passei anos na cave da minha casa, mergulhado em cigarros e álcool, pensando que poderia ter sido mais rápido, poderia ter sido até o alvo da bala que matou o presidente." Foram necessários anos de terapia para que Hill percebesse que não podia ter evitado a bala que pôs fim à vida do primeiro presidente católico dos EUA.
Poucos saberão que, por pouco, os americanos não perderam em seguida o seu segundo presidente: Lyndon Johnson, vice-presidente, acorreu a Dallas mal foi confirmada a morte de Kennedy. Ao lado de Jacqueline, com o fato manchado de sangue do marido, e junto à urna de Kennedy, Johnson jurou sobre a Bíblia defender a Constituição americana como presidente dos EUA.
Horas após ter prestado juramento, Johnson dirigiu-se à residência que ocupava antes de ser presidente, onde Blaine - sem dormir há 40 horas - estava de guarda. "Eram 2.15; ouvi de repente alguém aproximar-se." Não hesitou: levantou a arma com o dedo no gatilho. E quem viu na sua frente? Lyndon Johnson! "Ele ficou pálido, voltou as costas e entrou em casa. Nunca se falou no assunto."

22 de novembro de 2010

SINAIS DO FIM

A CÓLERA MATA CENTENAS DE PESSOAS NO HAITI

O surto de cólera no Haiti já fez 1250 mortes desde meados de Outubro. Este número não pára de aumentar por não se verificaram as condições necessárias para travar e epidemia.

Desde os primeiros casos da doença já foram observadas 52.715 pessoas nos centros de saúde pública e outras 20.867 foram hospitalizadas.

«Desde o início da epidemia tínhamos três casos por dia, Depois 15, depois 35. Hoje de manhã foram já 60», afirmou o director do Hospital Teresa dr. Prince-Pierre Sonçon.

«O número de mortes diárias atingiu agora as 61 pessoas e o departamento Norte continua a ser o que regista maior número de mortos por dia - 28. Precisamos de mais cloro, de soro hidratante, de conta-gotas, de antibióticos. Temos stocks mas a procura é tão grande que não chegar», explicou Prince-Pierre Sonçon.

A força do Nepal que compõe as Nações Unidas é acusada pela população de ter propagado a epidemia de cólera, tendo já sido alvo de ataques durante uma manifestação.

21 de novembro de 2010

PAPA E NATO O CALDO PROFÉTICO.

Isto mais parece um Vulcão prestes a explodir por um lado o papa vem e faz uma declaração, horas depois lá vem um sacerdote e diz o mesmo e o seu contrário. Depois aparece em cena esta gente da NATO, dizem e desdizem e fica tudo pior. Clamam paz mas o que vemos é guerra, brutalidade, exploração, inimizade, usurpação e falta de honra. Este é o caldo das profecias há tanto anunciadas. Lê e depois entra nos blogs sobre profecias bíblicas vais compreender:
1. Estamos no fim de todas as coisas.
2. O Deus que existe é um Deus bom e soberano.
3. Há esperança de solução para o dilema do homem.
4. há uma razão adequada para combater o erro.
Abraço e junta-te a nós.

Vaticano desvaloriza declarações do Papa
O porta-voz do Vaticano afirmou hoje, domingo, que não há nada de "revolucionário" no que o Papa disse acerca de o uso do preservativo poder ser um ato de responsabilidade em situações excepcionais.
Numa declaração hoje divulgada, o padre Federico Lombardi disse que o Papa não está a "reformar ou a mudar" os ideais da Igreja, que proíbe o uso do preservativo e de outros contraceptivos.
O porta-voz reagia assim à publicação de excertos de um livro-entrevista que Bento XVI deu a um jornalista alemão.
O Papa diz no livro que em alguns casos, como em homens prostitutos com o vírus da sida, o uso do preservativo é o primeiro passo para a responsabilização.
Federico Lombardi sublinhou que a Igreja não considera o preservativo como a "solução moral" para o problema da sida.
Vaticano sublinha que a Igreja não considera o preservativo como a "solução moral" para o problema da sida

Cimeira-relâmpago entre a UE e os EUA foi "íntima, cordial" mas "menos excitante"
Houve uma cimeira entre a União Europeia e os Estados Unidos? Houve. Durou hora e meia. Terminou com uma sucessão de declarações sem direito a perguntas. Colocou pela primeira vez lado a lado o Presidente americano, o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, e o presidente da Comissão, Durão Barroso. Foi o último acto de Barack Obama em Lisboa. Serviu para sublinhar até que ponto a União Europeia é o vértice que ainda falta no "triângulo estratégico" das relações entre a Europa, os Estados Unidos e a NATO.
Mas serviu também para retomar um diálogo que tinha sido interrompido, quando, em Maio deste ano, o Presidente americano cancelou a sua participação numa cimeira UE-EUA por causa de uma longa disputa entre Madrid e Bruxelas sobre o local do encontro e uma visível falta de assunto para preencher a agenda.
Desta vez, a coincidência com a cimeira da NATO facilitou o reencontro. Barroso, no final, elogiou o novo formato em que as cimeiras decorrem, previsto no Tratado de Lisboa, dizendo que esta foi "íntima, amigável e focada".
Rompuy anunciou uma extensa lista de assuntos em que os dois parceiros têm a necessidade de cooperar - nas áreas da economia, segurança e política externa. Foi criado um "grupo de trabalho" para estudar a cooperação na cibersegurança, cujos resultados devem ser apresentados dentro de um ano. Apesar da cooperação económica ter sido muito sublinhada pelos representantes europeus, a verdade é que a Europa e os Estados Unidos têm tido uma grande dificuldade em coordenar posições no G20.
O Presidente americano, por seu lado, reconheceu que esta cimeira não terá sido "tão excitante como as outras", justificando o facto com a grande sintonia entre as duas partes. "Basicamente concordámos em tudo." Obama disse aquilo que já repetiu muitas vezes: que "os Estados Unidos não têm outro parceiro mais próximo no mundo do que a Europa".
Na verdade, continua a faltar à relação entre a UE e os EUA uma agenda suficientemente significativa para que possa haver discordância. Do mesmo modo que uma parceria entre a UE e a NATO, que o novo conceito estratégico classifica de única e de essencial, ainda está por construir.
Este facto deu lugar ao único episódio que agitou o ambiente cordial da reunião do Conselho do Atlântico Norte na sexta-feira passada. Rasmussen convidou Rompuy e Barroso a estarem presentes nos trabalhos. O secretário-geral da NATO tem batalhado, ainda que sem grande sucesso, para melhorar as relações institucionais e políticas entre as duas organizações. O Presidente turco, Abdullah Gul, quis saber a razão da sua presença. Aceitou a justificação de Rasmussen, mas não deixou de dizer que o único parágrafo do novo conceito que o incomodava era o da relação entre a UE e a NATO.
Obama terá levado a questão turca para a cimeira com os europeus. Preocupa-o o efeito do afastamento entre Ancara e Bruxelas. A reunião de Lisboa não terá servido para melhorá-la.