11 de setembro de 2010
9 de setembro de 2010
UM DOS "RUMORES DO FIM " MAIS GRAVES DOS 10 ÚLTIMOS ANOS!!!
As consequências resultantes deste acto são inimagináveis, a queima de 200 cópias do Corão. Graves, não só pelas vidas que serão ceifadas, grave pelas consequências em termos de descredibilização da religião cristã. Não creio que seja a igreja evangélica da Florida a sofrer as consequências, estas serão muito mais abrangentes; estou em crer que se enquadra nas palavras do Apóstolo Paulo: "A noite é passada, e o dia é chegado; dispamo-nos, pois, das obras das trevas, e vistamo-nos, pois, das obras das trevas, e vistamo-nos das armas da luz." (Romanos 13:12),"obra das trevas" apresentam-se com uma aparência da qual o cristão deve despojar-se, para vestir-se com a armadura da verdade e da justiça para poder estar preparado para o dia de Cristo. No caso, bem está a secretária de Estado norte-americana ao classificar como "desrespeitoso e vergonhoso" o plano de uma igreja evangélica que convoca os seus fiéis para cerimónia de queima do Corão no próximo Sábado. Esta atitude criará preconceitos não tanto contra esta igreja baptista, mas contra a Igreja que tem por missão cumprir a ordem de Cristo (Mateus 24:14) de levar o Evangelho eterno" a "toda a nação, tribo e língua". Sim, esta não é uma obra praticada pelas "armas da luz". As armas da luz são designadas desta maneira em contraste com "as obras das trevas". Os cristãos são convidados a vestir-se com a "armadura cristã" (Efésios 6:11-18)e a reflectir a "luz admirável" (1ª Pedro 2.9); são por isso chamados "filhos da luz" (1ª Tes. 5:5), e portanto combatem a batalha espiritual com "armas de...luz".
O pastor da Dove World Outreach Center, diz estar "preparado para dar a vida por isto", no entanto anda armado com uma pistola de calibre 40!
8 de setembro de 2010
GRUPO EVANGÉLICO PENSA QUEIMAR UM EXEMPLAR DO ALCORÃO
A intenção de um grupo evangélico americano de queimar o Alcorão no dia 11 de Setembro provocou severas advertências nesta terça-feira, por lados diversos: tanto Irão quanto o comando das forças internacionais no Afeganistão, que teme pela vida dos soldados americanos mobilizados no país, criticaram a iniciativa.
Não queremos acreditar em tal rumor, a verdade porém, a notícia cobre a imprensa. Oramos para que o bom senso predomine e que o temor de Deus conduza a uma séria reflexão sobre as consequências de tal acto.
7 de setembro de 2010
PORTUGAL: UM PAÍS DE VALORES "CRISTÃOS" - MAIS DE 7500 CRIMES POR DIA?!!
1 Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos;
2 pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios,
3 sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem,
4 traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,
5 tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta-te também desses. (2ª Timóteo 3:)
Portugal parece cada vez menos um país de brandos costumes. Estatísticas provisórias indicam uma subida da criminalidade, particularmente evidente nos crimes violentos, a uma média de 67 por dia. Feitas as contas, em 2008, foram registados mais de 1100 crimes por mês, para um total superior aos 400 mil.
Os dados sobre a criminalidade constantes do Relatório Anual de Segurança Interna não incluem os dados dos crimes nas escolas, mas configuram, já, o maior aumento desde que há registo. No total, em 2008, as forças de segurança registaram 421037 crimes, a uma média superior a 1100 por dia, dos quais 24 313 foram violentos (cerca de 67 por dia).
Os assaltos a bombas de gasolina, a bancos e ourivesarias destacam-se entre os 24 313 crimes violentos, em 2008. De um ano para o outro, duplicaram os assaltos a agências bancárias (230 contra 108 em 2007) e às estações de serviço (468 contra 241 em 2007).
Os dados, a que o Diário de Notícias teve acesso, registam, ainda, o aumento nos crimes contra pessoas: em 2008, foram assassinadas 143 pessoas (mais 7,5% que em 2007) e registados 761 agressões violentas, mais 99 que em 662 de 2007.
Os dados do Relatório Anual de Segurança Interna. Divulgados pelo DN, indicam um pico de violência no terceiro trimestre de 2008, período no qual a criminalidade violenta subiu 16,84% e a geral 11%.
5 de setembro de 2010
A LEI DO GATO
1. O governo francês vai apresentar um projecto de alteração da lei que vai permitir repatriar estrangeiros em caso de "ameaça à ordem pública devido a roubos repetidos ou mendicidade agressiva".
O anúncio foi feito hoje pelo ministro da Imigração francês, Eric Besson, que garantiu que uma "alteração da lei será apresentada com esse objectivo".
"Precisamos de aumentar as possibilidades [legais] para poder emitir ordens de deportação por ameaça da ordem pública em conexão com actos de roubo ou mendicidade agressiva", explicou o governante francês.
2. Portugal é o sétimo país da Europa com mais roubos a bancos. Em 2005, as instituições nacionais deram conta à Federação Bancária Europeia (FBE) de 127 assaltos (mais do que os registados pela Polícia Judiciária - 114) e de 1 300 842 milhões de euros roubados. O nosso país, aliás, foi dos que registaram uma subida significativa no que toca a número de assaltos (32%), e de montantes furtados ( 62%), relativamente a 2004. À frente estão Itália, Alemanha, Espanha, França, Turquia e Grécia. À excepção da Grécia, todos com uma densidade populacional superior e um maior número de balcões.
Os dados constam de um relatório da FBE, de Outubro de 2006, que reuniu informação de instituições de 29 países. Nele, as conclusões são claras e os alertas também: há menos assaltos e dinheiro roubado, mas mais violência nos actos praticados e um aumento nos ataques a ATM, carrinhas de transporte valores e fraudes informáticas.
3. Apesar de ter sido decretada, na passada sexta feira, a prisão efectiva para seis dos sete arguidos do processo da Casa Pia, nenhum dos condenados vai, para já, para a cadeia. Isto porque, os advogados de defesa já revelaram que vão recorrer da decisão e, como manda a lei, o recurso tem efeito suspensivo da pena, a não ser perante factos concretos como, por exemplo, perigo de fuga, que levem à aplicação da prisão preventiva.
Assim sendo, o tempo de cadeia ditado pela juíza Ana Peres não vai ser, na verdade, aquele que os seis arguidos vão cumprir, uma vez que, para além do tempo dos recursos, todos estiveram já em prisão preventiva , o que faz com que a pena seja reduzida.
A lei dá garantia, para efeitos de cumprimento da pena, de que é tido em conta todo o tempo que os arguidos estiveram privados da liberdade, a chamada prisão preventiva, a que todos estiveram obrigados , com excepção de Gertrudes Nunes, que acabou por ser absolvida.
Cabe agora aos tribunais superiores, para onde vão ser interpostos os recursos, apreciar os argumentos dos advogados, reapreciar a matéria de direito e manter ou não a decisão da primeira instância.
Coitado do gato! Que mal fez ele?
Coitado do gato! Que mal fez ele?
3 de setembro de 2010
AS TRÊS GRANDES MENTIRAS DE HOLLYWOOD
Encontrei no site Ética na TV um interessante artigo, traduzido por Edda Frost, de um critico de cinema do New York Post, Michael Medved, intitulado “As três grandes mentiras de Hollywood”.
Ele nos conta algo que qualquer um que conhece um pouco os EUA é capaz de perceber: o divórcio do cinema americano com o estilo de vida da nação. Os filmes dão uma ideia falsa do que é os EUA profundo e fazem com que os espectadores de todo o mundo confundam Nova Iorque com o resto do país ou mesmo em pensar que qualquer jovem do Kansas se comporta como uma Britney Spears.
Esse fenómeno hollywoodinano é o que leva a pensar, em especial, nos meios que se contentam com a superficialidade, que o Partido Republicano seja representante de uma minoria nos EUA e que só ganha eleições comprando votos ou sabotando as urnas eleitorais. Se os filmes espelham a realidade norte-americana, então realmente não há outra explicação para o facto dos Democratas não se tornarem o partido único do país.
Como escreveu Medved:
Os produtores de filmes parecem ter prazer em assaltar os valores básicos da família e da decência pelos quais a maioria das pessoas continuam a ter muito apreço. Não é surpreendente que sondagens recentes revelem que a esmagadora maioria dos americanos sente que Hollywood não tem ideia do que são os valores da população americana.
Quando a indústria de entretenimento é colocada contra a parede, a sua justificação baseia-se em três grandes mentiras que o critico norte-americano refuta com conhecimento de causa.
Mentira número 1: “É só entretenimento e não influência ninguém”
Aqui Medved conta que participou de um fórum de discussão com representantes dos três maiores estúdios de Hollywood onde se passou a seguinte cena:
Quando eu critiquei o comportamento irresponsável da indústria cinematográfica, um dos participantes respondeu furioso que Hollywood é sempre acusada pelo mal que faz, mas nunca lhe é dado crédito por seu impacto positivo. “Você tem de concordar que o filme “Lethal Weapon” salvou milhares de vidas.
Eu não me consegui lembrar de alguma mensagem salvadora naquele sangrento “thriller”, então perguntei o que ele queria dizer.
“Bem” ele respondeu: “Naquele filme, pouco antes da cena da grande perseguição, houve um intenso “close-up” de três segundos mostrando Mel Gibson e Danny Glover atando o cinto de segurança.”
É dos tais argumentos que até um simples silêncio refuta. Michael Medved aponta com precisão a contradição desse raciocínio: Ele estava a sugerir que as pessoas imediatamente imitariam o que viram por três segundos, mas os restantes super violentos 118 minutos do filme, não teriam qualquer influência. Não é esta uma contradição ilógica e absurda?
Jack Valenti, presidente da “Motion Picture Association of America”, afirmou, então, que os seus filhos, quando jovens, viram muitas cenas de violência na TV e conseguiram preservar os seus valores.
Nós todos já ouvimos alguma versão deste argumento, mas o alvo está errado. Só porque não influência toda a gente, não significa que não influencie ninguém. Quando um anúncio comercial aparece na TV ninguém espera que o produto vá ser vendido a todos. Se um comercial influenciar uma pessoa em 1000 é considerado um sucesso. Do mesmo modo, se a TV e o cinema influenciarem uma pessoa em 1000 a comportarem-se de modo irresponsável e destrutivo o que é frequentemente, pela média, então essas imagens terão profundo impacto na sociedade.
Michael Medved se refere ainda que há mais de 60 estudos organizados por grandes universidades provando que longas exposições a imagens violentas na TV são capazes de alterar o comportamento das pessoas, tornando-as mais agressivas. O mesmo, digo eu, pode-se aplicar à cenas de imoralidade sexual.
Mentira número 2: “Nós só reflectimos a realidade. Não nos culpe; culpe a sociedade”
Com a palavra, Michael Medved: Se isto fosse verdade, então por que tão poucas pessoas testemunham assassinatos na vida real, mas todos nós os vemos na TV e nos filmes? O mais violento gueto não está em South Central Los Angeles, nem em Southeast Washington D.C.; está na TV.
Quando se trata de mostrar comportamento sexual há uma descontinuidade semelhante. Uma pesquisa da “Planned Parenthood” (Paternidade Planeada, [organização pelo aborto]) mostra que todos os anos, no horário nobre da TV há 65.000 referências sexuais. No entanto, um estudo do “Center for Media and Public Affairs”, mostrou que 7 em 8 encontros sexuais na TV envolvem relações extra maritais.
Mentira número 3: Nós damos ao público o que ele quer. Se as pessoas não gostam, podem desligar.
(...) A última parte da mentira que diz: “Se você não gosta, desligue” tem a mesma lógica que “Se você não gosta da poluição pare de respirar”. Você pode não ouvir a cantora Madona. Você nunca escolheu colocar Madonna na sua mente, mas certamente você sabe quem ela é, e por que razão ela é famosa. Cultura popular está por toda parte, é como o ar que respiramos. Por isso é que a mensagem da cultura pop é uma questão de meio ambiente.
(...) O acumulo desse material tem tremendo impacto nas nossas vidas. Por isto é que nestes tempos em que demandamos que as empresas sejam responsabilizadas por poluir o ar e as águas, em que banimos fumar em lugares públicos e temos tido resultados, é apropriado pedir que as empresas de entretenimento mostrem responsabilidade por poluir a atmosfera cultural que todos respiramos.
1 de setembro de 2010
E SE ISRAEL SE LEMBRA DE RECONSTRUIR O TEMPLO?
Não considero qualquer noticia como um “rumor do fim”, esta que surge em todos os meios de comunicação é pertinente: Hamas reivindica acção que matou dois homens e duas mulheres, uma delas grávida, residentes num colonato a sul de Hebron.
Pouco depois da partida do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para Washington, quatro israelitas foram mortos num ataque numa auto-estrada usada por palestinianos e colonos perto de Hebron, na Cisjordânia.
O ataque ocorreu em vésperas das conversações de paz israelo-palestinianas, uma iniciativa norte-americana de alto nível que se segue à interrupção de negociações durante 20 meses. As vítimas, que moravam num colonato judaico a sul de Hebron, eram dois homens e duas mulheres, uma delas grávida.
Para qualquer observador, o mais preocupante paralelismo entre o século XXI e o século XVII não são os superficiais como os actos violentos e o conflito, mas residem antes no estado subjacente das próprias religiões – especialmente o islão. As velhas guerras de religião tinham por base duas coisas: a disputa de almas e uma crise interna e cismática de confiança dentro de uma das maiores religiões mundiais causa pela cisão entre católicos e protestantes.
O cenário que se vive em especial no Médio Oriente não se trata de conquistar almas, mas sim de um conflito atávico, algo que está no coração, um ódio de extermínio. Quem o pode parar?
No Médio Oriente, tudo caminha para uma explosão de proporções inimagináveis. Grande número de jovens tem poucas estruturas tradicionais para os controlar. Em muitos locais, os governos são incapazes de proporcionar segurança e assistência social, deixando as suas populações instáveis e desenraizadas prontas a serem recrutadas por activistas religiosos. Um anel de instabilidade circunda a fronteira entre a Palestina e Israel. De um lado vive-se numa aparente tolerância, do outro vive-se nutrindo uma raiva incontida.
De um lado tem-se o apoio do Irão, da Arábia Saudita, Paquistão e mais de uns quantos países. Do outro lado da barricada o apoio vem especialmente dos Estados Unidos. Há não muitos anos Dick Cheney disse que “Deus não achou por bem pôr petróleo e gás apenas em países onde os regimes democraticamente eleitos são amigos dos Estados Unidos”. Podia ter acrescentado que Deus achou por bem pôr as reservas de petróleo e gás em regiões onde as paixões religiosas ardem mais intensamente. É isto que faz com que algum equilíbrio se mantenha.
Até quando Israel se manterá “adormecido”? E se decidir reconstruir o Templo no lugar onde se encontram duas Mesquitas árabes? Podem crer isso mais tarde ou mais cedo vai acontecer, que sucederá então?
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