5 de setembro de 2010

A LEI DO GATO

1. O governo francês vai apresentar um projecto de alteração da lei que vai permitir repatriar estrangeiros em caso de "ameaça à ordem pública devido a roubos repetidos ou mendicidade agressiva".
O anúncio foi feito hoje pelo ministro da Imigração francês, Eric Besson, que garantiu que uma "alteração da lei será apresentada com esse objectivo".
"Precisamos de aumentar as possibilidades [legais] para poder emitir ordens de deportação por ameaça da ordem pública em conexão com actos de roubo ou mendicidade agressiva", explicou o governante francês.
2. Portugal é o sétimo país da Europa com mais roubos a bancos. Em 2005, as instituições nacionais deram conta à Federação Bancária Europeia (FBE) de 127 assaltos (mais do que os registados pela Polícia Judiciária - 114) e de 1 300 842 milhões de euros roubados. O nosso país, aliás, foi dos que registaram uma subida significativa no que toca a número de assaltos (32%), e de montantes furtados ( 62%), relativamente a 2004. À frente estão Itália, Alemanha, Espanha, França, Turquia e Grécia. À excepção da Grécia, todos com uma densidade populacional superior e um maior número de balcões.
Os dados constam de um relatório da FBE, de Outubro de 2006, que reuniu informação de instituições de 29 países. Nele, as conclusões são claras e os alertas também: há menos assaltos e dinheiro roubado, mas mais violência nos actos praticados e um aumento nos ataques a ATM, carrinhas de transporte valores e fraudes informáticas.
3. Apesar de ter sido decretada, na passada sexta feira, a prisão efectiva para seis dos sete arguidos do processo da Casa Pia, nenhum dos condenados vai, para já, para a cadeia. Isto porque, os advogados de defesa já revelaram que vão recorrer da decisão e, como manda a lei, o recurso tem efeito suspensivo da pena, a não ser perante factos concretos como, por exemplo, perigo de fuga, que levem à aplicação da prisão preventiva.
Assim sendo, o tempo de cadeia ditado pela juíza Ana Peres não vai ser, na verdade, aquele que os seis arguidos vão cumprir, uma vez que, para além do tempo dos recursos, todos estiveram já em prisão preventiva , o que faz com que a pena seja reduzida.
A lei dá garantia, para efeitos de cumprimento da pena, de que é tido em conta todo o tempo que os arguidos estiveram privados da liberdade, a chamada prisão preventiva, a que todos estiveram obrigados , com excepção de Gertrudes Nunes, que acabou por ser absolvida.
Cabe agora aos tribunais superiores, para onde vão ser interpostos os recursos, apreciar os argumentos dos advogados, reapreciar a matéria de direito e manter ou não a decisão da primeira instância.
Coitado do gato! Que mal fez ele?

3 de setembro de 2010

AS TRÊS GRANDES MENTIRAS DE HOLLYWOOD

Encontrei no site Ética na TV um interessante artigo, traduzido por Edda Frost, de um critico de cinema do New York Post, Michael Medved, intitulado “As três grandes mentiras de Hollywood”.
Ele nos conta algo que qualquer um que conhece um pouco os EUA é capaz de perceber: o divórcio do cinema americano com o estilo de vida da nação. Os filmes dão uma ideia falsa do que é os EUA profundo e fazem com que os espectadores de todo o mundo confundam Nova Iorque com o resto do país ou mesmo em pensar que qualquer jovem do Kansas se comporta como uma Britney Spears.
Esse fenómeno hollywoodinano é o que leva a pensar, em especial, nos meios que se contentam com a superficialidade, que o Partido Republicano seja representante de uma minoria nos EUA e que só ganha eleições comprando votos ou sabotando as urnas eleitorais. Se os filmes espelham a realidade norte-americana, então realmente não há outra explicação para o facto dos Democratas não se tornarem o partido único do país.

Como escreveu Medved:
Os produtores de filmes parecem ter prazer em assaltar os valores básicos da família e da decência pelos quais a maioria das pessoas continuam a ter muito apreço. Não é surpreendente que sondagens recentes revelem que a esmagadora maioria dos americanos sente que Hollywood não tem ideia do que são os valores da população americana.
Quando a indústria de entretenimento é colocada contra a parede, a sua justificação baseia-se em três grandes mentiras que o critico norte-americano refuta com conhecimento de causa.

Mentira número 1: “É só entretenimento e não influência ninguém”
Aqui Medved conta que participou de um fórum de discussão com representantes dos três maiores estúdios de Hollywood onde se passou a seguinte cena:
Quando eu critiquei o comportamento irresponsável da indústria cinematográfica, um dos participantes respondeu furioso que Hollywood é sempre acusada pelo mal que faz, mas nunca lhe é dado crédito por seu impacto positivo. “Você tem de concordar que o filme “Lethal Weapon” salvou milhares de vidas.
Eu não me consegui lembrar de alguma mensagem salvadora naquele sangrento “thriller”, então perguntei o que ele queria dizer.
“Bem” ele respondeu: “Naquele filme, pouco antes da cena da grande perseguição, houve um intenso “close-up” de três segundos mostrando Mel Gibson e Danny Glover atando o cinto de segurança.”

É dos tais argumentos que até um simples silêncio refuta. Michael Medved aponta com precisão a contradição desse raciocínio: Ele estava a sugerir que as pessoas imediatamente imitariam o que viram por três segundos, mas os restantes super violentos 118 minutos do filme, não teriam qualquer influência. Não é esta uma contradição ilógica e absurda?
Jack Valenti, presidente da “Motion Picture Association of America”, afirmou, então, que os seus filhos, quando jovens, viram muitas cenas de violência na TV e conseguiram preservar os seus valores.

Nós todos já ouvimos alguma versão deste argumento, mas o alvo está errado. Só porque não influência toda a gente, não significa que não influencie ninguém. Quando um anúncio comercial aparece na TV ninguém espera que o produto vá ser vendido a todos. Se um comercial influenciar uma pessoa em 1000 é considerado um sucesso. Do mesmo modo, se a TV e o cinema influenciarem uma pessoa em 1000 a comportarem-se de modo irresponsável e destrutivo o que é frequentemente, pela média, então essas imagens terão profundo impacto na sociedade.
Michael Medved se refere ainda que há mais de 60 estudos organizados por grandes universidades provando que longas exposições a imagens violentas na TV são capazes de alterar o comportamento das pessoas, tornando-as mais agressivas. O mesmo, digo eu, pode-se aplicar à cenas de imoralidade sexual.

Mentira número 2: “Nós só reflectimos a realidade. Não nos culpe; culpe a sociedade”
Com a palavra, Michael Medved: Se isto fosse verdade, então por que tão poucas pessoas testemunham assassinatos na vida real, mas todos nós os vemos na TV e nos filmes? O mais violento gueto não está em South Central Los Angeles, nem em Southeast Washington D.C.; está na TV.

Quando se trata de mostrar comportamento sexual há uma descontinuidade semelhante. Uma pesquisa da “Planned Parenthood” (Paternidade Planeada, [organização pelo aborto]) mostra que todos os anos, no horário nobre da TV há 65.000 referências sexuais. No entanto, um estudo do “Center for Media and Public Affairs”, mostrou que 7 em 8 encontros sexuais na TV envolvem relações extra maritais.


(...) O sociólogo da UCLA James Q. Wilson apontou um facto curioso: em ruas de cidades com vidros quebrados e não repostos, a criminalidade aumenta muito. A janela quebrada anuncia ao público: “Aqui não há autoridade, os valores estão quebrados, não há consequência. Hoje, televisão e cinema se tornaram gigantescas janelas quebradas para o mundo. Um retrato da vida sem padrões, sem disciplina, sem consequência, mandando a mensagem de que reina o caos.

Mentira número 3: Nós damos ao público o que ele quer. Se as pessoas não gostam, podem desligar.
(...) A última parte da mentira que diz: “Se você não gosta, desligue” tem a mesma lógica que “Se você não gosta da poluição pare de respirar”. Você pode não ouvir a cantora Madona. Você nunca escolheu colocar Madonna na sua mente, mas certamente você sabe quem ela é, e por que razão ela é famosa. Cultura popular está por toda parte, é como o ar que respiramos. Por isso é que a mensagem da cultura pop é uma questão de meio ambiente.

(...) O acumulo desse material tem tremendo impacto nas nossas vidas. Por isto é que nestes tempos em que demandamos que as empresas sejam responsabilizadas por poluir o ar e as águas, em que banimos fumar em lugares públicos e temos tido resultados, é apropriado pedir que as empresas de entretenimento mostrem responsabilidade por poluir a atmosfera cultural que todos respiramos.

1 de setembro de 2010

E SE ISRAEL SE LEMBRA DE RECONSTRUIR O TEMPLO?

Não considero qualquer noticia como um “rumor do fim”, esta que surge em todos os meios de comunicação é pertinente: Hamas reivindica acção que matou dois homens e duas mulheres, uma delas grávida, residentes num colonato a sul de Hebron.
Pouco depois da partida do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para Washington, quatro israelitas foram mortos num ataque numa auto-estrada usada por palestinianos e colonos perto de Hebron, na Cisjordânia.
O ataque ocorreu em vésperas das conversações de paz israelo-palestinianas, uma iniciativa norte-americana de alto nível que se segue à interrupção de negociações durante 20 meses. As vítimas, que moravam num colonato judaico a sul de Hebron, eram dois homens e duas mulheres, uma delas grávida.
Para qualquer observador, o mais preocupante paralelismo entre o século XXI e o século XVII não são os superficiais como os actos violentos e o conflito, mas residem antes no estado subjacente das próprias religiões – especialmente o islão. As velhas guerras de religião tinham por base duas coisas: a disputa de almas e uma crise interna e cismática de confiança dentro de uma das maiores religiões mundiais causa pela cisão entre católicos e protestantes.
O cenário que se vive em especial no Médio Oriente não se trata de conquistar almas, mas sim de um conflito atávico, algo que está no coração, um ódio de extermínio. Quem o pode parar?
No Médio Oriente, tudo caminha para uma explosão de proporções inimagináveis. Grande número de jovens tem poucas estruturas tradicionais para os controlar. Em muitos locais, os governos são incapazes de proporcionar segurança e assistência social, deixando as suas populações instáveis e desenraizadas prontas a serem recrutadas por activistas religiosos. Um anel de instabilidade circunda a fronteira entre a Palestina e Israel. De um lado vive-se numa aparente tolerância, do outro vive-se nutrindo uma raiva incontida.
De um lado tem-se o apoio do Irão, da Arábia Saudita, Paquistão e mais de uns quantos países. Do outro lado da barricada o apoio vem especialmente dos Estados Unidos. Há não muitos anos Dick Cheney disse que “Deus não achou por bem pôr petróleo e gás apenas em países onde os regimes democraticamente eleitos são amigos dos Estados Unidos”. Podia ter acrescentado que Deus achou por bem pôr as reservas de petróleo e gás em regiões onde as paixões religiosas ardem mais intensamente. É isto que faz com que algum equilíbrio se mantenha.
Até quando Israel se manterá “adormecido”? E se decidir reconstruir o Templo no lugar onde se encontram duas Mesquitas árabes? Podem crer isso mais tarde ou mais cedo vai acontecer, que sucederá então?

30 de agosto de 2010

SOLTA-SE O PIOR QUE HÁ EM NÓS.

As autoridades do Rio de Janeiro precisam de ajuda para resolver impasse à morte de Rosalina Ribeiro e contam com a PJ portuguesa.
Este é um cabeçalho de um qualquer jornal em Portugal, não há quem não saiba do que se trata. Um outro jornal noticia: “atacada pelas costas à machadada e à facada.” Lemos também e com dor: “menina de 12 anos tentou proteger as duas irmãs mais novas de um pedófilo, que a violou, aceitando acompanhá-lo numa viagem…no lugar delas. Mas nem assim evitou que uma das irmãs, de sete anos, também fosse abusada.”
Estas histórias, histórias de todos os dias, infelizmente, evidenciam em primeiro lugar, que é mais fácil praticar um crime sem manter uma relação cara a cara com a vítima. Revelam, por outro lado, que o desejo ávido de fruir dos bens da sociedade de consumo pode libertar emoções negativas e tornar-se agressiva mais facilmente, a coberto do anonimato. Que se solta o pior que há no ser humano, provocando consequências gravíssimas. Há, de facto, crimes danosos que são muito difíceis de descobrir o autor como o abandono de sinistrados, a poluição da natureza ou o incêndio florestal.
Mas há, também, pessoas que se refugiam no anonimato para injuriar e difamar as outras, porque não conseguem assumir o que fazem – seja por simples cobardia seja porque, na realidade, têm vergonha do que são e precisam de usar uma máscara qualquer.
Freud e Jung sugerem que a nossa sociedade se ergue sobre um controlo traumático das pulsões básicas. Nesse contexto, o controlo sem sublimação conduz à neurose. Então, podemos concluir, dizendo que o crime acaba por não compensar, destruindo sempre, se não a felicidade, pelo menos a tranquilidade de consciência do criminoso/pecador.
Retomando a frase “que se solta o pior que há no ser humano”. Sugere-nos um mistério que envolve duas realidades: Deus (Col. 2:2) e o mal (2ª Tes. 2:7). Mistério não significa algo que não podemos saber, mas algo que só podemos saber em parte (Rom. 16:25; Efésios 3:3,4; 6:19).
A Bíblia revela que o mal não foi planeado nem causado por Deus. a directa interacção de Deus com as Suas criaturas em toda a História mostra que Ele não predestina as nossas decisões, estas são livres. Então, quando um dos casos que acima citámos acontece e que normalmente questionamos e culpamos Deus. Tal como Job, não temos respostas para estas perguntas existenciais, temos apenas a esperança de que Deus abrirá um dia os livros e nós poderemos julgar o que Ele tem feito.
Até esse dia, então, vivamos pela fé em Cristo e na Sua sabedoria (Hab. 2:4; Rom. 1:17), com certeza e a esperança de que “a nossa leve e momentânea tribulação produz, para nós, um peso eterno de glória mui excelente” (2ª Cor. 4:17).

19 de agosto de 2010

A LIXEIRA VAI SER RENOVADA.

Por todo o mundo se realizam cimeiras, fóruns, debates, enfim, se manifesta uma imensa preocupação pela forma como está a ser gerido o Planeta Terra. Há um anseio, creio sincero, de parar esta forma de delapidar a Terra tal como tem sido feito no último século. Há um anelo, um sonho que emerge no sentido de respeitar a vida de todas as criaturas que têm encontrado no homem o seu pior inimigo.
Como alterar este estado de coisas? Como dizer às pessoas que estão por detrás dos grandes monopólios, parem!
Todos temos consciência que no final destas cimeiras, destes fóruns e afins, se fazem declarações cheias de boas intenções, no entanto o ritmo marcado pelos grande interesses é frio, duro e implacável. Que valor tem as palavras sensatas, de compaixão? Face a uma crise financeira que assola o mundo, esta crise segundo os economistas é de tantos triliões de dólares, que nem eles sabem os números! São os grandes bancos e fábricas tradicionais ou renovadas que fecham e lançam para a miséria outros tantos milhões de pessoas no desemprego.
Não quero ser pessimista, digam-me: onde está a solução, para esta fome que alastra pelo mundo, para o desespero, para as lágrimas? Não, esta não é só uma crise que atinge a terra, ela atinge o coração!
todos os sistemas na Europa, América ou em qualquer outro lugar do mundo estão falidos. Por outro lado, não teremos nós o direito a essas coisas? Todos cremos a nossa casa, o nosso emprego, o nosso carro, a nossa família!
Como estancar esta hemorragia que, afinal, todos provocámos e continuamos a provocar a esta terra, nossa morada! Sim, eu creio que todos fomos longe demais, ultrapassamos a fronteira e não há retorno. Há?
Não o creio, lamentavelmente, não creio! Felicito os que acreditam que se pode introduzir sem violência uma Nova Ordem Mundial. A Crise é global, não é só financeira, mas sobretudo moral social e ambiental.
A ânsia pelo crescimento económico dos povos e Nações, aliada ao consumismo compulsivo, resultou na delapidação sem precedentes do Mundo onde vivemos que já está dando sinais de estar doente, pois o consumo inconsequente aumentou o desperdício, a produção de lixo, e os impactos ambientais.
O desenvolvimento técnico-científico, dissociado da consciência ecológica, fez com que saqueássemos os recursos naturais numa escala sem precedentes e sofremos os efeitos disso. A ruptura entre o trabalho e o cuidado fez com que o afã desmedido de produção se revertesse na ânsia incontida de dominação das forças da natureza e alterou-se seu equilíbrio.
Uma Terra sem Deus, é uma terra sem norte “comamos e bebamos que amanhã morreremos” ou então “quem não tem quer; quem tem quer mais, e quem tem mais diz que nunca é suficiente.” Esta lógica teria que ser mudada e um novo estilo de vida introduzido.

Os actuais padrões de extracção, produção e consumo, mostraram-se insustentáveis, ultrapassando as capacidades de reposição e regeneração do Planeta. A Terra dá sinais inequívocos de que já não aguenta mais o actual projecto de exploração. A Terra é como uma pessoa muito doente a quem obrigam a trabalhar e ela não pode! Já não tem nada ou quase nada para dar. Finou-se!
Precisamos, pois, de um novo paradigma de Civilização porque o actual chegou ao fim e exauriu as suas possibilidades. É preciso mudar de rumo!
Devemos lançar um novo olhar sobre a realidade e adoptar um novo paradigma de relacionamento com todos os seres. Somos todos interdependentes uns dos outros, coexistimos no mesmo espaço e na mesma Terra. O mesmo Sopro permeia toda a existência (Gén. 2:7).
Hoje, mais do que nunca, o destino comum nos conclama a buscar um novo começo. E a nova vida pertence “Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra.” (Mat. 5:5). Afinal, eu acredito num novo começo, ele está prometido: “Pois, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, durarão diante de mim, diz o Senhor, assim durará a vossa posteridade e o vosso nome.” (Is. 66:22).
As coisas são assim: “E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe.” (Ap. 21:1).
Só há um Governante capaz de dar um novo rumo à Terra, e Ele quer dar já esse rumo à tua vida, deixa e respeitarás aqui e agora tudo e todos. Senão, não irás para a Nova Terra!

18 de agosto de 2010

SINAIS DOS TEMPOS

E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras... Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares. Mat. 24:6 e 7

As profecias não têm como objetivo principal prever o futuro, satisfazendo nossa curiosidade acerca do que vai acontecer. Os que pensaram assim tiveram grandes decepções! Marcaram datas e eventos que só trouxeram desconfiança e descrença nas Escrituras.
Quando Deus deixou na Bíblia as profecias, o Seu maior objetivo era revelar que Ele está no comando da história desta Terra, e que não é o acaso que governa nossa vida. Por isso, não tenha medo! Não seja um adventista catastrófico! Sinta a paz de saber que Deus nos ama tanto que não nos ocultou Seus desígnios e ações nos últimos dias.

“Certamente, o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas.” Amós 3:7

Falsos Profetas
Os sinais não devem ser colocados como base da fé ou demonstração de que aquela pessoa ou igreja é de Deus.
Satanás sabe o poder de atração dos sinais miraculosos, e os usa para seu proveito, enganando muitas pessoas.

“Mágicos e exorcistas, pretendendo miraculoso poder, arrastaram o povo após si, às solidões das montanhas. Haverá falsos sonhos e visões falsas; pregai, porém, a Palavra, não vos desvieis da voz de Deus em Sua Palavra.” EF, 19.
A Bíblia está acima dos sinais! Mesmo que fogo caia do céu, se a mensagem contradisser a Palavra, deve ser rejeitada!

Intemperança e Glutonaria
A gastronomia está em alta! Está na moda os pratos exóticos e experimentar os mais diferentes tipos de carnes, como de morcego, macaco, cobras, escorpiões e muitos outros.
Quanto mais conhecimento o mundo tem, mais aumenta a ingestão de alimentos nocivos, como a bebida alcoólica.
Neste aspecto, o maior perigo para os adventistas é o comer em excesso e sem critério.
“Comer, beber e vestir-se tornam-se o alvo da vida para o mundo. Tal estado de coisas existia antes do dilúvio. E este estado de dissipação é uma das marcantes evidências da breve terminação da história terrestre.” EF, 21.
Os verdadeiros filhos de Deus seguirão a reforma de saúde revelada no Espírito de Profecia e vencerão o apetite depravado pela glutonaria e intemperança do mundo atual.

Violência e Guerra
Violência urbana, infantil, da mulher, de povos marginalizados; violência é uma das palavras mais ouvidas hoje nos meios de comunicação.
“Os terríveis relatos que ouvimos de homicídios e roubos, de acidentes ferroviários e atos de violência, declaram que o fim de todas as coisas está próximo.” EF, 22.
Mesmo com o desenvolvimento das leis civis e direitos humanos, as guerras não cessaram, e continuam evidenciando que este mundo não tem solução humana.

Desastres
Quanto mais nos aproximarmos do fim, mais desastres vão acontecer!
Desastres nas rodovias, nos aeroportos, ferrovias, rios e mares. A cada desgraça que acontece, vemos que o governo de Satanás só traz tristeza e dor. A cada cena de horror que presenciarmos, devemos amar mais a Deus e odiar mais o pecado, que trouxe tudo isso para nosso planeta.

“Esquadras se submergirão, sendo sacrificados milhões de vidas humanas. Irromperão inesperadamente incêndios que nenhum esforço humano será capaz de extinguir. Os palácios da Terra serão varridos pela fúria das chamas. Tornar-se-ão mais e mais freqüentes os desastres de estrada de ferro; confusão, colisões e morte sem um momento de advertência ocorrerão nas grandes vias de comunicação. As águas do oceano transporão seus limites. Propriedades e vidas serão destruídas pelo fogo e por inundações.” EF, 22 e 23

Bolas de Fogo

Deus é justo, e Ele vai retribuir a maldade do mundo. Não sabemos quando e como vai acontecer, mas Deus deixou revelado que esse seria mais um sinal dos últimos dias: “Grandes bolas de fogo caíam sobre as casas e dessas bolas voavam flechas incandescentes em todas as direções. Era impossível apagar os fogos que se acendiam, e muitos lugares estavam sendo destruídos.” EF, 23
Devemos alertar nossos parentes e amigos sobre esses acontecimentos, pois sabemos que somente os fiéis serão protegidos destes juízos que sobrevirão ao mundo.

Catástrofes
O mundo se abalou com uma nova palavra que passou a fazer parte do nosso vocabulário: tsunami.
Já ouvimos falar de terremotos em nosso país e as enchentes estão cada vez mais comuns, mesmo nos lugares onde a seca predomina quase que o ano inteiro.
Os cientistas prevêem mais catástrofes por causa do aquecimento global.
“Em incêndios, em inundações, em terremotos, na fúria das grandes profundezas, nas calamidades por mar e terra, é transmitida a advertência de que o Espírito de Deus não agirá para sempre com os homens.” EF, 24

Fomes e Epidemias

No momento em que escrevo nosso país enfrenta uma epidemia de Dengue. A AIDS já contaminou um em cada cem jovens e muitas outras doenças assolam a humanidade.
A poluição traz doenças respiratórias e o estilo de vida moderno aumenta as doenças cardiovasculares.
Somos alertados pela Bíblia que a fome e as epidemias aumentarão! O Espírito Santo é retirado da terra e o mundo a cada dia fica nas mãos de Satanás, mas não se esqueça que dos fiéis o Espírito Santo nunca será retirado.

Objetivo de Deus com os Sinais
Além de revelar aos fiéis que Ele está no controle da história, é desejo de Jesus chamar a atenção dos incrédulos.
“Quão freqüentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da Natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo.” EF, 26.
É impressionante que até nos juízos Deus é amor!
Cada catástrofe que Deus permite Satanás fazer, Deus revela o Seu amor incondicional por nós: crentes ou ímpios!

Deus está no controle!
É maravilhoso saber disso e poder confiar em Sua Palavra!
Aceite esse amor! Não deixe Satanás te enganar com as falsas glórias deste mundo. Use seus talentos e dinheiro para apressar a volta de Cristo. Não ajunte tesouros aqui na terra, tudo será destruído!
Jesus provou Seu amor ao morrer por nós, e agora está voltando para nos buscar, e os sinais mostram que “os últimos dias” é o agora!

Pr. Yuri Ravem
yuriravem@yahoo.com.br

15 de agosto de 2010

JÁ SE PODE TOMAR BANHO NAS ÁGUAS DO GOLFO DO MÉXICO.

Existe uma falha fatal nos campos petrolíferos no Golfo do México, partilhada com outros projectos de águas profundas em todo o mundo. Os campos subaquáticos esgotam-se duas vezes mais depressa do que um campo petrolífero convencional em terra, especialmente a grande profundidade.
As taxas de esgotamento não aumentam apesar dos avanços tecnológicos – aumentam por causa deles. A nova tecnologia não põe mais petróleo no subsolo. Apenas significa que temos uma palhinha maior para extrair aquilo que já lá está.
As plataformas petrolíferas de águas profundas são palhinhas enormes, essencialmente porque a tecnologia de perfuração a grandes profundidades foi desenvolvida mais tarde do que as tecnologias convencionais. O mar do Norte inundou o mundo com petróleo o Reino Unido com um petro-riqueza, quando os gigantescos campos Brent e Fortis começaram a produzir, em 1975. Mas os poços do Mar do Norte tiveram os melhores meses de produção em 1985. o pico de produção anual registou-se em 1999 e caiu 43 por cento até 2007. A palhinha já não chegava ao fundo e partiu-se por tanto se tentar explorar mais e mais.
Então não querem saber? Fiquei tão contente de ver o presidente americano, Barak Obama com a sua filhinha Sasha a tomarem banho nas águas do litoral do golfo do México para demonstrarem que não estão poluídas e que as praias estão prontas para receber turistas. Queriam que eu disse mais, não digo!