28 de setembro de 2010

EMBAIXADOR DA ONU PARA CONTACTOS COM EXTRATERRESTES

O prestigiado jornal britânico Sunday Times, noticiou neste fim-de-semana a astrofísica da Malásia, Mazlan Othman, como embaixadora das Nações Unidas como embaixadora das Nações Unidas para o Universo.
Sinceramente, não compreendo o desmentido quando toda a gente sabe que há décadas a ONU, NASA e outras organizações desenvolvem aparelhos altamente sofisticados para enviarem mensagens para os supostos extra-terrestre com a seguinte mensagem “está aí alguém?”
Quando não se crê em Deus como Criador e no problema do pecado. Sim, se o homem é originário do macaco, não há pecado! Nem é preciso um Salvador! Não tendo este conceito bíblico, pode perfeitamente admitir-se que habitantes de outros planetas possam entrar em contacto com os seres terrestres.
Saliente-se que só os anjos, Jesus e o Espírito Santo tem contacto directo com o ser humano e isto no contexto do plano da salvação. Não fique a ONU preocupada, aliás, ninguém acredita que esta noticias tenha nascido do nada.

E vem o gabinete da ONU, com sede em Viena, afirmar hoje, em comunicado, que a notícia do Sunday Times "é um absurdo".

"A missão do departamento é definida pela Assembleia-Geral das Nações Unidas e não existe qualquer projeto para modificar a atual missão", acrescentou a entidade.

O Sunday Times noticiou sábado que Mazlan Othman seria designada em breve como embaixadora das Nações Unidas para o Universo e seria responsável por coordenar a resposta da espécie humana no caso de existir uma tentativa de contacto de extraterrestres.

Mazlan Othman é diretora do UNOOSA desde 2007 e lidera uma equipa de 27 pessoas. O departamento é responsável, entre outros objetivos, por travar a corrida ao armamento espacial e desenvolver programas de apoio ao acesso a tecnologias espaciais.
Pois claro, entre as quais a que acima referimos, tecnologias para entrar em contacto com os nossos “amigos” extra-terrestres”, grande gozo para o Diabo. Um dia destes ele vai responder, ele tem poder para isso, podem crer ou vejam esta passagem bíblica? “E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz.” 2ª Coríntios 11:14

AQUECIMENTO GLOBAL

Filhotes de pinguins na Antárctica.
O oceano e seus habitantes serão irreversivelmente afectados pelo impacto do aquecimento global e as mudanças climáticas. Os cientistas dizem que o aquecimento global, ao subir as temperaturas dos mares, irá elevar os níveis das águas e mudar as correntes oceânicas.
Correntes oceânicas
A água nos oceanos do mundo está sempre em movimento – arrastada pelas ondas, soprada pelos ventos e lentamente circulando pelo globo com a força do Great Ocean Conveyor Belt (também chamado de Cinturão Termohalino Mundial). O cinturão é alimentado pelas diferenças de temperatura na água e sua sanilidade, e uma de suas partes mais conhecidas, a Corrente do Golfo, é que dá à Europa seu clima relativamente suave.
Além de manter o clima morno na Europa e ter um importante papel no clima do planeta, o cinturão faz com que as águas mais profundas cheguem à superfície, trazendo nutrientes, e aumenta a absorção de dióxido de carbono pelo oceano.

O que pode dar (muito) errado
De forma preocupante, estudos recentes advertem que já temos evidência de uma circulação mais lenta do cinturão no trecho de águas profundas entre a Escócia e a Groenlândia. E enquanto o cinturão parece ter agido de maneira previsível nos últimos milhares de anos, um exame da polpa de geleiras tanto do manto da Groenlândia como da Antártica mostra que não tem sido sempre assim. No passado mais distante, mudanças na circulação do cinturão foram associadas a alterações abruptas de clima.
A diluição da salinidade do oceano – através do derretimento do gelo ártico, como o do manto da Groenlândia – e/ou o aumento das chuvas – pode diminuir ou mudar a direção do cinturão. Esse resfriamento dramático pode trazer conseqüências terríveis para a agricultura e o clima na Europa, e causar impacto em correntes oceânicas e temperaturas ao redor do globo.

Aumento do nível dos mares (CLICAR)
Um aumento médio global dos mares de 9 a 88 centímetros é esperado nos próximos 100 anos, graças aos gases de efeito estufa que já emitimos e provavelmente ainda emitiremos. Isso acontecerá mais ou menos na mesma medida que o derretimento do gelo e a expansão termal dos oceanos (a água se expande quando aquecida).
Até mesmo essa comparativamente modesta projeção de subida do nível da água provocará destruição. Enchentes na costa e danos causados por tempestades, erosões nas margens, contaminação por água salgada nas reservas de água potável, na agricultura, cheias nos mangues, pântanos e ilhas e acréscimo da salinidade nos estuários são conseqüências reais de um aumento mesmo que pequeno do nível das águas. Algumas cidades costeiras e vilas também serão também afetadas. Recursos vitais para populações costeiras ou em ilhas como praias, água potável, áreas de pesca, habitats, barreiras de coral e atóis estão também sob risco.

O manto nada estável
Apenas quatro anos atrás, acreditava-se que o manto de gelo da Antárctica Ocidental era estável. Um derretimento inesperado, no entanto, fez com que os cientistas repensassem esse conceito.
Em 2002, a Larson B, uma plataforma de gelo de 500 biliões de toneladas que cobria uma área duas vezes maior que a Grande Londres, se desintegrou em menos de um mês. O fato não foi responsável por aumentar o nível das águas, pois a plataforma já era flutuante, mas significou um aviso dramático dos efeitos do aquecimento na área.
Além disso, em 2005, a divulgação do Levantamento Antárctico Britânico mostrou que 87% das geleiras na Península Antárctica retraíram nos últimos 50 anos. Nos últimos cinco anos, as geleiras recuadas perderam uma média de 50 metros por ano.
Potencialmente, o manto de gelo da Antárctica Ocidental pode contribuir com um adicional de seis metros no nível do mar. Embora as chances de que tal aumento acontecer sejam consideradas remotas de acordo com o Terceiro Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental em Mudança do Clima (ou IPCC, International Panel on Climate Changes), pesquisas recentes indicam novas evidências de desprendimento do gelo do manto.
O manto antártico inteiro tem água suficiente para elevar o nível dos mares no planeta em 62 metros.

As geleiras da Groenlândia
Em julho de 2005, cientistas a bordo do navio do Greenpeace Arctic Sunrise fizeram uma descoberta espantosa: eles encontraram evidências de que as geleiras da Groenlândia estão derretendo numa velocidade sem precedentes. É apenas mais uma prova de que as mudanças no clima não estão mais no horizonte, mas sim chegaram às nossas portas – e se você vive numa cidade costeira, isso não é apenas figura de linguagem.
Descobertas indicam que a geleira Kangerdlugssuaq, na costa leste da Groenlândia, é provavelmente uma das geleiras que se movem mais rapidamente no mundo, com a velocidade de quase 14 quilómetros por ano. As medições foram feitas com precisos aparelhos de GPS. Além do movimento, a geleira inesperadamente recuou cinco quilómetros desde 2001, depois de manter uma posição estável pelos últimos 40 anos.
O massivo manto de gelo da Groenlândia guarda mais de 6% do volume de água fresca do mundo, e está derretendo mais rápido do que o esperado. Se a Groenlândia derretesse por inteira, o aumento do nível dos mares seria de quase seis metros. Mesmo aumentos de um ou dois metros no nível dos mares pode significar que lugares como Nova York, Amsterdã, Veneza e Bangladesh sofrerão com cheias nas áreas mais baixas.
O alarmante recuo da geleira Kangerdlugssuaq sugere que o manto inteiro de gelo da Groenlândia está derretendo mais rápido do que se imaginava. Todas as previsões científicas para o aquecimento global apontavam para uma diminuição no derretimento. Essa nova evidência sugere, no entanto, que a ameaça de aquecimento global é muito maior e mais urgente do que se acreditava anteriormente.

Perda de habitat
Os aumentos de temperatura causam impacto em toda a cadeia alimentar marinha. O fitoplâncton, por exemplo, que alimenta pequenos crustáceos incluindo o krill, cresce sob o gelo do mar. Uma redução no gelo do mar implica em diminuição de krill – que, por sua vez, alimenta muitas espécies de baleias, incluindo as grandes.
Baleias e golfinhos encalham em temperaturas altas. As grandes baleias também podem perder sua área de alimentação, o oceano ao redor da Antárctica, por causa do derretimento e do colapso dos mantos de gelo.
Espécies inteiras de animais marinhos e peixes estão directamente sob risco graças ao aumento de temperatura – elas simplesmente não conseguem sobreviver em águas mais quentes. Algumas populações de pinguins, por exemplo, diminuíram em 33% em partes da Antárctica, por causa do declínio do habitat.
Uma ocorrência cada vez maior de doenças em animais marinhos também está ligada ao aumento de temperatura dos oceanos. Creiam em mim, ao menos por isto, estamos nos RUMORES DO FIM!

27 de setembro de 2010

AQUELE TEMPO E O TEMPO DE HOJE...

Sou do tempo em que éramos iluminados à noite por uma candeia alimentada por azeite. Lembro-me de ir para a beira da estrada quando se ouvia o roncar de um carro ao longe. Lembro-me também que na minha adolescência o principal sonho era ter uma bicicleta estilo Alves Barbosa. Muito mudou desde então. Mas as mudanças ao princípio era lento depois começaram acelerar e hoje não temos muita consciência das mudanças tal a velocidade com que se fazem. Recordo esse tempo e vivo no hoje, obviamente, faço comparações ao nível do que chamamos felicidade, confesso; parece que as pessoas não são mais felizes por mais terem, estão insatisfeitas; mais depressivas, aliás, naquele tempo não se falavam em depressão; dizia-se anda abatido/a, mas vai passar, e passava mesmo.
Naquele tempo quando uma pessoa se zangava com outra, pedia desculpa e a vida continuava, hoje, ninguém confia em ninguém; nem no marido, nem na esposa. Há dias um amigo intrigou-me dizendo: “Tenho umas centenas de amigos, no entanto, não confio em nenhum.” Pois… é assim entre as pessoas; é assim na política e nos negócios. Por falar em negócios, naquele tempo bastava a “palavra de honra”, isso hoje não existe. Estamos desgraçados, especialmente os de antigamente! Mas o de hoje, não estão melhor, ora vejam o que eu descobri e digam-me se isto não são Rumores do Fim!
Nos EUA, as bolsas fecharam no vermelho, com sector financeiro a penalizar.
Os principais índices bolsistas norte-americanos encerraram a primeira sessão da semana em baixa. Abriram a ceder terreno, acompanhando a tendência do resto da Europa, e chegaram a estar em alta, animadas por notícias de fusões.

No entanto, o recuo na aproximação entre o Banco Santander e o M&T Bank Corp, bem como a convicção dos investidores de uma deterioração das finanças públicas na Irlanda e em Portugal, acabaram por pesar mais, salienta a Bloomberg.

Hoje, a agência de notação financeira Moody's cortou o "rating" para o banco irlandês Anglo Irish Bank e a OCDE apelou a Portugal para aumentar os impostos e congelar os salários para reduzir o défice. O pagamento dos juros da dívida destes dois países continuou hoje em alta.

O Dow Jones terminou a ceder 0,44%, fixando-se nos 10.812,04 pontos.

O S&P 500 perdeu 0,57% para se estabelecer nos 1.142,16 pontos. O Standard & Poor’s está a caminho do melhor Setembro de 71 anos, mas para isso não poderá ceder muito mais terreno.

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq desvalorizou 0,48% para 2.369,77 pontos.

A M&T fechou em baixa, depois de fontes próximas do processo terem avançado que o banco terminou as conversações com o Santander, com vista a uma fusão.

O Bank of America e a Travelers perderam mais de 1%, liderando as perdas no Dow Jones.

A Wal-Mart Stores também recuou, na sequência do anúncio dos seus planos para adquirir a sul-africana Massmart Holdings por 4,26 mil milhões de dólares. Se for em frente, esta transacção resultará em mais 290 armazéns em 13 países da África Sub-Saariana.

Em contrapartida, do lado dos ganhos esteve a Alberto-Culver Co., tendo chegado a subir mais de 20%, após a anuência da Unilever em comprar a fabricante de produtos para o cabelo por 3,7 mil milhões de dólares em espécie.

A AirTran Holdings também chegou a disparar mais de 61% depois de a Southwest Airlines anunciar um acordo para a compra da companhia por 1,4 mil milhões de dólares.

25 de setembro de 2010

DEUS CRIOU O HOMEM E A MULHER, PORQUE NÃO TERÁ CRIADO DOIS HOMENS OU DUAS MULHERES?

Um em cada cinco homens americanos que praticam sexo com outros homens estão infectados com VIH/sida, mas quase metade desconhecem que são portadores do vírus. A conclusão é de um estudo do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) norte-americano, que avaliou dados das 21 principais cidades dos Estados Unidos com base em inquéritos anónimos e testes realizados em zonas de convívio de gays, como bares, discotecas e organizações cívicas.

"Os homens que praticam sexo com outros homens estão em risco crescente de serem infectados", conclui o estudo divulgado ontem com base em mais de 8 mil entrevistas e testes realizados durante 2008. A realidade norte-americana leva o CDC a afirmar que a prevalência de VIH nesta população "permanece alta e desproporcional" em relação ao resto do país. Para estes homens, "o futuro está verdadeiramente em risco", afirmou em comunicado Jonathan Mermin, director da divisão de prevenção do VIH/sida daquele organismo.

A prevalência geral atinge os 19%, com um total de 1562 indivíduos a apresentarem resultados positivos. A maior taxa de infecção ocorre entre os afro--americanos, com 28%. A comunidade hispânica surge logo a seguir, mas já abaixo da média geral (18%); a comunidade branca atinge os 16% e as outras raças 17%.

O facto de 44% não saberem que são seropositivos aumenta a preocupação das autoridades, que consideram tratar-se de "um grave problema de saúde pública porque estes homens são responsáveis pela maioria dos novos casos estimados todos os anos nos Estados Unidos".

A faixa etária entre os 18 e os 29 anos é a que regista o maior grau de desconhecimento. Neste grupo, apenas 37% sabiam estar infectados. Mais uma vez, é na comunidade negra que os valores atingem a maior percentagem (59% de desconhecimento, contra 26% na comunidade branca). O CDC deixa o recado: "Devem ser redobrados os esforços para garantir que esta população faz o teste pelo menos uma vez por ano", reduzindo as barreiras para que este exame seja disponibilizado e aumentando a eficácia da prevenção.

RUMORES SEM FIM.

ACABOU O TANGO...TERMINOU A MÚSICA

21 de setembro de 2010

AHMADINEJAD DESAFIA OS EUA A UMA "GUERRA SEM LIMITES"

“Quando, porém, ouvirdes falar em guerras e rumores de guerras, não vos perturbeis; forçoso é que assim aconteça: mas ainda não é o fim.” Marcos 13:7.
Alvin Toffler, escritor, aprecio a forma como ele aborda os problemas mundiais, particularmente, o “Choque do Futuro”, este livro está editado em quase todas as línguas europeias. É verdade que a sua abordagem é fundamentalmente no dominio da ciência e da técnica, demonstra através destas duas vias a influencia profunda entre as culturas e as religiões (a guerra que se aproxima a estratégia acenta  na ciência e na técnica). Estou de acordo em que o choque do futuro não será a China contra o Japão, ou América contra a Europa, mas sim os países muçulmanos encabeçados pelo Irão contra a América. O desafio foi lançado por Ahmadinejad e ele não vai parar.
Vários ventos sopram; pedofilia, bancarrota, petróleo, mas “Quando, ...ouvirdes falar em guerra e rumores de guerras, ...ainda não é o fim”. É um RUMOR, UM RUMOR! E este passou-se na Assembleia-Geral da ONU, ele não usa palavras com colarinho abotoado e peúgas altas, nem sapatos de biqueira larga e pasta, se o observarmos com atenção, talvez possamos compreender as suas palavras:
“A ordem discriminatória do capitalismo e as abordagens hegemónicas enfrentam a derrota e aproximam-se do seu fim”, disse Ahmadinejad, perante a sala semi-vazia da Assembleia-Geral da ONU, desta vez menos por causa das saídas em protesto dos diplomatas ocidentais e mais por ser ainda manhã cedo. Apenas a delegação canadiana fez questão de estar presente e sair mal Ahmadinejad começou o discurso, “em protesto contra a situação dos direitos humanos no país”, explicou a diplomacia de Otava.
Sem fazer referência directa ao combate à pobreza, mas evitando também a controvérsia de outros anos, o líder iraniano optou por culpar “as exigências do capitalismo e das corporações transnacionais pelo sofrimento causado a inúmeras mulheres, homens e crianças” em todo o mundo.
As palavras mais duras reservou-as para as muitas entrevistas que, todos os anos, concede à imprensa americana. Num pequeno-almoço com jornalistas, avisou que se a Administração americana ousasse atacar o país enfrentaria um conflito sem precedentes na sua história. “Os Estados Unidos nunca entraram numa guerra séria, nem no Vietname, nem no Afeganistão, nem sequer na II Guerra Mundial”, disse, antes de acrescentar: “Fazer a guerra não é só bombardear um sítio. Quando ela começa não tem limites”. Ainda assim, garantiu que o país “está disponível para negociar” com Washington e recusou comentar um eventual ataque aéreo israelita – “o regime sionista é uma pequena entidade no mapa e não aparece como um factor real na nossa equação”.