31 de maio de 2010

GUERRA NO VATICANO: SOU GRATO À MONFORT POR SEM PEJO REVELAR O QUE SE PASSA DENTRO DE BABILÓNIA.

por,Orlando Fedeli

Cardeal de Viena ataca o Cardeal Sodano
A guerra movida pela “Laicidade” ao Papa Bento XVI, por ter ele rompido o acordo anterior feito pelo Vaticano com certas forças inimigas da Igreja, causou os primeiros ataques públicos de Cardeais a Cardeais, e de um Cardeal ao Papa.

Com efeito, agora foi a vez do Cardeal Kasper, bem conhecido herege modernista, que nega a Ressurreição de Cristo, e que está sempre em diálogo namorento com todos os hereges, a atacar Bento XVI, dizendo que o Papa não deveria dialogar com os Bispos e teólogos da FSSPX , mas apenas com os hereges protestantes.

O que prova o que é o “diálogo” dos defensores do Vaticano II.
Também nestes dias, o Cardeal Shoenbron, de Viena, aquele que tanto se opôs à nomeação de um Bispo antimodernista para a Diocese de Linz, saiu, de repente, de lança em riste contra o ex-Secretário de Estado de João Paulo II, o bem poderoso Cardeal Sodano (o mesmo que se opôs, em 2000, à publicação do Terceiro Segredo de Fátima), por ter impedido que o então Cardeal Ratzinger instalasse uma investigação sobre a pedofilia e o homossexualismo no Clero. Sodano defendeu que se acobertassem esses casos que ele considerava “fofocagem”.

Agora, porém, ficou público que as “fofocas” eram acusações muito verdadeiras...

E a mídia culpa, hoje, Bento XVI pelo acobertamento que Ratzinger queria denunciar. E que o Cardeal "So-dano" queria ocultar e absolver...

O site Montfort traduz e publica para seus leitores esses novos posicionamentos que comprovam que a guerra entre os modernistas, defensores do Vaticano II e acobertadores da pedofilia (o partido do relativismo dogmático e moral), chegou finalmente aos postos mais altos do Vaticano, abertamente rebelados contra o Papa Bento XVI.

E os sedevacantistas, mesmo os que eram da FSSPX, cerram fileiras com os modernistas, no ataque geral ao Papa Bento XVI.

Deus proteja e dê forças a Bento XVI

Viva o Papa!!!

São Paulo, 9 de Maio de 2010.
Orlando Fedeli


Pedofilia: ataque sem precedentes do Cardeal Schonborn ao ex Secretário de Estado Cardeal Sodano: “Ele cobriu os abusos e agora ofende as vítimas”

Fonte: Papanews.it

08/05/10 CIDADE DO VATICANO: O Cardeal Arcebispo de Viena, Christoph Schonborn, aluno e amigo de Ratzinger, acusou com nome e sobrenome o ex-Secretário de Estado vaticano, Cardeal Angelo Sodano, de ter ofendido as vítimas dos abusos em um discurso no qual reduzia o escândalo da pedofilia a uma ''fofoca'' e o repreendeu abertamente de ter se oposto, 15 anos atrás, a uma investigação interna sobre os delitos de fundo sexual, realizada pelo então titular da diocese de Viena, o Cardeal Hans Hermann Groer.

O purpurado permaneceu em seu cargo apesar das acusações infamantes e foi 'demitido' antes do tempo máximo, quando já então a Igreja na Áustria havia perdido muito de sua credibilidade.

Já, nas últimas semanas, Schonborn havia aludido ao papel negativo de Sodano, fazendo referências a uma espécie de ''partido'' diplomático da Cúria, que se opusera à proposta do então Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Joseph Ratzinger, de criar uma comissão de investigação a respeito de Groer.

Num encontro informal com os jornalistas, em 28 de abril, o atual Arcebispo de Viena decidiu dar o último passo e de não mais usar perífrases: entre outras coisas, o Cardeal Schonbron definiu como ''pesada ofensa às vítimas' 'a afirmação feita no dia de Páscoa pelo Cardeal Sodano, segundo o qual as notícias sobre os abusos sexuais a menores de idade seriam apenas ''uma fofocagem''. As palavras do Arcebispo de Viena, pouco a pouco, filtraram na mídia austríaca e foram retomadas pela agência católica ''Kathpress''. Da parte do Cardeal Sodano não houve nenhuma réplica.

O ex-Secretário de Estado do Vaticano não respondeu nem mesmo a uma outra história paralela que o envolve: a dos Legionários de Cristo. O semanário americano 'National Catholic Reporter', numa investigação minuciosa, documentou os acobertamnetos recebidos na Cúria pelo fundador da ordem, Padre Marcial Maciel Degollado, culpado de pedofilia, de uma vida dupla com mulher e filhos, e de obscuros tráficos financeiros.

A ''Legião'', sacudida pelos ''delitos'' (termo usado pelo Vaticano) de seu ''padre carismático'', por decisão do Papa, foi agora enviada ao comissariamento. Na conversa com os jornalistas, Schonborn explicou que a primeira preocupação do clero durante muito tempo foi a de proteger os abusadores mais do que as vítimas. ''Dizia-se: a Igreja deve ser capaz de perdoar, mas aquela era uma maneira falsa de compreender a compaixão'', insistiu. Desde a época de Groer, a Igreja austríaca mudou de comportamento e nomeou leigos, sobretudo mulheres, para investigar os casos de abusos sexuais perpetrados por padres. ''Tuttavia - disse Schonborn - essa abertura de uma parte da Igreja não é partilhada por todos no Vaticano''.

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Por sua vez, o jornalista Andrea Tornielli, comentando essa notícia escreveu o seguinte:

Schoenborn ataca Sodano: “Não quis investigar Groer”

Fonte: Il Giornale.it

Andrea Tornielli em 09/05/10:

No Giornale de hoje publico a notícia (e um comentário meu) das palavras do Cardeal Arcebispo de Viena Christoph Schoenborn, o qual dias atrás atacou diretamente o ex Secretário de Estado Cardeal Angelo Sodano.

Schoenborn, demostrando um protagonismo mediático crescente, encontrou um grupo de jornalistas no último 28 de abril e aprofundou com eles algumas declarações que ele mesmo havia feito exatamente um mês antes,“diplomática da Cúria romana” de investigar o Cardeal Hans Hermann Groer, Arcebispo de Viena acusado em 1995 de cometer abusos sexuais (ocorridos muitos anos antes de sua nomeação episcopal) por parte de alguns ex seminaristas. quando havia dito que o Cardeal Ratzinger foi impedido pela ala

Schoenborn, que em março não havia citado nomes, agora trouxe à berlinda diretamente o Cardeal Sodano“fofocagem” as notícias dos escândalos, na mensagem de solidariedade ao Papa lida em Mundovisão, no início da Missa de Páscoa. E acrescentou que teria sido exatamente o Cardeal Sodano que impediu que se criasse uma comissão de inquérito para indagar as acusações a Groer, como queria Ratzinger. . Antes de tudo ele o criticou por ter definido como

As palavras de Schoenborn foram relatadas pelos jornais austríacos em 29 de abril, mas poucos as souberam. Porém, elas foram repetidas pela agência de informação católica austríaca Kathpress (e isso significa que o Cardeal não foi de modo algum repreendido por dizer isso) no passado dia 4 de maio. Três dias atrás, falaram disso o Tablet, e ontem a notícia foi republicada também pelas agências italianas. Jamais acontecera que um Cardeal chamasse publicamente in causa um outro Cardeal, além do mais o decano do colégio cardinalício. É o sintoma de um acerto de contas feita por meio da imprensa. É um sintoma evidente do fato que já agora superaram-se todas as convenções. Schoenborn aponta diretamente ao principal colaborador de João Paulo II e as suas palavras lançam uma sombra inquietante sobre a Cúria wojtyliana.


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Para citar este texto:
Orlando Fedeli - "É declarada a guerra no Vaticano"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=guerra-vaticano&lang=bra
Online, 30/05/2010 às 20:14h

28 de maio de 2010

A TERRA, O AR E O MAR...RUMORES DO FIM. SIM CLARO!

AI DOS QUE DESTROIEM A TERRA E O MAR!!!...

“Ele respondeu: Vai-te, Daniel, porque estas palavras estão cerradas e seladas até o tempo do fim. Muitos se purificarão, e se embranquecerão, e serão acrisolados; mas os ímpios procederão impiamente; e nenhum deles entenderá; mas os sábios entenderão.” Daniel 12:9,10

A petrolífera BP retomou quinta-feira à noite a operação de contenção do derrame de petróleo no Golfo do México. O incidente dura há cinco semanas e já é considerado o maior desastre ecológico nos Estados Unidos.

A empresa começou na quarta feira a injetar lama pesada no poço a 1 500 metros de profundidade, tendo chegado a interromper momentaneamente o trabalho na quinta feira.

Duas equipas de cientistas calcularam que o poço, que explodiu em abril, tem estado a libertar uma quantidade de petróleo estimada entre 1,9 milhões e 3,8 milhões de litros por dia.

A escala do monstro.
A estimativa mais conservadora aponta para uma fuga de 68 milhões de litros de crude, quase o quádruplo da quantidade que foi libertada no desastre do Exxon Valdez (42 milhões de litros) no Alasca, em 1989, enquanto a mais pessimista antevê a libertação de 148 milhões de litros.

"Agora sabemos a verdadeira escala do monstro que estamos a combater no Golfo (do México)", afirmou o vice-presidente da Federação Nacional da Vida Selvagem, Jeremy Symons, acrescentando que "a BP libertou uma força imparável de proporções terríveis".

Um porta-voz da BP, Steve Rinehart, disse que a estimativa anterior de petróleo derramado por dia, 795 mil litros, estava baseada na melhor informação disponível na altura.

Este derrame não é o pior ocorrido no Golfo do México, uma vez que em 1979 uma plataforma petrolífera em águas mexicanas, a Ixtoc I, explodiu e provocou o derrame de 530 milhões de litros de petróleo.

Demissão por entre críticas.
Entretanto, a diretora do Serviço de Gestão de Minerais, Elizabeth Birnbaum, demitiu-se do cargo que ocupava desde julho, sob uma chuva de críticas.

Um relatório interno do Ministério do Interior, divulgado no início da semana, apurou que, entre 2000 e 2008, os membros daquele serviço aceitaram bilhetes para espetáculos desportivos, convites para refeições e outras prendas de empresas de petróleo e gás e que usavam os computadores do Governo para verem pornografia.

O Presidente norte-americano, Barack Obama, anunciou que quer pôr um fim à relação "escandalosamente chegada" entre os reguladores e as empresas que deveriam fiscalizar.

A PONTE

26 de maio de 2010

PAPA DIZ QUE AUTORIDADE E HIERARQUIA SÃO FUNDAMENTAIS NA IGREJA...

Cidade do Vaticano, 26 mai (EFE).- A autoridade e a hierarquia são fundamentais na Igreja e há uma interpretação equivocada de que estes valores são a antítese de uma Igreja pastoral e comunitária, disse nesta quarta-feira o papa Bento XVI durante a tradicional audiência das quartas-feiras na Praça de São Pedro.

O papa falou do conceito de autoridade e referiu-se às ditaduras da Europa do Leste e do Oeste no século 20 que "semearam o terror e a morte" e lembram que a autoridade quando se exerce sem uma referência a Deus termina contra o homem.

"É importante reconhecer que a autoridade humana não é jamais o fim,(..) mas o meio cujo fim é sempre a pessoa criada por Deus".

Para o papa, uma autoridade tão intensa, que tenha como único objetivo o bem das pessoas "é uma preciosa ajuda em direção à realização em Cristo, em direção à salvação" e está nas mãos da Igreja.

A Igreja se ocupa de exercitar este tipo de autoridade que é um "serviço" e não a exercita para si próprio, mas em nome de Jesus Cristo, afirmou o papa.

E se dirigiu aos sacerdotes, a seu ofício de governar a parte do povo que Deus lhes confiou.

O papa pediu aos sacerdotes uma "disponibilidade incondicional" para dirigir o rebanho confiante para onde o Senhor o queira levar "porque nenhum é capaz de pastorear o rebanho se não vive em uma profunda obediência real a Cristo e à Igreja".


Bento XVI acrescentou que nos últimos anos se utilizou frequentemente o adjetivo "pastoral" quase em oposição ao conceito de "hierarquia".

E se pergunta se pode ter na Igreja uma comunhão que não seja também hierárquica, ao que responde que não porque o guia deve custodiar o rebanho evitando a dispersão.

No entanto, ressaltou que o modo de governar não é o do domínio, "o exercício da autoridade deve ser expressão da caridade pastoral".

Pediu aos fiéis que abarrotavam a Praça de São Pedro que rezem por ele, "sucessor de São Pedro, que tem o dever de governar a Igreja de Cristo, como também a todos vossos bispos e sacerdotes".

23 de maio de 2010

NÃO HÁ PENTECOSNTES SEM MARIA, DIZ O PAPA

Bento XVI apelou este Domingo à unidade no seio da Igreja Católica, pedindo que a mesma seja uma “casa” para todos, ultrapassando limites políticos, de raça ou culturais.

A este respeito, o Papa lembrou a sua experiência pessoal em Fátima, nos dias 12 e 13 de Maio.

“De facto, o que é que viveu aquela imensa multidão, na esplanada do Santuário, onde todos nós éramos um só coração e uma só alma, senão um renovado Pentecostes? No meio de nós estava Maria, a Mãe de Jesus”, referiu a milhares de peregrinos reunidos no Vaticano.

No dia em que a Igreja celebra o momento da descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos, o Papa notou que “esta nova e poderosa auto-comunicação de Deus” desencadeia um processo de reunificação, cria unidade e compreensão.

Segundo Bento XVI, “a unidade é o sinal de reconhecimento”, o "cartão de visita" da Igreja ao longo da sua história universal.

A Igreja, acrescentou, fala “todas as línguas” e “nunca fica prisioneira de confins políticos, raciais, culturais”.

“A Igreja é por sua natureza una e múltipla, destinada como é a viver em todas as nações, povos e nos mais diversos contextos sociais. Só permanecendo autónoma em relação a cada Estado e cada cultura particular, a Igreja corresponde à sua vocação de ser sinal e instrumento de unidade de todo o género humano”, disse o Papa, na sua homilia.

“Sempre e por toda a parte a Igreja deve ser verdadeiramente católica e universal, a casa de todos em que cada um se pode reencontrar”, prosseguiu.

Mais tarde, já ao meio-dia, o Papa veio à janela dos seus aposentos para dirigir a palavra aos fiéis e peregrinos congregados na Praça de São Pedro.

Bento XVI recordou “momentos fortes, a nível local e universal, onde o Pentecostes se renova de modo especial”, como os Concílios Ecuménicos, citando expressamente o Vaticano II, e também o encontro dos movimentos eclesiais com João Paulo II, no Pentecostes de 1998.

“Não há Igreja sem Pentecostes. E quereria acrescentar: não há Pentecostes sem a Virgem Maria”, observou o Papa.

“É esta a experiência típica dos grandes Santuários marianos – Lourdes, Guadalupe, Pompeia, Loreto – ou mesmo dos mais pequenos: onde quer que os cristãos se reúnem em oração com Maria, o Senhor dá o seu Espírito”, concluiu.