14 de agosto de 2010

GRANDES MANIFESTAÇÕES DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

Os esforços no mundo desenvolvido para restringir e substituir as centrais eléctricas a carvão parecem pura e simplesmente quixotescos, quando justapostas à expansão das centrais a carvão da China (e de outros países em desenvolvimento). Seja qual for a redução alcançada na emissão de gases com efeito de estufa, nas economias desenvolvidas do mundo, por substituírem a utilização de carvão, simplesmente será anulada pelo aumento da emissões da novas centrais eléctricas a carvão na China e no resto do mundo.
Salvar o mundo é um motivo nobre para nos tornamos verdes. Mas existe uma outra razão convincente para desejar a implementação, o mais depressa possível, de um regime de redução do dióxido de carbono. É o chamado bom velho puro auto-interesse económico. Se não conseguirmos chegar a acordo para salvar o mundo em benefício de outros, podemos, pelo menos, fazê-lo em benefício próprio. E pronto, gosto de ser utópico. Leio as notícias e elas despertam-me:
Em seis semanas terão morrido 17 533 pessoas devido a fenómenos extremos como a onda de calor na Rússia, as cheias na Europa Central e de Leste, no Paquistão, Índia e China. São "manifestações das alterações climáticas", dizem alguns especialistas. 2010 foi, até agora, o ano em que o planeta esteve mais quente. Onda de calor russa só é comparável à de 2003. Em Portugal, temperaturas elevadas já mataram mil pessoas este ano.
Onda de calor histórica, seca severa e incêndios na Rússia. Chuvas intensas num curto espaço de tempo na Europa Central e de Leste, cheias invulgares no Paquistão e na Índia, chuvadas acompanhadas de deslizamentos de terras na China.
As catástrofes que assolam estas zonas do globo nos últimos tempos poderão não estar ligadas entre si, mas são fenómenos extremos, cada vez mais frequentes e intensos, que constituem uma manifestação das alterações climáticas.
"São acontecimentos que se reproduzem e intensificam num clima perturbado pela poluição de gases com efeito de estufa", declarou à AFP Jean-Pascal Van Ypersele. "Os acontecimentos extremos são uma das maneiras pelas quais as mudanças climáticas se tornam dramaticamente perceptíveis", acrescentou o vice-presidente do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC).
"Acredito que há já uma grande manifestação das alterações climáticas. O clima define-se através de observações meteorológicas de 30 anos. E o que se tem observado é uma maior frequência e intensidade de fenómenos extremos", afirmou ao DN Filipe Duarte Santos, professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
No caso da Rússia, há um anticiclone instalado que, "ao ficar muito tempo no mesmo sítio, causa secas. Tudo indica que o anticiclone fica mais tempo do que deve por causa das alterações climáticas", acrescentou o especialista português, que vai ser um dos editores do próximo relatório do IPCC em 2013.

12 de agosto de 2010

CIENTISTAS DESCOBRIRAM QUE LUCY JÁ COMIA DE FACA E GARFO. ESPANTOSO!

Mais que um rumor, mas de facto, um sinal do fim de todas as coisas é a contínua e persistente tentativa do homem em demonstrar que a vida não tem por Causa o Deus Criador. Os meios de comunicação e as revistas, particularmente, a revista cientifica Nature, surge agora com a grande revelação que afinal Lucy (a famosa australopithecus afarensis) já se alimentava com garfo e faca. A prova foi hoje publicada na citada revista: "A única espécie de hominídeo que conhecemos nesta região de África, neste período, é o A. afarensis, por isso pensamos que foi esta espécie que infligiu as marcas de corte nos ossos", disse em comunicado Zeresenay Alemseged, um dos autores do artigo, que trabalha na Universidade da Califórnia.
O A. afarensis vagueou pela África Oriental entre há 3,85 e 2,95 milhões de anos. A 300 metros do local onde estavam os ossos, já tinha sido descoberto um esqueleto bem preservado desta espécie. As marcas nos fósseis também indicam que a medula dos ossos serviu de alimento.
"Com utensílios de pedra na mão, as carcaças de animais tornar-se-iam uma fonte de carne mais apetecível. Este tipo de comportamento encaminhou-nos para duas das características que mais tarde definiram a nossa espécie – comer carne e produzir utensílios para uso", explicou Shannon McPherron, uma das autoras, do Instituto Max Planck, em Leipzig.
As mais loucas teorias são apresentadas para defender que há um incomensurável número de anos, os mares em retirada abandonaram nas margens recém-criadas milhões de reluzentes criaturas aquáticas. Privadas do seu habitat familiar, morreram numa agonia indescritível a arquejar e a lutar por cada instante mais de “eternidade”. Só algumas mais afortunadas, mais bem apetrechadas para uma existência anfíbia, sobreviveram ao choque da mudança. Hoje, segundo diz o sociólogo Lawrence Suhn, da Universidade do Wisconsin. “passamos por um período tão traumático como o da evolução dos antecessores do homem de criaturas marinhas para serem terrestres (…). Os que se puderem adaptar, adaptar-se-ão; os que não puderem, continuarão a sobreviver num nível inferior de desenvolvimento ou perecerão, abandonados nas margens.”
Como é límpida e transparente a Sagrada Escritura nas palavras de Jesus: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.” João 14:1-3.
Confesso a minha dificuldade, é mais fácil crer na Palavra de Deus do que em mil e uma teoria que não preenchem a necessidade de Deus, uma necessidade tão profunda, só pode ter sido marcada pelo próprio Criador no cerebelo (consciência) do homem.

10 de agosto de 2010

SITUAÇÕES DE CALAMIDADES EM PONTOS DIFERENTES DO GLOBO.

Quatro situações de calamidade simultâneas em pontos distintos do globo levam especialistas a admitir que o ritmo de fenómenos climáticos extremos se está a intensificar. Tal coincidência é "muito rara", mas ainda insuficiente para mostrar que o clima mudou.
Onda de calor na Rússia, inundações no Paquistão, chuvadas intensas causando deslizamentos na China e precipitação elevada em países como a Alemanha e Polónia. Tudo nas últimas semanas. Esta concentração de fenómenos climáticos extremos é tida como "muito rara” por especialistas ouvidos pela agência Reuters.
Desta opinião participa um professor do Instituto para a Investigação das Alterações Climáticas de Potsdam. Segundo Friedrich-Wilhelm Gertengarbe, “só nas últimas semanas tivémos quatro fenómenos climáticos extremos” que poderão ter origem “no aquecimento global”.
De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, este ano está a caminho de ser o mais quente desde que há registos, que vêm apenas de meados do século XIX.
Se a tendência se mantiver, será suplantada a temperatura média global do ano de 1998. O aumento de temperaturas , segundo esta agência das Nações Unidas, é sobretudo devido à acumulação de gases com efeito de estufa provenientes da queima de combustíveis fósseis.
“Teremos sempre extremos climáticos; mas parece que a mudança climática está a acentuar a intensidade desses extremos”, refere Omar Baddour, responsável pela aplicação de dados climáticos da Organização Meteorológica Mundial. Ele considera que “ainda é muito cedo para apontar culpas à influência humana”.
O mesmo especialista indica que a causa provável das chuvadas destruidoras na China e no Paquistão pode ter sido uma desregularão do regime de monções, devido à influência do fenómeno La Niña, que arrefece a região do Oceano Pacífico.
Muitas são as entidades a recolher informação sobre o clima. Nelas estão incluídas as seguradoras e resseguradoras. Uma destas, a Munich Re, tem uma base de dados sobre catástrofes naturais.
Eles “mostram que o número de situações meteorológicas extremas como inundações e vendavais triplicou desde 1980, com tendência para assim se manter”.

9 de agosto de 2010

PARA ONDE VAIS MUNDO?

Recentemente li um texto escrito pelo Psicólogo Eduardo Sá sobre “A educação sexual nas escolas é algo que não merece discussão.” Quando se lê ou se ouve o Dr. Eduardo Sá o leitor ou o ouvinte fica encantado com o seu falar. Parece a voz do GPS nunca se altera; ele tem um tom suave mas convincente, na escrita; não há mais nada a dizer, tudo foi dito!
Enquanto lia os meus pensamentos foram remetidos para umas décadas atrás quando vivia nos arredores de Lisboa. Por essa altura comprei uma bicicleta de montanha e tentava lutar contra o meu preguiçoso corpo que ao fim de um dia de trabalho pedia descanso e necessitava antes de tudo de subir umas montanhas para manter o “preguiçoso” em boa forma. Reconheço no entanto, que era mais fácil descer que subir e numa dessas saídas a bicicleta levou-me ladeira abaixo e fui parar ao lado dos muros de uma Escola. Ali chegado, era necessária uma forte mentalização para que a subida fosse feita com sucesso. Olhei ao redor e fiquei espantado com o que vi; preservativos espalhados às centenas. Sim, preservativos usados ao lado de uma Escola de adolescentes! Naquele cenário pude imaginar todas as Escolas deste país. Como não legalizar o aborto?
Investigando as matérias que servirão para educar estas caridosas crianças; descobri que vão ser distribuídos pelo rebanho nas salas de aulas, pénis de esferovite e vaginas de contraplacado com o simpático propósito de ensinar “afectos”. Fiquei em estado de choque, ofegante, triste por viver neste mundo. Não deveria esta matéria ser ensinada pela família? Tem que ser este assunto tão importante ensinado por aqueles/as que “aprenderam” ali mesmo ao lado da Escola?
Eu sei que o Dr. Eduardo Sá é um especialista, acredito que seguramente será um bom pai. Mas eu não posso estar de acordo que em nome da “abertura” e da “tolerância” se confira poderes a pessoas que manifestamente não estão preparados para ensinar “afectos.” Para onde vais Mundo? Eu sei, mas não digo!

4 de agosto de 2010

FINALMENTE, UMA BOA NOTÍCIA!

Finalmente, uma boa notícia! A BP começou nesta terça-feira a operação de "morte estática" do poço Macondo, no golfo do México, na primeira das duas etapas para a interrupção definitiva do pior vazamento marítimo de petróleo da história.
A operação consiste em injetar lama pesada e, posteriormente, cimento no poço, que já havia sido provisoriamente tampado em meados de julho. Técnicos dizem que o Macondo levará de 33 a 61 horas para ser sufocado.
"A meta desses procedimentos é concretizar a estratégia de matar e isolar o poço, e vai complementar a iminente operação do poço auxiliar", informou a BP.
Quem está interessado em “matar” o vazamento? Se quer descobrir o que impulsiona a subida do petróleo no mundo em desenvolvimento, comece pelo o carro. Cerca de 90 por cento de cada barril de crude consumido destina-se a combustíveis de transporte, como gasolina e gasóleo. Olhe para onde as vendas de carros estão a disparar e provavelmente vai descobrir onde a procura de petróleo está também a disparar.
Ao longo dos próximos três anos, as economias emergentes serão responsáveis por três quartos dos novos veículos na estrada. Tal como o consumo de crude da OCDE brevemente será superior ao consumo dentro da OCDE, o mesmo irá acontecer com os proprietários de automómeis. Dentro de cinco anos, a maior parte da frota mundial de automóveis não será guiada nas auto-estradas da Alemanha ou nas estradas interestaduais da América, mas nas estradas apinhadas da Índia e da China, fervilhantes de condutores estreantes.
Percebeu agora porque se tem que “matar” o vazamento? Apesar da magnitude do vazamento, que começou após a explosão de uma plataforma petrolífera em 20 de abril, ficou plenamente clara na segunda-feira, quando cientistas do governo divulgaram cifras revisadas segundo as quais quase 5 milhões de barris (cerca de 795 milhões de litros) de petróleo jorraram no mar até que o vazamento fosse interrompido, em 15 de julho.
Assim, o acidente superou o vazamento do poço Ixtoc, na baía de Campeche (México), estimado em quase 3 milhões de barris (478 milhões de litros).
Então para onde vai a BP nos próximos tempos? Sim senhor percebeu, pois são os RUMORES DO FIM.

1 de agosto de 2010

NINGUÉM QUER SABER A VERDADE.

(POR CLARA FERREIRA ALVES)
Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, (Olá! camaradas Sócrates...Olá! Armando Vara...), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido.
Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.
Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.
Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado.
Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade.
Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
Clara Ferreira Alves - "Expresso"
(artigo que circula na Intenet in anexos)