14 de julho de 2009

SERÃO ESTAS COISAS RUMORES DO FIM?


1. PRONÚNCIO DA DESTRUIÇÃO DO TEMPLO E DE JERUSALÉM.
Será exagerado dizer que se multiplicam os rumores do fim? Obviamente, não sabemos nem o dia nem a hora do fim de todas as coisas, Deus não o revelou, no entanto, em São Mateus 24: 1-3 lemos: 1 - Ora, Jesus, tendo saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos, para lhe mostrarem os edifícios do templo. 2 - Mas ele lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não se deixará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada. A Escatologia - Doutrina Teológica que trata acerca dos eventos finais, tem nos mostrado na vida do homem e no meio ambiente essa passagem lida há pouco tempo. Mateus 24:1-2 “1 – Ora, Jesus, tendo saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos, para lhe mostrarem os edifícios do templo. 2 - Mas ele lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não se deixará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada. No ano 70 da nossa era (D. C) Depois de Cristo – o General (Império Romano) Tito conquistou Jerusalém e até as pedras do alicerce do Templo que JESUS se referia no versículo anterior, foram removidas e levadas para outras construções, restando apenas algumas no chamado “Muro das Lamentações”. Isto cumpriu-se? Sim!
2. Mateus 24:3-5. “3 E estando ele sentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo. 4 - Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. 5 - Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão. A partir daquele dia foi um tormento para os judeus que passam a ter uma grande perseguição. Prosseguindo com a sequência observamos que JESUS estando no Monte das Oliveira, os seus apóstolos perguntaram quando seria esses acontecimentos. E Ele respondeu da seguinte forma: Mateus 24 4 - Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. 5 - Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão. Após a morte de Cristo até data actual, apareceram 132 homens que chamou a atenção do mundo. Todos eles diziam ser o Cristo. Começando com Bar Koch-bá a o actual Ingrid. E quantos charlatães extras oficiais têm aparecido por todo o mundo com a mesma farsa! Cumpriu-se e continua!
3. Mateus 24 6. “6 E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai não vos perturbeis; porque forçoso é que assim aconteça; mas ainda não é o fim.” Quem não se lembra da terça-feira, 11 de Setembro de 2001, nos Estado Unidos, o triste ataque terrorista que a televisão repetiu a mesma cena durante todo o dia, reiterando, O colapso das duas torres do World Trade Center de 110 andares, que ocorreu de forma trágica ceifando muitas vidas naquele momento e dando inicio a uma chacina que todos os dias têm levados muitos soldados tantos iraquianos como americanos, bem como de outros países que se envolvem numa guerra sem fim à vista. Afeganistão, Paquistão, Iraque, Irão, Somália, …
4. Mateus 24:7 – “Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino; e haverá fomes e terramotos em vários lugares. Dezembro de 2004 – O terrível Tsunami O número de mortos em razão dos maremotos que devastaram as costas de vários países do Oceano Índico no dia 26 de Dezembro ultrapassou a marca de 280 mil, depois da divulgação de um novo balanço da Indonésia. Na Índia, o número chega a 16.413. Já na Tailândia, o número de mortos é de 5.384. Vários países do Oceano Índico no dia 26 de Dezembro ultrapassaram a marca de 280 mil, depois da divulgação de um novo balanço da Indonésia. Pelo menos 228.429 pessoas morreram ou foram declaradas desaparecidas no norte da ilha Indonésia de Sumatra, segundo novos números do ministério da Saúde. Naquele país, as autoridades afirmaram que cerca de mil corpos foram encontrados por dia entre os escombros. No Sri Lanka, o balanço foi de mais de 30.000. Nas Maldivas 82 pessoas morreram; Na Malásia 68 pessoas morreram; E em Mianmar 62 pessoas morreram; Na Somália, 298 pessoas morreram. Não podemos esquecer a data que inquietou a muitas pessoas na face da terra.
5. Evangelho de Lucas – 21:11 “ E haverá em vários lugares grandes terramotos, e pestes e fomes…” Uma nova epidemia ameaça a humanidade – um horror com 100 milhões de mortos? Completamente ignorada pela opinião pública [até recentemente], uma grande epidemia ameaça a humanidade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu a respeito de uma catastrófica epidemia de influenza (gripe). Segundo o jargão dos especialistas em epidemias, há 37 anos a humanidade encontra-se numa “fase interpandémica”, ou seja no intervalo entre duas ondas de gripe de extensão mundial. As últimas duas – em 1957 e 1968 – causaram um milhão de mortos cada uma! A maioria das pessoas já não se lembra delas, o que não é de admirar. Apesar de terem provocado tantas mortes. Será que a pandemia prevista pelos especialistas já chegou, e chama-se H1N1? OS especialistas alemães várias vezes preveniram que se não for atacada a tempo pode provocar mais de 100 milhões de mortos no mundo inteiro. Em Portugal, várias vezes a ministra da Saúde – médica e pessoa de bom senso – não hesita em confirmar estes números. Hoje (Julho de 2009) podemos afirmar que esta febre já matou muitas centenas de pessoas e que se faz sentir em dezenas de países, mais de 157.
6. serão estas coisas RUMORES DO FIM? Responda você! Eu creio que sim, e creio que estes sinais são precursores da Volta gloriosa de Jesus. Jesus disse que era necessário preparar-se para a Sua vinda, o que está a fazer para O receber?

10 de julho de 2009

GRIPE SUÍNA É JÁ CONSIDERADA PANDEMIA

Segundo a Organização mundial de Saúde, a Gripe Suína já atingiu um numero grande demais em todos os paises infectados, o que leva então a organização afirmar que a gripe suína já é considerada pandemia, ou seja, uma epidemia em escalas continentais, que pode ameaçar vidas e pede esforços dos governos.
O governo brasileiro já disse que tem como evitar propagação da doença, e que pode também cuidar de seus pacientes infectados. Hoje também foi anunciado que uma empresa confirmou que já tem a vacina contra a gripe sendo produzida. A noticia é boa, só que o custo pode sair muito caro, e daí que vem o dilema, pagar pela vacina ou esperar isso passar?

2 de julho de 2009

A HIPÓTESE DA INSTABILIDADE FINANCEIRA E CRISE ACTUAL

Toda avaliação posterior ao irrompimento estatelante da crise financeira mundial, dificilmente se desvencilha daquela máxima de que os agentes económicos agem dadas expectativas de um rumo racional da economia. E de que sua ação agregada em certas direções leva à formação de bolhas, que serão maiores ou menores de acordo com a percepção de sinalização da aproximação de um ponto de inflexão. A sublimação de capital, resultante do desmantelamento deflacionário do valor de mercado dos ativos, cujo epicentro é o sistema financeiro e bancário, evidenciam que a estabilidade aparente camuflava a iminência de fissura desse sistema. Todos perderam e perderão ainda mais, não se sabe quanto, mas o fato inegável é que há muito vinha se colhendo em uma seara não razoável, o que faz com que as perdas venham a se configurar até certo ponto como ajustes dos ciclos económicos.
A sofisticação do sistema financeiro se já é por um lado, há algum tempo, medida do grau de desenvolvimento da economia de um país, por outro, foi justamente a medida também de quanto seria afetado pela crise. Não deixa de ser irônico que, muito talvez como resquício do temor imposto por um passado de descontrole inflacionário, o descompasso brasileiro no cenário mundial quanto à concessão de crédito e especialmente a fortificação de regulamentações que cerceia as operações financeiras por aqui, tenha resguardado o país de um baque de maiores proporções. Nos EUA, a quebra tanto de bancos quanto de fundos de hedge desencadeou pânico dado quão intrincadas eram suas operações de alavancagem e suas múltiplas relações com o lado real da economia. O mercado financeiro anabolizou a economia até uma situação insustentável, pois muito distante da realidade.
Ph.D. pela Universidade de Harvard, o economista americano Hyman Minsky, contribuiu ao longo de sua carreira acadêmica substancialmente para a discussão sobre o mercado financeiro e a teoria monetária. A partir da década de 60 do século passado, Minsky formulou e aperfeiçoou sua “hipótese da instabilidade financeira”. Desde o Financial Times e a The Economist até mesmo a The New Yorker, bem como as publicações nacionais, têm trazido em suas páginas centrais e seus artigos de destaque explanações sobre como a tese de Minsky é aplicável à tentativa de explicação da crise. Durante o ciclo virtuoso de crescimento ancorado nas formulações de um mainstream do pensamento econômico, que defendia o equilíbrio e a eficiência do mercado como verdades técnicas resguardadas sob uma aura de hermética abstração, sua perspectiva analítica foi negligenciada mais do que deveria, como hoje se percebe. No afã de garantir crédito, optou-se pela securitização desenfreada, lançando títulos, muitos deles podres, passados pra frente aumentando a circulação financeira e seu volume, e o que é pior: com uma excelente avaliação de risco.
O endividamento, incluindo os juros, começa factível, mas então insere-se numa espiral que separa diametralmente a capacidade de honrá-lo, do montante distribuído em derivativos. E num dado momento em que a estrutura de tão grande torna-se tão frágil, a contestação da viabilidade de obter liquidez leva ao pânico, ou como vem se usando desde a crise financeira da Rússia em 1998, ao “momento minsky”.

VÍRUS DA GRIPE A (H1N1)

Acompanhe toda a informação: comunicados, recomendações, plano de contingência, notícias.

Índice
Comunicados da Ministra da Saúde
Comunicados da Direcção-Geral da Saúde
Relatório Diário - Incidência da Gripe
Recomendações aos viajantes
Medidas de protecção individual contra a Gripe A(H1N1)
Plano de Contingência
Perguntas e Respostas
Folhetos
Escolas
Notícias
Links
Telefone

Perante este surto, a Direcção-Geral da Saúde:
Accionou os dispositivos previstos para este tipo de situações em colaboração com o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge;
Informou os médicos sobre medidas a tomar perante eventuais casos de gripe e que passam por confirmar laboratorialmente todas as situações suspeitas;
Deu orientações à Linha de Saúde 24 (808 24 24 24) no sentido de esclarecer os viajantes com dúvidas sobre estados gripais;
Alerta para os riscos que os viajantes com destino às zonas afectadas correm;
Recomenda aos portugueses que regressaram das zonas atingidas ou que tiveram contacto próximo com qualquer pessoa afectada e que apresentam sintomas gripais que liguem para a Linha de Saúde 24, através do número 808 24 24 24;
Vai disponibilizando mais recomendações, à medida que for recolhendo informação.
Comunicados:
Comunicado n.º 10 – 11/06/2009 - 17h00 - Adobe Acrobat - 89 KbComunicado do Director-Geral da Saúde a propósito do anúncio da Organização Mundial de Saúde da Fase 6 da pandemia da gripe A(H1N1).
Comunicado n.º 9 - 08/05/2009 - 13h00 - Adobe Acrobat - 87 Kb Esclarecimento sobre o consumo de carne de porco e produtos à base de carne de porco.
Comunicado n.º 5A - 08/05/2009 - 13h00 - Adobe Acrobat - 90 KbActualização da informação para viajantes e procedimentos de higiene individual a adoptar
Comunicado n.º 8A - 01/05/2009 - 11h30 - Adobe Acrobat - 87 KbAcesso à documentação através do website da DGS
Comunicado n.º 8 - 30/04/2009 - 20h15 - Adobe Acrobat - 93 KbAcesso à documentação através do website da DGS
Comunicado n.º 7 - 29/04/2009 - 09h15 - Adobe Acrobat - 32 Kb Activação dos os dispositivos regionais previstos para a fase actual do Plano de Contingência da Gripe.
Comunicado n.º 6 dirigido aos profissionais de saúde - 28/04/2009 - 12h30 - Adobe Acrobat - 86 Kb Contactos telefónicos da Equipa de Acompanhamento da Gripe
Comunicado n.º 5 do Director-Geral da Saúde - 27/04/2009 - 10h15 - Adobe Acrobat - 90 KbInformação para viajantes e medidas de higiene pessoal a adoptar
Comunicado n.º 4 do Director-Geral da Saúde - 26/04/2009 - 17h30 - Adobe Acrobat - 90 KbInformação para viajantes e medidas de higiene pessoal a adoptar
Comunicado n.º 3 à Comunicação Social - 25/04/2009 - 18h20 - Adobe Acrobat - 86 KbInformação à comunicação social a propósito da nova estirpe de vírus da gripe A(H1N1) recentemente identificada em surtos no México e nos Estados Unidos da América
Comunicado n.º 2 aos médicos do Director-Geral da Saúde - 25/04/2009 - 17h10 - Adobe Acrobat - 89 KbComunicado aos médicos do Director-Geral da Saúde de 25/04/2009 a propósito da nova estirpe de vírus da gripe A (H1N1)
Comunicado n.º 1 do Director-Geral da Saúde - 24/04/2009 - 17h50 - Adobe Acrobat - 88 KbComunicado do Director-Geral da Saúde, de 24/04/2009 sobre uma nova estirpe de vírus da gripe recentemente identificada em surtos no México e nos Estados Unidos da América
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Relatório Diário - Incidência da gripe
02/07/2009 - Adobe Acrobat - 92 Kb
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Recomendações aos viajantes
* No contexto do actual alerta pandémico relacionado com a gripe A(H1N1) e de acordo com as orientações da Organização Mundial da Saúde e do ECDC (European Centre for Disease
* Prevention and Control), não há restrições oficiais relativamente a deslocações.
Antes de viajar
*Se tiver alguma doença crónica, consulte o seu médico.
*Durante a viagem e estadia
*Adopte as seguintes medidas de prevenção da doença:
*Evite o contacto com pessoas doentes;
*Lave frequentemente as mãos com água e sabão ou toalhetes com solução de álcool;
*Evite tocar com as mãos nos olhos, nariz e boca;
*Cubra a boca e nariz quando espirrar ou tossir, usando lenço de papel, sempre que possível, e deitando-o no lixo de seguida;
*Limpe as superfícies sujeitas a contacto manual (como maçanetas das portas e corrimãos), com um produto de limpeza comum.
*A observação destas indicações é igualmente importante em crianças.
Se ficar doente permaneça no hotel ou em casa e consulte o médico, se necessário.
A utilização de inibidores da neuraminidase (Tamiflu®, Relenza®) é uma decisão médica, baseada na avaliação do risco individual.
A vacina sazonal da gripe não protege contra a nova estirpe do vírus A(H1N1).
Depois de regressar
Se apresentar sintomas de gripe (febre alta de início súbito e tosse, dor de garganta, dores musculares, dores de cabeça, dificuldade respiratória ou diarreia), dentro dos 7 dias após o regresso, ou se tiver tido contacto próximo com pessoas apresentando sintomas de gripe, deve permanecer em casa, ligar para Linha Saúde 24: 808 24 24 24 e seguir as instruções que lhes forem dadas.
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Medidas de protecção individual contra a Gripe A(H1N1)
Evite o contacto próximo com pessoas com gripe! Procure não estar na presença de pessoas com gripe. Se ficar doente, mantenha-se afastado dos outros, pelo menos a 1 metro de distância, para protegê-los de adoecer também.
Se ficar doente, permaneça em casa! Se estiver com sintomas de gripe, fique em casa e contacte a Linha Saúde 24, pelo número 808 24 24 24, de forma a proteger-se e evitar o contágio a outras pessoas.
Se tossir ou espirrar, cubra a boca e o nariz com um lenço de papel! Para impedir que outras pessoas venham a adoecer, é muito importante, quando tossir ou espirrar, que cubra a boca e o nariz com um lenço de papel ou com o antebraço, mas nunca com a mão! De imediato, deposite no lixo o lenço utilizado.
Lave as mãos frequentemente com água e sabão! É fundamental lavar as mãos com frequência, com água e sabão em abundância, durante 20 segundos, pelo menos, em particular depois de tossir ou espirrar. Em alternativa, pode usar toalhetes à base de álcool.
Evite o contacto das mãos com os olhos, nariz e boca! Procure não tocar nos olhos, nariz e boca sem ter lavado as mãos, porque o contacto destas com superfícies ou objectos contaminados é uma forma frequente de transmissão da doença.
Limpe frequentemente as superfícies ou objectos mais sujeitos a contacto com as mãos! É necessário manter limpas, com um produto de limpeza comum, as superfícies sujeitas a contacto manual muito frequente, tais como mesas de trabalho e maçanetas das portas.
Estas medidas são também muito importantes nas crianças! Na prevenção do contágio nas crianças, é muito importante assegurarmo-nos de que estas medidas também são respeitadas por elas.
Se adoecer, assegure-se de que terá o apoio de outras pessoas! É importante saber a quem poderá pedir ajuda, em caso de necessidade.
Fonte: ECDC, Estocolmo, Maio 2009. Traduzido pela Direcção-Geral da Saúde.
Utilização de máscaras de protecção
O uso de máscaras por pessoas doentes com sintomas de gripe pode ajudar a reduzir o risco de contágio.
A Gripe A(H1N1)v e o uso de máscaras de protecção - Adobe Acrobat - 53 Kb
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Plano de Contingência
Pandemia de Gripe - Plano de Contingência Nacional do Sector da Saúde para a Pandemia de Gripe, Direcção-Geral da Saúde, 2.ª edição, 2008 - Adobe Acrobat - 3.057 Kb
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Perguntas e Respostas
1. O que é o novo vírus da Gripe A(H1N1)?
O vírus da Gripe A(H1N1) - que apareceu recentemente - é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos. Este novo subtipo contém genes das variantes humana, aviária e suína do vírus da gripe e apresenta uma combinação nunca antes observada em todo o mundo. Há evidência de que este novo subtipo é transmissível entre os seres humanos e a doença contraída tem atingido, no México, graus de severidade elevados, num número considerável de casos.
2. Quais os sintomas da infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)?
Os sintomas de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1) nos seres humanos são normalmente semelhantes aos provocados pela gripe sazonal:
Febre
Sintomas respiratórios (tosse, nariz entupido)
Dor de garganta
Possibilidade de ocorrência de outros sintomas:
Dores corporais ou musculares
Dor de cabeça
Arrepios
Fadiga
Vómitos ou diarreia (embora não sendo típicos na gripe sazonal, têm sido verificados em alguns dos casos recentes de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1).
Em alguns casos, podem surgir complicações graves em pessoas saudáveis que tenham contraído a infecção.
3. Como ficam as pessoas infectadas com o vírus da Gripe A(H1N1)?
O método de transmissão do novo vírus da Gripe A(H1N1) é idêntico ao da gripe sazonal. O vírus espalha-se de pessoa para pessoa através de partículas em suspensão, quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. Os contactos mais íntimos com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada. Por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc. Uma pessoa saudável pode, inadvertidamente, contaminar as suas mãos e levá-las aos olhos, à boca ou ao nariz.
4. O vírus da Gripe A(H1N1) pode ser transmitido aos humanos mediante o consumo de carne de porco ou derivados?
Não. O vírus da Gripe A(H1N1) não é transmitido pela ingestão de carne de porco ou derivados devidamente confeccionados. Esta nova estirpe não foi, até à data, observada em animais e não há indícios de que o vírus tenha entrado na cadeia de produção. Tanto a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar como o Centro Europeu de Controlo de Doenças desconhecem qualquer evidência científica que sugira a possibilidade de transmissão do vírus por consumo de carne de porco e derivados.
Na possibilidade de que venha a ser observada a presença do vírus na carne de porco, uma correcta confecção - a temperaturas internas superiores a 70ºC - irá eliminá-lo de forma eficaz, tal como acontece com os outros vírus e bactérias habituais. Recorda-se, no entanto, que, independentemente dos gostos gastronómicos individuais, a carne de porco deve ser sempre consumida "bem passada". Recomenda-se, igualmente, que as mãos sejam lavadas abundante e periodicamente, bem como todos os utensílios de cozinha. Estas recomendações são, aliás, as habituais para uma higiene adequada na cozinha.
5. Existe alguma vacina contra o vírus da Gripe A(H1N1)?
De momento, não existe vacina que proteja os humanos do novo vírus da Gripe A(H1N1).
6. A vacina da gripe sazonal é eficaz contra o novo vírus da Gripe A(H1N1)?
Não há evidência científica, até ao momento, que confirme qualquer protecção conferida por parte da vacina da gripe sazonal.
7. A infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1) pode ser tratada?
O novo vírus da gripe é sensível aos antivirais oseltamivir e zanamivir.
8. Qual é a situação na Europa?
A situação na Europa está em rápida evolução. Para informações mais recentes, consultar o sítio da Direcção-Geral da Saúde, nomeadamente, o Microsite da Gripe.
9. Estamos perante uma nova pandemia de gripe?
A Organização Mundial da Saúde elevou para a fase 5 o grau de alerta quanto ao risco de pandemia. Isto significa que há um risco aumentado de que a pandemia possa acontecer, mas tal não significa, necessariamente, que venha a ocorrer.
É demasiado cedo para saber se a situação actual irá evoluir para uma pandemia. Uma pandemia de gripe é caracterizada por uma epidemia à escala mundial, provocada por um novo vírus da gripe que infecta uma grande parte da população desprotegida. No século XX, houve três pandemias de gripe, em 1918, 1957 e 1968.
Na Europa, e particularmente em Portugal, nos anos recentes, foram desenvolvidos esforços consideráveis de preparação para uma pandemia e todos os Estados-Membros da União Europeia têm planos de contigência nacionais.
10. É seguro viajar para o México?
Nas declarações de 27 de Abril, a Directora-Geral da Organização Mundial da Saúde recomendou que não fossem restringidas as viagens internacionais, apesar de considerar prudente que as pessoas adiassem as viagens não-urgentes. Qualquer indivíduo que apresente sintomas após uma viagem internacional, deve contactar a Linha Saúde 24 (808 24 24 24). Pessoas que tencionem viajar para áreas afectadas devem procurar informação junto da Linha Saúde 24 (808 24 24 24). Todos os viajantes deverão seguir as regras gerais de higiene descritas na resposta seguinte.
11. Que devo fazer para me proteger se tiver de viajar para o México?
Os viajantes devem seguir as precauções gerais de higiene relativamente a infecções respiratórias se viajarem para áreas onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da gripe, nomeadamente para o México. Estas regras gerais de higiene incluem:
Evite o contacto próximo com pessoas doentes. Por outro lado, se estiver doente, deverá manter a distância de, pelo menos, um metro em relação aos outros, para evitar a propagação do vírus.
Sempre que possível, mantenha-se no domicílio. Evite multidões ou grandes aglomerados de pessoas.
Lave frequentemente as mãos com água e sabão.
Se tossir ou espirrar, proteja a boca e o nariz com um lenço de papel de utilização única ou use o antebraço e não as mãos, lavando-as com frequência.
Para se assoar, use lenços de papel de utilização única, meta-os num saco de plástico e coloque-o no lixo. lave as mãos com frequência.
12. Que precauções devo tomar se estiver a regressar do México?
Viajantes que regressem do México devem estar particularmente atentos ao seu estado de saúde; devem contactar de imediato a Linha Saúde 24 (808 24 24 24), durante os 7 dias seguintes ao regresso, se experimentarem algum dos seguintes sintomas:
Febre (>38ºC) e um dos seguintes sintomas:
Sintomas respiratórios, como tosse ou nariz entupido
Dor de garganta
Dores corporais ou musculares
Dor de cabeça
Fadiga
Vómitos ou diarreia

22 de junho de 2009

ISRAEL NÃO É MELHOR NEM PIOR QUE OS OUTROS POVOS DA REGIÃO, É DIFERENTE

A Guerra no Médio Oriente dura há perto de sessenta anos. Hoje, muitas pessoas não estão já familiarizadas com a sua história e origens e não têm sequer conhecimento dos factos. Este estado de ignorância é terreno fértil para quem, sem escrúpulos, forja mitos para justificar políticas destrutivas. A máquina de propaganda criou muitos destes mitos para inflamar a sua guerra contra o Estado Judaico.
Israel é a única democracia que no Médio Oriente elege os seus chefes em sufrágio livre, a única que garante direitos aos seus cidadãos e respeita esses direitos. No entanto, Israel é o alvo permanente de quem diz lutar pelos "direitos humanos".
Cerca de um milhão e meio de árabes vivem como cidadãos em Israel, elegendo os seus representantes no Parlamento israelita e gozando de mais direitos do que qualquer cidadão árabe de qualquer Estado árabe. No entanto, Israel é o alvo permanente de quem diz lutar por "justiça social".
A própria criação do Estado de Israel é referida pelos seus inimigos árabes como "a Nakba", isto é, a "catástrofe", estando nisto implícito que Israel não deveria existir. No entanto, Israel é o alvo permanente de quem diz apoiar a autodeterminação e condenar o genocídio.
Israel foi vítima, desde a sua primeira hora, de uma agressão, que não provocou, por parte de cinco monarquias e ditaduras árabes; e tem sido vítima de uma guerra árabe que se prolonga ininterruptamente há cerca de sessenta anos porque os Estados árabes se recusam a fazer a paz. No entanto, Israel é o alvo permanente de quem diz desejar "a paz".
Israel é vítima de ataques terroristas, como os dos bombistas suicidas que, juntamente com os judeus que eles querem aniquilar, matam igualmente mulheres e crianças palestinianas. No entanto, Israel é o alvo permanente de quem diz defender a humanidade e um futuro "livre".Como é isto possível? Como pode o mal vestir-se com a toga da justiça? Como pode uma guerra de genocídio para destruir um povo democrático ser desculpada como luta pela "libertação nacional"? E, no entanto, eles fazem-no – através da criação de mitos políticos que racionalizam a agressão e justificam a guerra contra populações civis.
No romance de George Orwell, 1984, o Ministro da Verdade do Estado totalitário proclama: "O Conhecimento é Ignorância, a Liberdade é Escravidão".
A natureza do cinismo político não muda, o seu fito é sempre o mesmo: a obliteração da memória histórica, ao serviço do poder. "O combate do homem contra o poder", escreveu o autor checo Milan Kundera, "é o combate da memória contra o esquecimento". Só a reposição da memória pode destruir os mitos totalitários e tornar o homem livre.
O texto de David Meir-Levi recupera a memória dos factos que estão no cerne do conflito no Médio Oriente. Estes factos são cruciais, não apenas para a reposição da história que a política obscureceu, mas também para a sobrevivência de um povo que vive no pesadelo da sua própria destruição.» David Horowitz

A MÁSCARA

Este fim-de-semana pensei que era o último da minha vida. Tive um AIT, ou qualquer coisa parecido. Vejam lá o susto que eu apanhei! Não tanto pelo AIT, mas uma outra situação no hospital onde dei entrada e onde permaneci deitado por longas hora deitado numa maca naqueles longos corredores, sabem do que estou a falar!
Qual é o meu espanto quando ouço duas enfermeiras mesmo ali, ao pé de mim. Os doentes deitados naquelas macas, abandonados nos corredores, ficam esquecidos. Elas falam entre elas do susto que apanharam ao ter dado entrada nas Urgências um caso suspeito de H1N1. Ao ouvir isto fiquei deveras assustado, e disse às enfermeiras para tratarem com urgência da minha saída, enfim, deram-se conta que um ser vivo estava ali a ouvir a conversa delas. Afastaram-se confusas, voltam algum tempo mais tarde a sorrir e a dizer que era uma brincadeira. Esgueiraram-se num daqueles departamentos de medicina, ortopedia, etc., a gente não entende nada daquilo. Mas nós os “abandonados dos corredores” não somos parvos e percebemos muito bem quando querem fazer de nós tolos!
Passou-se mais algum tempo, ali numa daquelas portas, surgem dois médicos, a gente sabe que eles são médicos porque andam constantemente com um estetoscópio atravessado ao pescoço ou então nos bolsos mas claramente evidenciados, é para sabermos que são doutores. Qual é o meu espanto quando os ouço a falarem “no caso” do H1N1 que tinha dado entrada lá no Hospital. Grito espavorido: "Meus amigos - eu que não sou de meias palavras - tirem-me daqui para fora ou senão eu punha-me a milhas". Viraram as costas “a disfarçar”, não se tinham dado conta que estava ali um “abandonado dos corredores”. Passados alguns instantes voltaram e dirigiram-se a mim dizendo que não tinha sido nada, “nada de especial”. Pedi-lhes uma máscara.
Esbugalharam os olhos e disseram: “Pois é, uma máscara”. Eles começaram a andar de máscara, mas eu era um “abandonado dos corredores” não tive direito a máscara.
Será que todos estamos condenados a andar de MASCARA ou só alguns é que terão direita à máscara?
Por mim, depois de algumas dificuldades sem máscara, lá escapolirme do hospital, disse de mim para mim, “fogo! vai-te AIT e saia um AVC”. Não há máscaras para os abandonados dos corredores! É mais ou menos assim: Salve-se quem puder porque não há máscara, bom, isto são rumores do fim, ou não são?

11 de junho de 2009

A PRIMEIRA EPIDEMIA GLOBAL DE GRIPE EM 41 ANOS



Genebra, 11 Jun (Lusa) - A Organização Mundial de Saúde (OMS) informou hoje que declarou uma pandemia de gripe A H1N1 - a primeira epidemia global de gripe em 41 anos -, quando as infecções sobem nos Estados Unidos, Europa, Austrália, América do Sul e noutros locais.
Lusa
16:17 Quinta-feira, 11 de Jun de 2009