29 de janeiro de 2010
Haiti: sobrevivente retirada dos escombros ao fim de 15 dias
Darlene Etienne bebeu água da banheira
28.01.2010 - Por PÚBLICO
Foram 15 dias passados sob os escombros até as equipas de socorro conseguirem encontrá-la. Estava em desidratação extrema, enfraquecida, com a tensão arterial em colapso – mas viva e falou e sorriu. Darlene Etienne, de 16 anos, foi salva cinco dias após o Governo haitiano oficialmente ter posto fim às operações de busca por sobreviventes do terramoto que deitou por terra Port au Prince.
“O estado dela é reservado mas está estável. Vamos pôr todos os meios ao dispor dela. Ela vai sobreviver. Tem a vida toda à frente dela”, afirmou o médico militar francês Michel Orcel, presente no local do resgate de Darlene. A jovem foi transportada por helicóptero para um barco da Marinha francesa dotado de uma unidade médica.
Etienne, 16 anos, foi salva cinco dias após o fim das operações de busca (Felix Evens/Reuters)
Darlene começou a ser resgatada por vizinhos no bairro Carrefour-Feuilles, na capital, os quais ouviram uma voz, fraca, vinda de sob as pedras. Respondendo ao apelo destes, as equipas de socorro francesas não viram de início senão o topo da sua cabeça. “Abrimos mais o buraco, comecei a falar com ela. Iniciamos logo a hidratação, por via intravenosa, e 45 minutos depois tirávamo-la para fora”, descreveu o médico-chefe da missão francesa no Haiti, Claude Fuilla. “Acho que ela não teria sobrevivido ali muitas mais horas”, sublinhou.A jovem sobreviveu ao longo das duas últimas semanas graças a uma bolsa de ar contida dentro do betão e bebendo a água que restava de um banho que preparava quando foi surpreendida pelo terramoto. “Esteve ali desde a catástrofe. Sobreviveu a um desafio de vida louco. Vai recuperar lentamente até porque não apresentava quaisquer lesões inspiradoras de preocupação”, avançou o médico Orcel. “Ela dizia obrigado, obrigado, numa voz muito fraquinha. Estava muito feliz quando a tirámos. Perguntava pelos familiares”.
Já foram salvas dos escombros 135 pessoas desde o sismo de 12 de Janeiro, cuja contabilização de vítimas mortais ascende às 170 mil, de acordo com o Presidente haitiano, René Préval.
Dirigentes Adventistas do Sétimo Dia da Divisão Norte Americana, visitam o HAITI (CLICAR)
Dirigentes Adventistas do Sétimo Dia da Divisão Norte Americana, visitam o HAITI (CLICAR)
28 de janeiro de 2010
27 de janeiro de 2010
A revista Veja e a sua publicidade negativa da Bíblia
Olhando superficialmente, parece ter sido simplesmente falta de assunto ou uma forma de desviar a “conversa” do foco de discussão (leis desumanas e imorais, legislativo em frangalhos etc.), mas a revista Veja “resolveu” na edição da semana que antecedeu a celebração do Natal, abordar a Bíblia Sagrada. É o tipo de reportagem que faz mais mal que bem. Lança mais obscuridade que esclarece. Inibe mais que motiva. Por isso, espero que nenhum cristão se apresse em alegrar-se dizendo que até mesmo os incrédulos estão se “dobrando” e reconhecendo o poder da Palavra. Na realidade, o que parece ser inicialmente mais uma daquelas reportagens em que o jornalista entende do assunto tanto quanto de física quântica (isto é, “nada”), é meramente uma forma disfarçada de censurar a Bíblia. Assim, não se pode ser simplista afirmando que o que faltou foi uma consulta a alguém que entende de Bíblia, a um teólogo ou biblista, porque, decididamente, este não é o ponto, pois se a equipe encontra algo muito mais difícil que isto, conversar com alguém entendido do assunto não seria problema. É tanto que a reportagem reconhece a verdade de que é inegável a importância da Bíblia até mesmo do ponto de vista sócio-cultural para o que conhecemos como mundo ocidental.por César Moisés Carvalho
26 de janeiro de 2010
Gripe A
Audiência "julga" poder da indústria nas pandemias OMS defende-se de acusações de deputados da Assembleia Parlamentar do Conselho da EuropaA alegada existência de "relações impróprias" entre a indústria farmacêutica e a Organização Mundial de Saúde (OMS), suspeita de criar falsas pandemias, está esta manhã em foco numa audiência à margem da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa.
Na sua origem está uma moção apresentada por 14 deputados encabeçados pelo próprio presidente da subcomissão de Saúde da Assembleia Parlamentar, o epidemiologista alemão Wolfgang Wodarg. Ouvido ontem pela TSF, o especialista, que integra o Grupo Socialista, insistiu que a gripe A é uma falsa pandemia e um dos "maiores escândalos médicos do século".
Na moção, a acusação é clara, a começar pelo título - "Falsas pandemias: uma ameaça para a saúde" - : "Para promover os seus medicamentos e as suas vacinas contra a gripe, as sociedades farmacêuticas influenciaram os cientistas e as autoridades responsáveis por normas de saúde pública, a fim de que alertassem os governos do Planeta".
Assim, "incitaram-nos a desperdiçar recursos - já pouco abundantes - destinados aos cuidados de saúde em favor de estratégias de vacinação ineficazes, expondo inutilmente milhões de pessoas com boa saúde ao risco de efeitos secundários desconhecidos de vacinas que não estavam suficiente testadas", acrescenta, exortando os estados-membros a averiguarem as consequências desse comportamento.
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