29 de junho de 2010

MORREU JOSÉ SARAMAGO E AGORA!

Para amigos e inimigos, apreciadores e indiferentes a morte de José Saramago teve pesos e significados diversos. Mas a universalidade da figura e da obra impôs a uns e outros, em todo o mundo, o dever da homenagem. "José Saramago, a morte de um Nobel vermelho", foi o título do francês ´Le Fígaro´. Em tom politicamente mais neutro, o ´Le Temps´, da Suiça, escreveu: "O epílogo de um escritor em cólera", (contra Quem?) e, de forma  ainda mais inócua, o argentino ´La Nación´titulou: "Saramago voltou para sempre à sua terra natal". Bem visto!
"Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás." Gén. 2:17. Para muitos trata-se do ponto final é uma opção pessoal. Para outros: "Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá." João 11:25. Continua a ser uma decisão pessoal, qual é a sua?

CAPELA SISTINA REVELA MENSAGEM OCULTA

Um estudo desenvolvido pela Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins terá descoberto o esboço de um cérebro humnao desenhado no pescoço da figura de Deus representada no painel ´Sepration of Light From Darknss,` sediado na Capela Sistina, pintado pelo artista renascentista Michelangelo. O esboço, até agora desconhecido, apresenta uma iluminação diferente do resto do fresco, tudo para que, de acordo com os especialistas, Michelangelo pudesse transmitir o seu desagrado perante a atitude de negação e renúncia da Igreja Católica face à Ciência. Porém, alguns especialistas defendem que a opção artística tomada por Michelangelo terá sido apenas uma forma de ostentar o seu conheciemnto de anatomia sem que a Igreja Católica soubesse.
Ou será porque a Igreja Católica sempre teve uma mensagem oculta?

BENTO XVI CONDENA CARREIRISMO NO CLERO. NÃO TEM SIDO ISSO QUE TEM FEITO DESDE CONSTANTINO?

Bento XVI disse este Domingo que a Igreja conta com a “fidelidade” dos padres, condenando as ambições pessoais e o carreirismo entre o clero.

“Quem aspira ao sacerdócio para um crescimento do seu próprio prestigio pessoal e do próprio poder compreendeu mal na raiz o sentido deste mistério”, declarou.

O Papa falava na homilia da Missa de ordenação de 14 novos sacerdotes, a que presidiu na Basílica de São Pedro.

Em jeito de alerta, Bento XVI defendeu que “o sacerdócio nunca pode representar uma maneira de atingir a segurança na vida ou de conquistar para si uma posição social”.

Para o Papa, a ambição e o sucesso fazem com que o padre seja “sempre escravo de si mesmo e da opinião pública”.

“Para ser considerado deverá adular; terá de dizer aquilo que a gente quer ouvir; terá de se adaptar às modas e às opiniões e assim privar-se-á da relação vital com a verdade, reduzindo-se a condenar amanhã aquilo que terá louvado hoje”, disse.

Bento XVI considera que “um padre que veja nestes termos o próprio ministério, não ama verdadeiramente Deus e os outros, mas apenas a si mesmo e paradoxalmente acaba por se perder a si mesmo”.

Aos novos padres, o Papa recomendou que “a solicitude pela celebração eucarística seja acompanhada sempre pelo empenho por uma vida eucarística, vivida na obediência a uma única grande lei, aquela do amor que se dá em totalidade e serve com humildade”.

“Caríssimos, o caminho que o Evangelho de hoje nos indica é o caminho da vossa espiritualidade e da vossa acção pastoral, da sua eficácia e penetração, também nas situações mais fatigantes e áridas”, concluiu.

28 de junho de 2010

AFINAL CATÓLICOS ORTODOXOS E ROMANOS ESTÃO UNIDOS!

Terminaram os "cismas", sim para quê num tempo de permissividade e de doutrinas à imagem e semelhança do homem, deixou de haver razão para estar de costas voltadas. Para estas igrejas bem como para muitas outras de cariz "protestante" esvaziaram-se os conteúdos; a Bíblia já não é a razão pela qual se vive ou morre, viva a fraternidade e o ecumenismo!
“Voltemos a fazer respirar a Europa a plenos pulmões”: votos de Bento XVI, intervindo nesta quinta à tarde, no final do Concerto oferecido pelo Patriarca de Moscovo
O acontecimento teve lugar no âmbito das “Jornadas de cultura e espiritualidade russa no Vaticano”, promovido conjuntamente pelos Conselhos Pontifícios para a promoção da Unidade dos cristãos e para a Cultura. Actuou a Orquestra Nacional Russa e o Coro Sinodal de Moscovo. Executadas músicas de compositores russos do séc. XIX e XX, nomeadamente Rachmaninov, Ciajkovskij e do Metropolita Hilarion, Presidente do Departamento das Relações Exteriores do Patriarcado de Moscovo, que leu uma mensagem em que o Patriarca Kiril recorda o contributo evangelizador da cultura russa, sobretudo durante os anos das perseguições da Igreja e do ateísmo de Estado. “Católicos e Ortodoxos devem actuar conjuntamente como aliados, e não como concorrentes”.
Por sua vez o Papa evocou o risco de amnésia que corre o mundo europeu: o risco de perder a memória e de abandonar o extraordinário património suscitado e inspirado pela fé cristã”, classificada por Bento XVI como a “ossatura essencial da cultura europeia e não só”. “Nas suas diversas expressões – sublinhou – a fé cristã dialogou com as culturas e as artes, animou-as e inspirou-as, favorecendo e promovendo de um modo único e excepcional a criatividade e o génio humano”. Um contributo ainda hoje válido:
“Também hoje essas raízes são vivas e fecundas, no Oriente e no Ocidente, e podem, mais ainda, devem inspirar um novo humanismo, uma nova fase de autêntico progresso humano, para responder eficazmente aos numerosos e por vezes cruciais desafios com que se deparam as nossas comunidades cristãs e as nossas sociedades. A começar pelo desafio da secularização, que não só leva a prescindir de Deus e do seu projecto, mas acaba por negar a própria dignidade humana, em vista de uma sociedade regulada unicamente por interesses egoístas”.
Daqui o apelo do Papa:
“Voltemos a fazer respirar a Europa e plenos pulmões, voltemos a dar uma alma, não só aos crentes, mas a todos os povos do Continente, promovendo a confiança e a esperança, enraizando-as na milenária experiência de fé cristã. Neste momento não pode faltar o testemunho coerente, generoso e corajoso dos crentes, para que possamos encarar juntos o futuro comum, como um futuro em que a liberdade e a dignidade de cada homem e de cada mulher sejam reconhecidas como valor fundamental e se valorize a abertura ao Transcendente, a Deus, a experiência da fé, como dimensão constitutiva da pessoa”.
Na música – observou ainda Bento XVI – concretiza-se já “o confronto, o diálogo e a sinergia entre Oriente e Ocidente, entre tradição e modernidade”. Precisamos de uma “visão unitária e harmónica da Europa”, pois sem a consciência de raízes culturais e religiosas “profundas e comuns”, a Europa de hoje “ficaria como que privada de alma e marcada por uma visão redutiva e parcial”.

27 de junho de 2010

O GUERREIRO PACIFICADOR?

"Então houve guerra no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão. E o dragão e os seus anjos batalhavam, mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou no céu. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele. Então, ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e o poder, e o reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo; porque já foi lançado fora o acusador de nossos irmãos, o qual diante do nosso Deus os acusava dia e noite. E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até a morte." Apocalipse 12:7-11
Jesus é o Guerreiro Pacificador, Ele é o Único. No entanto, o mundo (Estados Unidos) parece terem encontrado um homem, um general com algumas destas caracteristicas, será que ele se inspira em Cristo ou não? Não o sabemos, no entanto se o general David H. Petraeus que foi incumbido pelo presidente dos EUA, Barack Obama, a uma missão quase impossível, mas alcançada no Iraque: estabilizar o conflito no Afeganistão, teremos que reconhecer que seguramente ele terá não só uma grande visão estratégica, mas uma visão que se centra no INVENCÍVEL. A verdade é bem clara o Afganistão é o país que sepultou impérios e ameaça enterrar o mais poderoso Exército do Mundo
O presidente dos EUA, Barack Obama, foi obrigado a exonerar, no início da semana, o general Stanley McChrystal, responsável pelo comando das tropas norte-americanas e da missão militar da OTAN no Afeganistão, em função na sequência de uma reportagem sobre aquele oficial publicada na revista Rolling Stone, na qual ele se referia, em termos poucos abonatórios, ao locatário da Casa Branca e a membros da Administração.
O que, configurando um acto de insubordinação, obrigou a procurar substituto capaz de executar a estratégia delineada por Obama – iniciar a retirada dos soldados dos EUA em Junho de 2011 – e com celeridade capaz de ultrapassar um escândalo que muitos compararam à demissão em 1951, pelo então presidente Harry Truman, do general Douglas MacArthur, que liderava a campanha militar na Coreia e não se coibiu de criticar em público a estratégia da Casa Branca.
A escolha recaiu no general David H. Petraeus, actualmente na chefia do Comando Central, que coordena todas as missões dos EUA no Médio Oriente e na Ásia Central, área que inclui o Afeganistão. Pela segunda vez na sua brilhante carreira, Petraeus é chamado, por um presidente a precisar de resultados urgentes, a travar uma guerra que parece perdida e já mais longa que a do Vietname de má memória.
A nomeação de Petraeus, atendendo ao seu prestígio, susceptível de silenciar, a curto prazo, as vozes críticas da Administração Obama, era óbvia para quase todos. A estrela maior do firmamento castrense norte-americano adquiriu nova rutilância com a estratégia de contra-insurgência que implementou no Iraque quando George W. Bush para lá o enviou, em 2007, para comandar a força multinacional liderada pelos EUA. Não obstante, a nomeação de Petraeus comporta mais interrogações do que certezas.
Estratega brilhante
As más relações entre ambos suscitam dúvidas entre os analistas acerca da necessária cooperação entre o chefe militar e o líder político. A antipatia entre Obama e Petraeus remonta ao primeiro encontro de ambos, em Bagdade, durante a campanha presidencial de 2008. Petraeus humilhou o candidato democrata com extensas apresentações de PowerPoint e, quando aquele pretendeu esclarecer dúvidas, o general interrompeu-o constantemente e com maus modos. Afinal, Obama não tinha apoiado a guerra que ele combatia.
E, no entanto, Petraeus também não fora apreciado pela Administração Bush, designadamente o então secretário da Defesa, Donald Rumsfeld, e tampouco pelas chefias militares. Não só porque Petraeus jamais havia entrado em combate antes do Iraque, mas também por as suas ideias contrariarem os conceitos cultivados pelos mais antigos, que implicavam fileiras de tanques e de artilharia pesada para combater os soviéticos nas planícies da Europa Central.
Rumsfeld remeteu Petraeus para o Forte Leavenworth, no Kansas, onde o militar intelectual viria a codificar, num manual de campo, a tese que desenvolvera 20 anos antes, durante uma licença sabática na Universidade de Princeton, e viria a valer-lhe a deferência dos seus pares? A contra-insurgência (conhecida pelo acrónimo COIN).
Ao contrário da doutrina tradicional, que assentava na capacidade de fogo, aquela advogava a conquista do apoio das populações locais, proporcionando-lhes protecção e serviços básicos como clínicas, escolas e empregos. Quando Petraeus aplicou a doutrina COIN em Bagdade, a cidade começou a ter policiamento comunitário e serviços sociais efectivos. E provou a sua eficácia, ao conquistar cada vez mais os iraquianos fartos da guerra, estabilizando o conflito no país.
Cenários diferentes
Os mais cépticos interrogam-se, porém, se tal poderá funcionar também no Afeganistão onde, de resto, a COIN estava já a ser aplicada pelo general McChrystal. Como sublinhou o próprio Petraeus perante o Congresso, são realidades muito distintas. Afinal, o Iraque é um país educado, com população urbana e uma infra-estrutura relativamente moderna, enquanto que o Afeganistão é o quinto país mais pobre do Mundo, com uma sociedade rústica e tribal.
Depois, a COIN depende de ter um governo local fiável capaz de gerir programas de assistência social e de garantir a segurança, o que é virtualmente impossível enquanto persistir o Governo corrupto de Hamid Karzai, que não goza do apoio popular nem da confiança de Washington.
Além disso, no Iraque a guerrilha era, em larga medida, animada por estrangeiros ligados à al-Qaeda; no Afeganistão, os rebeldes são nativos apoiados pela maioria da população, segundo sondagem de Abril. Na verdade, a única parte do espectro militar que funcionou tanto no Iraque como no Afeganistão são as operações especiais e selectivas, que têm neutralizado chefes talibãs a coberto da noite, evitando a fúria popular suscitada pela estratégia anterior de bombardeamentos indiscriminados que provocou milhares de baixas civis.
Capacidade de resiliência
E, por fim, será Petraeus capaz de inverter uma situação tão deteriorada como aquela que um relatório das Nações Unidas, publicado no início do mês, denunciou? A violência multiplica-se, a criminalidade expande-se, o Governo mostra-se incapaz de impor a sua autoridade e o radicalismo islâmico exibe vitalidade renovada. “Os dados provam uma capacidade crescente das redes terroristas locais ligadas à al-Qaeda”, conclui o documento sobre à evolução dos acontecimentos nos quatro primeiros meses deste ano.
"O número de engenhos explosivos usados pelos talibãs e aliados cresceu mais de 95%, ao passo que o número de cidades sob o controlo da guerrilha afegã aumenta cerca de 50%. Não há uma semana em que os radicais não ampliem o seu domínio averbando mais quatro ou cinco povoações, especialmente no sul e sudeste do país".
Além disso, a conquista de Kandahar, a maior cidade do país sob influência talibã, devia culminar a ofensiva iniciada na Primavera na cidade de Marja visando levar o poder do Governo central a todo o país. Mas as forças da OTAN não conseguem garantir as suas posições naquela cidade, onde a resistência talibã continua a impedir que os governantes enviados de Cabul estabeleçam a sua autoridade. Kandahar, a conquista fundamental, terá de esperar.
No entanto, tempo é algo que Obama não tem. Pelo contrário, padece da urgência de colher argumentos que consigam obter dos aliados da OTAN, na próxima cimeira agendada para Novembro, em Lisboa, a renovação do compromisso, com mais tropas, naquele país asiático. Petraeus sabe-o. Já passou pelo mesmo no Iraque.
Embora em surdina, outras dúvidas se levantam ainda. Será Petraeus capaz de sobreviver à pressão da nova tarefa? É que a saúde do militar de 57 anos, graduado com todos os louvores em West Point (1974), suscita algumas preocupações e rumores. Na semana passada, o general desfaleceu perante o Senado, aparentemente em resultado de um vírus contraído durante uma viagem.
Mas o que talvez desconheçam os cépticos é que o militar que revolucionou a doutrina do Exército mais poderoso do Mundo já venceu um cancro da próstata na Primavera de 2009 e que, dez anos antes, sobreviveu após uma queda livre de 20 metros. Uma resiliência que lhe será providencial para a missão que agora começa.

25 de junho de 2010

O SEGREDO DE FÁTIMA, OS ABUSOS SEXUAIS A MENORES POR PADRES.

Transcrevo a resposta que o Papa deu aos jornalistas no voo que o levava de Roma a Lisboa (no site Web do Giornale a transcrição integral da entrevista).

Pergunta dos jornalistas: Que significado têm hoje para nós as Aparições de Fátima? A mensagem pode ser estendida, além do atentado a João Paulo II, também a outros sofrimentos dos Papas. É possível enquadrar naquela visão também os sofrimentos da Igreja de hoje, com os pecados dos abusos sexuais de menores?

Resposta de Bento XVI: “Antes de tudo, eu quereria exprimir minha alegria de ir a Fátima, de rezar diante de Nossa Senhora de Fátima, que para mim é um sinal da presença da fé, pois que justamente dos pequenos nasce uma nova força da fé, que não se reduz aos pequenos, mas que tem uma mensagem para todo o mundo, em toda a história, em todo o seu presente e ilumina essa história. No ano 2000, na minha apresentação eu havia dito que numa aparição há um impulso sobrenatural que não vem apenas da situação da pessoa, mas na realidade vem da Virgem Maria, do sobrenatural. Do impulso interno do sujeito que se exprime nas possibilidades do sujeito. O sujeito é determinado pelas suas condições históricas, pessoais, temperamentais, e portanto traduz o grande impulso sobrenatural, em suas possibilidades de dizer, de imaginar, de exprimir, mas nessas expressões formadas pelo sujeito se esconde um conteúdo que vai mais além, mais profundo. Somente no curso da história podemos ver toda a profundidade, que estava, digamos, ela estava vestida nessa visão possível às pessoas concretas. Além dessa grande visão do sofrimento do Papa, que substancialmente podemos referir a João Paulo II, estão indicadas realidades do futuro da igreja que, pouco a pouco, se desenvolvem, e se mostram. Isto é, é verdade que além do momento indicado na visão, fala-se, se vê a necessidade de uma paixão da igreja, que naturalmente se reflete na pessoa do Papa, mas o Papa está na igreja, e portanto são sofrimentos da igreja que se anunciam. O Senhor nos disse que a igreja será para sempre sofredora, de modos diversos até o fim do mundo. O importante é que a mensagem, a resposta de Fátima, substancialmente não seja levada a situações particulares, mas a resposta fundamental, isto é, conversão permanente, penitência, oração, e as virtudes cardeais, fé, esperança caridade. Assim, vemos que a verdadeira e fundamental resposta que a Igreja deve dar, e que nós, cada um individualmente, devemos dar nessa situação. Quanto às novidades que podemos hoje descobrir nessa mensagem é também que não só de fora vêm os ataques ao Papa e à Igreja, mas os sofrimentos da igreja vêm justamente do interior da igreja, do pecado que existe na igreja. Também isso nós o vemos sempre, mas hoje nós o vemos de modo realmente terrificante, que a maior perseguição à igreja não vem dos inimigos de fora, mas nasce do pecado na igreja. E que a igreja tem pois profunda necessidade de reaprender a penitência, aceitar a purificação, aprender o perdão, mas também a necessidade da justiça. O perdão não substitui a justiça. Devemos aprender exatamente esse essencial: a conversão, a oração, a penitência, as virtudes teologais e que, sejamos realistas, o mal ataca também desde o interior, mas que sempre também as forças do bem estão presentes, e que finalmente o Senhor é mais forte que o mal, e que Nossa Senhora é a garantia para nós. A bondade de Deus é sempre a última resposta da história”