3 de junho de 2009

OS MAIS GRAVES ACIDENTES DA AVIAÇÃO CIVIL

2009-06-01
No dia do desaparecimento sobre o Oceano Atlântico de um Airbus A330 da Air France com 228 pessoas a bordo, eis a lista das mais graves acidentes da aviação civil.
A maior catástrofe de sempre da aviação civil em número de mortes ocorreu, em 1977, nas Canárias: 583 mortos.
27 de Março de 1977: Canárias - Colisão entre dois Boeing 747 no aeroporto de Tenerife fez 583 mortos.
25 de Maio de 1979: Estados Unidos - DC10 da American Airlines despenhou-se após a descolagem em Chicago, fazendo 273 mortos.
19 de Agosto de 1980: Arábia Saudita - 300 mortos no incêndio de um Tristar saudita no aeroporto de Riade.
12 de Agosto de 1985: Japão - Um Boeing 747 da Japan Airlines despenhou-se entre Tóquio e Osaka fazendo 520 mortos.
12 de Dezembro de 1985: Canadá - um DC-8 da Arrow Airlines despenhou-se à partida do aeroporto de Gandar (Terra Nova) fazendo 256 mortos.
11 de Julho de 1991: Arábia Saudita - Um DC-8 da companhia canadiana Nationair explodiu pouco após a descolagem do aeroporto de Jeddah, matando 261 pessoas.
26 de Abril de 1994: Japão - Um Airbus A300-600 da companhia China Airlines, de Taiwan, despenhou-se no aeroporto de Nagoya (centro) fazendo 264 mortos.
08 de Janeiro de 1996: Zaire - Um avião de carga Antonov-32 despenhou-se sobre um mercado do centro de Kinshasa fazendo mais de 300 mortos.
12 de Novembro de 1996: Índia - Colisão em voo em Nova Deli de um Boeing 747 saudita e um Ilyuchin-76 cazaque provoca 349 mortos.
26 de Setembro de 1997: Indonésia - Um Airbus A300 da companhia indonésia Garuda despenhou-se no norte de Samatra, aparentemente devido a fogos florestais, causando 234 mortos.
31 de Outubro de 1999: Estados Unidos - Um Boeing 767 da companhia egípcia Egyptair desapareceu ao largo da costa dos Estados Unidos com 217 pessoas a bordo.
12 de Novembro de 2001: Estados Unidos - Um Airbus A300 da American Airlines despenhou-se após a descolagem sobre o bairro nova-iorquino de Queens fazendo 265 mortos.
25 de Maio de 2002: Taiwan - Um Boeing 747-200 da companhia China Airlines, de Taiwan, despenhou-se no mar, provocando a morte a 225 pessoas.
19 de Fevereiro de 2003: Irão - Um avião militar iraniano Iliuchin despenhou-se no sudeste do Irão matando 275 pessoas.
18 de Julho de 2007: Brasil - Um Airbus A320 da companhia TAM despenhou-se contra um edifício no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, fazendo 200 mortos.

DESTROÇOS DO VOO 447 - AIR FRANCE

Navios recolhem destroços de avião da Air France
03 Junho '09


Brasília confirmou que os destroços encontrados no Atlântico, a mais de mil quilómetros da costa, pertencem ao voo AF 447 ECPAD, EPA
Um navio de patrulha, uma fragata e uma corveta da Armada brasileira asseguram hoje a missão de recolha dos destroços do voo Air France 447 encontrados a 400 milhas (740 quilómetros) a nordeste do arquipélago de Fernando de Noronha. As autoridades francesas, que vão conduzir as investigações ao desastre aéreo, destacaram para o local o navio de exploração submarina "Pourquoi Pas".
A primeira esteira de destroços do Airbus A-330, com cinco quilómetros de extensão, foi detectada na terça-feira por um dos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) envolvidos nas operações de busca. Os dados recolhidos pelo radar do Embraer R-99 seriam mais tarde confirmados pela tripulação de um Hércules C-130. Ao início da noite, o ministro brasileiro da Defesa, Nelson Jobim, vinha a público para dizer que não restava "qualquer dúvida" de que os materiais avistados pela FAB pertenciam ao avião da Air France.
Os cinco mil metros de destroços, assinalava ontem o governante brasileiro, foram "suficientes" para a identificação do aparelho. Isto porque "não há como supor que a maré tenha reunido cinco quilómetros de material trazido da praia".
O Estado-Maior das Forças Armadas francesas admitiu esta quarta-feira que deixou de haver espaço para dúvidas quanto à identificação dos destroços encontrados no Oceano Atlântico. A posição das chefias militares de Paris foi deixada à agência France Presse pelo capitão da Armada Christophe Prazuck: "Apesar de a confirmação formal ainda não ter sido obtida, recuperando os destroços e efectuando uma análise técnica, a dúvida deixou de ser permitida".
Navio francês procura caixas negras
Nas últimas horas, um aparelho Atlantique 2 sobrevoou a faixa de destroços encontrada a um milhar de quilómetros da costa continental do Brasil e a cerca de dois mil quilómetros da linha costeira do Senegal.
Um avião AWACS da Força Aérea francesa vai agora acertar as coordenadas dos destroços para facilitar o trabalho de um navio de exploração entretanto destacado por Paris. Equipado com dois robôs submarinos, o "Pourquoi Pas" vai tentar recuperar as caixas negras do Airbus A-330, que poderão estar submersas a milhares de metros de profundidade. Em teoria, aqueles mecanismos estão preparados para emitir durante um mês um sinal de localização até seis mil metros de profundidade.
"A caixa negra não bóia. Teremos que fazer a busca. Estando a grande profundidade, haverá grande dificuldade para encontrá-la", reconheceu o ministro brasileiro da Defesa. As caixas, indicou Nelson Jobim, podem jazer a uma "profundidade que varia entre os dois mil e os três mil metros".
A missão de recolha dos destroços foi confiada a três vasos da Armada do Brasil, que se juntam a outros três navios mercantes desviados para as buscas. Ao longo de mais de 24 horas, as operações foram partilhadas por meios aéreos e navais de Brasil, França, Estados Unidos e Espanha. A base foi montada no pequeno aeroporto da estância turística de Fernando de Noronha, agora ocupado por helicópteros Black Hawk e aviões da FAB.
Investigadores franceses no Brasil
Caberá agora às autoridades francesas conduzirem as investigações sobre as causas do desastre do avião da Air France. Dois peritos franceses encontram-se no Brasil para assegurar as primeiras análises, em coordenação com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos daquele país.
As autoridades francesas colocam a ênfase na necessidade de encarar com prudência as primeiras explicações para o desaparecimento do voo AF 447. Designadamente a tese de uma sequência de avarias eléctricas provocada por condições climatéricas adversas - a última comunicação automática do aparelho para a sede da Air France, a dar conta de um problema eléctrico, foi efectuada numa zona perigosa de convergência entre massas de ar dos hemisférios Norte e Sul.
Diante do Parlamento, em Paris, o primeiro-ministro francês, François Fillon, frisou que por ora "nenhuma hipótese está a ser privilegiada".
Para lá dos radares
O avião da Air France desapareceu na noite de domingo para segunda-feira com 216 passageiros e 12 membros da tripulação a bordo. O voo AF 447 cumpria a ligação entre o Aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro, e o Aeroporto de Roissy-Charles de Gaulle, em Paris.
O último contacto do Airbus foi efectuado mais de três horas após a descolagem, que teve lugar às 19h00 (23h00 em Lisboa). Ao cabo de quatro horas de voo, quando já se encontrava a centenas de quilómetros do raio de alcance da estação de radar mais próxima, o avião terá sido sacudido por turbulência. Cerca de 14 minutos depois, foi emitida uma mensagem automática para a sede da transportadora francesa a reportar uma avaria eléctrica. Foi então que o aparelho deixou de transmitir dados.
O Governo do Brasil já decretou três dias de luto nacional para homenagear as vítimas do desastre do voo Air France 447.

22 de maio de 2009

OS TRÊS SEGREDOS DE FÁTIMA

1- O primeiro dizia respeito à imagem do inferno exibida às crianças que viram a Virgem (e a informação de que elas morreriam).

2. O segundo anunciava, 22 anos antes, a eclosão da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), além do fim da Primeira Guerra (1914-1918). Maria teria pedido ainda devoção, especialmente por parte da Rússia. A mãe de Jesus Cristo teria dito às crianças que a Rússia, prestes a transformar-se na União Soviética, 'espalharia muitos erros' pelo mundo e que os papas sofreriam muito por causa disso, mas a igreja venceria, por fim, a Rússia e os países muçulmanos prestariam culto ao sagrado coração de Maria.
3. O terceiro, revelado no último dia 13 de Maio, falava de um papa a cambalear. A Igreja Católica traduziu esta mensagem como sendo a tentativa frustrada de assassínio contra o papa João Paulo 2º, a13 de Maio de 1981. Presentemente alguns teólogos católicos atribuem este “cambalear” ao papa Bento XVI, pelas suas incoerentes afirmações.

A IGREJA CATÓLICA ROMANA, NÃO FOI E NÃO FAZ APOLOGIA DA PEDOFILIA

Estes dois casos que encheram páginas de jornais não passam de "acidentes" graves, no entanto, não se deve confundir a parte pelo todo.
Mais de 780 crianças foram molestadas por padres e funcionários de arquidiocese de BostonFox Butterfield DE BOSTON, Estados UnidosDesde 1940, 789 crianças, pelo menos, foram molestadas sexualmente por 250 padres e outros funcionários da arquidiocese Católica Romana de Boston.
A conclusão é da investigação do promotor geral de Massachusetts, divulgada na quarta-feira (23/07).O promotor-geral, Thomas F. Reilly, católico, descreveu o escândalo de abuso sexual no clero que abalou Boston desde o início de 2002 como "a maior tragédia de crianças na história do país".Reilly culpou a liderança da arquidiocese de Boston pelo escândalo. Além do cardeal Bernard M. Law, que renunciou, sob pressão, em dezembro último, Reilly culpou também uma série de assessores do cardeal. Muitos desses se tornaram bispos em outras cidades do país, como Thomas Daily, hoje bispo de Brooklyn."Quando tiveram que escolher entre proteger as crianças e proteger a Igreja, escolheram o sigilo, para proteger a Igreja", disse Reilly em conferência com a imprensa. "Eles sacrificaram as crianças por muitos e muitos anos."Reilly disse que existia dentro da arquidiocese "uma cultura institucional" de segredo, que levou os líderes a proteger os padres e a Igreja, em vez de investigar as acusações de abuso sexual das crianças.O documento de 76 páginas oferece o relato mais completo até hoje do escândalo de abuso sexual do clero em Boston. Ele se baseou na revisão de 30.000 páginas de documentos da Igreja e 100 horas de testemunhos diante de um grande júri. O número de vítimas incluiu somente pessoas que delataram os abusos à arquidiocese, disse Reilly. No entanto, ele disse: "Não tenho absolutamente nenhuma dúvida de que o número é muito maior", já que muitas vítimas não puderam ou não quiseram relatar o que lhes aconteceu.Assim, disse o relatório, o número real de vítimas "provavelmente excede 1.000". Não há uma contagem oficial do número de vítimas. As melhores estimativas vêm do número de processos legais por abuso sexual contra a arquidiocese, que atualmente chegam a quase 600. No entanto, Mitchell Garabedian, que representa 114 litigantes, disse acreditar que o número de vítimas em todos esses anos seja de "milhares".

Irlanda: pedofilia assombra Igreja Católica
Jornal do Brasil

DA REDAÇÃO – Milhares de crianças sofreram abusos sexuais sistemáticos em orfanatos, escolas e reformatórios dirigidos pela Igreja Católica na Irlanda, revela uma investigação de quase 10 anos divulgada quarta-feira em Dublin. De acordo com a minuciosa pesquisa, os abusos em instituições católicas para crianças irlandesas foram “endémicos” entre 1930 e 1990.
“As autoridades religiosas sabiam que os abusos sexuais eram um problema persistente nas organizações religiosas masculinas”, acusa o documento.
O relatório final de 2.600 páginas, elaborado pela Comissão de Investigação Sobre Abusos às Crianças, foi divulgado pelo juiz Sean Ryan da Alta Corte. Segundo o texto, mais de 30 mil crianças consideradas criminosas ou vindas de famílias “não funcionais” – o que inclui mães solteiras – foram enviadas para a rede de escolas, reformatórios, orfanatos e abrigos no início da década de 1930 até os anos 1990, quando a última destas instituições foi fechada.
A comissão ouviu os depoimentos de milhares de pessoas, actualmente com idades entre 50 e 70 anos, que estudaram em mais de 250 instituições dirigidas pela Igreja. O relatório afirma que as crianças eram molestadas e abusadas nas escolas para garotos, dirigidas pela ordem dos Irmãos Cristãos, e que os supervisores aplicavam regras que aumentavam o risco deste tipo de crime.
As instituições para garotas, chefiadas pelas Irmãs da Misericórdia, registaram menos casos de abusos sexuais, mas foram frequentes as denúncias de humilhação para que se sentissem desvalorizadas.
“Em algumas escolas, um ritual de espancamento das garotas era rotineiro. As garotas apanhavam com equipamentos desenhados para maximizar a dor e eram atingidas em todas as partes do corpo. Denegrir a pessoa e a família era um hábito amplamente difundido”, relata o documento.
Enquanto as vítimas pediram durante anos que suas experiências fossem reveladas para que outras crianças irlandesas não sofressem mais com tal tratamento, a Igreja Católica tentou repetidamente impedir a publicação do relatório. Autoridades religiosas do país rejeitaram as alegações como exageros e mentiras e testemunharam à comissão dizendo que a responsabilidade pelos abusos é de pessoas falecidas há anos.
O documento divulgado afirma ainda que as crianças que sofriam os abusos não tinham como denunciar o fato de maneira segura às autoridades, principalmente os abusos sexuais de funcionários da Igreja e outros colegas de instituições para garotos.
Vergonha
O mais alto dirigente da Igreja Católica da Irlanda, o cardeal Sean Brady, disse estar “profundamente envergonhado” com a publicação do informe. Brady classificou o texto como “um catálogo vergonhoso de crueldade, abandono, abusos físicos, sexuais e emocionais” que revela “grandes danos causados aos mais vulneráveis de nossa sociedade”.
– O relatório ilumina um período obscuro do passado. A publicação deste extenso documento e análise é um passo bem-vindo e importante para estabelecer a verdade; dar justiça às vítimas e assegurar que um abuso como esse não volte a acontecer – declarou Brady.
O relatório propõe 21 maneiras de as instituições católicas reconhecerem seus erros, incluindo a construção de um memorial permanente, fornecimento de acompanhamento social e médico, e educação às vítimas, além de maior protecção às crianças irlandesas.
O governo irlandês já criou um sistema de compensação no qual pagou a 12 mil vítimas de abuso uma média de US$ 90 mil, na condição de os indivíduos abrirem mão do direito de processar a Igreja e o Estado. No entanto, cerca de 2 mil reclamações continuam em aberto. Outras centenas de vítimas rejeitaram a condição imposta e levaram seus agressores, e os funcionários da Igreja à Corte.
No entanto, as descobertas do relatório não serão usadas para processos criminais porque os Irmãos Cristãos conseguiram processar a comissão em 2004 para que mantivesse a identidade de seus membros em sigilo. Deste modo, nenhum nome real – seja de vítimas ou de perpetradores dos abusos – aparece no documento.
– Estou indignado, amargurado e decepcionado – afirmou uma das vítimas, John Walsh. – Estes não eram orfanatos, eram gulags (campo de trabalhos forçados da antiga União Soviética). Eu não me chamava John. Era apenas o número 253.
21:51 - 20/05/2009
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20 de maio de 2009

QUE HORAS SÃO NO TEMPO PROFÉTICO

Mateus 24 é citado frequentemente para explicar os eventos actuais. Muitas pessoas sugerem que as notícias de hoje foram preditas por Cristo, para nos falar da sua volta. De acordo com tais interpretações deste texto, cada terramoto ou outro desastre natural, e cada conflito entre nações ou ameaça de guerra, em qualquer canto do mundo, é mais uma prova de que Jesus estará voltando logo.
Estará a profecia de Mateus 24 a cumprir-se nos nossos dias? Para entender este texto, precisamos lê-lo cuidadosamente e, com mente aberta, pondo de lado as nossas ideias preconcebidas e o sensacionalismo dos modernos "especialistas em profecias." Neste artigo vamos reter os pontos fundamentais das palavras de Jesus em Mateus 24 e 25.
O Ambiente e as Circunstâncias
Jesus estava em Jerusalém, era a última semana do seu ministério terrestre. Os chefes judeus já O tinham posto em causa a Sua autoridade como Filho de Deus, mas sem sucesso. Frustrados, começaram a planear a sua morte. Jesus lamentava a infidelidade daqueles que residiam na "Cidade Santa" (Mateus 23:37-39).
A Profecia Relativa à Destruição do Templo (Mateus 24:1-3)
Quando Cristo saia do templo, predisse que ele seria totalmente destruído: "Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada" (24:2). Os apóstolos perguntaram sobre esta profecia:" Diz-nos quando acontecerão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século" (24:3).
A Resposta de Jesus (Mateus 24:4-39)
É possível que os apóstolos tenham concluído que a destruição do templo e o fim do mundo aconteceriam ao mesmo tempo, mas à pergunta dos discípulos, Jesus fez uma distinção entre estes dois (“aqui não ficará pedra sobre pedra” refere-se ao templo, a primeira parte da profecia, a segunda parte “consumação dos séculos ou dos tempos”). Podemos saber com certeza que os sinais mencionados nos versículos 4-33 não se referem às noticias do que se passa hoje, Jesus é claro no versículo 34: "Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça." Jesus referia-se à destruição do templo de Jerusalém, o que veio a acontecer no ano 70 d.C., pelo exército romano comandado pelo General Tito. Alguns daqueles que ouviram a profecia viveram para ver o seu cumprimento. Jesus esclareceu que os sinais que ele deu guerras, terramotos, falsos cristos, grande tribulação, etc. iriam acontecer durante a vida de alguns dos seus ouvintes.
Jesus disse que o templo seria destruído depois da vinda de falsos Cristos e de falsos profetas (24:4-5,11,23-26), e depois de terríveis calamidades (guerras, fomes e terramotos - 24:6-8). Ele também disse que haveria perseguição (24:9-10) e aumento de pecado (24:12-13), e que o evangelho seria pregado por todo o mundo (24:14), antes que Jerusalém chegasse ao seu fim. Deste modo, Jesus estava a dar algum conforto aos seus apóstolos, dizendo que a queda de Jerusalém não aconteceria imediatamente. Eles teriam tempo para cumprir a sua missão antes da destruição de Jerusalém.
Estas coisas aconteceram antes de 70 d.C. Sabemos que sim, porque Jesus disse que aconteceriam! Além desta profecia, a História fala-nos de catástrofes naturais, perseguições e guerras, nesse tempo. De maior importância do que a evidência histórica, podemos nos voltar para a própria Bíblia. O Novo Testamento fala do sofrimento da fome (Actos 11:27-30), de falsos profetas (2 Pedro 2) e da perseguição contra os fiéis (Actos 8:1-3; etc.). E, exactamente como Jesus predisse, os zelosos discípulos levaram o evangelho a todo o mundo. Alguns anos antes da destruição do templo, Paulo dizia que o evangelho ". . . foi pregado a toda criatura debaixo do céu" (Colossenses 1:23). Todas estas coisas tinham que acontecer antes da destruição do templo.
Na profecia de Mateus 24, Jesus também falou dos sinais que mostrariam aos discípulos alertas que o tempo da queda de Jerusalém tinha chegado. Ele falou especialmente do "abominável da desolação" (24:15). Aqui, ele usa a mesma linguagem que Daniel usava para falar dos exércitos gentios ao entrarem na cidade santa e no templo (veja Daniel 9:27; 11:31; 12:11).
A profecia paralela de Lucas 21:20-24 torna claro que este é o significado desta linguagem. Jesus advertiu os seus seguidores que estivessem prontos para fugir quando isto acontecesse. Ele disse que eles deveriam orar para que sua fuga não fosse complicada por mau tempo ou restrições do dia do sábado (24:20)
Ele também avisou que seria mais difícil para as mulheres grávidas e mães de crianças pequenas (24:19).
Para fixar sobre os seus ouvintes o significado deste terrível dia de destruição, Jesus usou linguagem como a que encontramos nas profecias do Velho Testamento, de total destruição de nações e povos. Quando lemos os versículos 29-31, dois pontos nos ajudam a perceber que Jesus ainda está a falar de Jerusalém, e não do fim do mundo:
Parábolas do Julgamento Final (Mateus 24:40 - 25:30)
Depois de falar de coisas que tinham que acontecer naquela geração (até os versículos 34-35), Jesus falou de sua segunda vinda, como algo que aconteceria no momento escolhido pelo Pai, porém não revelado a ninguém (24:36-39). Ele realça este ponto com uma série de parábolas que descrevem a sua segunda vinda. Estas parábolas todas enfatizam a importância de se estar preparado para a sua volta. Jesus falou dos trabalhadores no campo (24:40-42), do ladrão na noite (24:43-44), da diferença entre os servos bons e os maus (25:45-51), do contraste entre os tolos e os prudentes (25:1-13) e da importância de preparar-se para a volta do Mestre, como é explicado na parábola dos talentos (25:14-30).
Descrição do Julgamento Final (Mateus 25:31-46)
A parte final do capítulo 25 descreve o julgamento final, mostrando que Jesus se sentará no trono do julgamento, separando os servos desobedientes dos fiéis. Essa separação será final: "E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna" (Mateus 25:46).
Aplicação
Entre as muitas lições que podemos aprender, no estudo deste texto, é importante que lembremos duas:
1. O cuidadoso estudo dos textos bíblicos no seu contexto ajudam-nos a estar preparados, mas a não ser sensacionalistas.
2. Necessitamos estar sempre preparados para a volta de Cristo. Ele envia sinais, anunciando a sua volta. Esses sinais são muito importantes, mas Ele virá quando menos se espere. Assim, o melhor é viver um relacionamento íntimo e não um relacionamento de curiosidade.

REFLEXÃO BÍBLICA SOBRE OS RUMORES DO FIM.

CRISTIANISMO
Jesus Cristo, conforme registado nos Evangelhos de Mateus, capítulos 24 e 25, Marcos, capítulo 13 e Lucas, capítulo 21, teceu considerações extensas sobre aquilo que ensinou ser a sua próxima vinda ou advento bem como o fim do mundo. No entanto, afirmou que mais ninguém além de Deus sabia quando isso viria a acontecer. As palavras gregas syntéleia e aión que dão origem à expressão fim do mundo em algumas traduções da Bíblia, são no entanto vertidas por outras expressões por diferentes tradutores. Tomando como exemplo o versículo de Mateus 24:3, a versão Almeida, Versão Corrigida e Fiel, reza:
"E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?"
Alguns exemplos da tradução de αιών (aión) em outras traduções bíblicas são:
"fim do mundo" – Bíblia Sagrada, Missionários da Difusora Bíblica Fransciscanos Capuchinhos, 2002
"fim do mundo" – Redação IntraText - Bíblia Pastoral da Editora São Paulo, 1993
"fim do mundo" – Bíblia Ave Maria
"fim do mundo" – Almeida, Versão Revista e Corrigida
"consumação do século" – Almeida, Versão Revista e Atualizada
Alguns cristãos no Século I d.C. acreditavam que o fim do mundo ou das eras, como consequência da segunda vinda de Cristo, ocorreria durante as suas vidas. À base dos conselhos que o Apóstolo Paulo deu aos cristãos em Tessalónica, percebe-se que alguns argumentavam que a volta de Jesus era iminente e que tais especuladores pregavam activamente essa sua teoria. Parece que alguns até mesmo usavam isso como desculpa para não trabalhar para o seu próprio sustento. O Apóstolo Paulo alertou então:
"Agora, irmãos, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e ao nosso encontro com ele, pedimos a vocês o seguinte: não se deixem perturbar tão facilmente! Nem se assustem, como se o Dia do Senhor estivesse para chegar logo, mesmo que isso esteja sendo veiculado por alguma suposta inspiração, palavra, ou carta atribuída a nós." (2 Tessalonicenses 2:1,2) - Redacção IntraText - Bíblia Pastoral da Editora São Paulo, 1993
No entanto, alguns anos mais tarde, a carta atribuída ao Apóstolo Pedro, continha o seguinte alerta:
"Amados, esta é, agora, a segunda epístola que vos escrevo; em ambas, procuro despertar com lembranças a vossa mente esclarecida, para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos, tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação." (2 Pedro 3:1-4) – Almeida, Versão Revista e Actualizada
As palavras concludentes do último livro da Bíblia, Revelação ou Apocalipse, expressam a esperança cristã da vinda de Cristo e da consequente consumação dos tempos, com as seguintes palavras:
"Aquele que atesta essas coisas, diz: 'Sim! Venho muito em breve.' Amém! Vem, Senhor Jesus!" (Apocalipse 22:20) - Bíblia de Jerusalém, nova edição revista e ampliada, 2002
Com base nesta esperança do segundo advento de Jesus Cristo, a IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA, está animada na breve vinda de Jesus, “o dia e a hora ninguém sabe…”, mas Jesus deixou sinais que batem todos os dias no Mundo como avisos a chamar para esse grande EVENTO.
EXORTO cada um a procurar os temas nestes blogues sobre a VINDA DE JESUS. Esta é uma hora fantástica de nos prepararmos para estar com Jesus, Ele espera por você!

15 de maio de 2009

A ÚLTIMA CONSPIRAÇÃO

Qual é a definição de "Conspiração"?
1) Acto ou efeito de conspirar; maquinação.
2) Trama ou conluio secreto. Dicionário Barsa da Língua PortuguesaHá, então, alguma descrição profética sobre a crise final como sendo resultado de uma "trama secreta"? "Aproximamo-nos da mais importante crise que já sobreveio ao mundo... Satanás está preparando para agir secretamente por meio de instrumentos humanas". EGW, Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 414.
Existe alguma semelhança com a estratégia adoptada na "primeira crise" lá no céu?"A sua [de Lúcifer] obra de engano foi efectuada com tão grande sigilo que os anjos em posições menos elevadas supuseram que ele era o Governante do Céu". EGW, Este Dia com Deus, p. 254 (MM 1980)."
A acção subversiva [de Lúcifer] foi tão subtil que não apareceu diante dos seres celestiais do modo como em realidade era... Tal estado de coisas persistiu por longo tempo antes de Satanás ser desmascarado". EGW, A Verdade Sobre os Anjos, p. 40.
Encontramos algum outro paralelo histórico desta estratégia? "Os homens de Babel [Torre] tinham-se decidido a estabelecer um governo que fosse independente de Deus. Alguns houve entre eles, entretanto, que temiam ao Senhor, mas tinham sido enganados pelas pretensões dos ímpios, e arrastados aos seus desígnios. Por amor a estes fiéis, o Senhor retardou os Seus juízos, e deu ao povo tempo para revelar o seu verdadeiro carácter". EGW, Patriarcas e Profetas, p. 122.
Há evidências actuais que apontam para o cumprimento desta profecia?
"No início da década de 60, durante a administração Kennedy, foi reivindicado que um grupo de 15 cientistas, nos seus vários campos, fosse reunido para produzir um relatório sobre maneiras de controlar a população e centralizar o poder sem o uso de guerras. Ele ficou conhecido como o Relatório da Montanha de Ferro. Duas das recomendações para centralizar o poder foram: uma ameaça para o meio ambiente global e uma ameaça de uma invasão extraterrestre..." (Leia mais - Leia também aqui)
Como harmonizar esse assunto com a soberania de Deus?
"Pois do Senhor é o reino, é ele quem governa as nações" (Sal 22:28)." Ele, em seu poder, governa eternamente; os seus olhos vigiam as nações" (Sl 66:7)."As rodas [Ezeq. 1:15-26; 10:8] eram de um arranjo tão complicado, que à primeira vista pareciam uma confusão; não obstante elas se moviam em perfeita harmonia. Seres celestiais, sustentados e guiados pela mão sob as asas dos querubins, estavam impelindo essas rodas; acima deles, sobre o trono de safira, estava o Eterno; e ao redor do trono havia um arco-íris, símbolo da divina misericórdia. Assim como as rodas com aparência tão complicada estavam sob a guia da mão por baixo das asas dos querubins, também o complicado jogo dos eventos humanos está sob divino controlo. Em meio a lutas e tumultos das nações, Aquele que Se assenta sobre querubins ainda guia os negócios da Terra". EGW, Profetas e Reis, p. 535, 536.
"Estudou [Satanás] os segredos dos laboratórios da Natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus ". EGW, O Grande Conflito, p. 589.
"Ao se afastarem os homens cada vez mais de Deus, Satanás recebe permissão para dominar sobre os filhos da desobediência. Ele lança a destruição entre os homens. Há calamidades em terra e mar. Propriedades e vidas são destruídas pelo fogo e por inundações. Satanás resolve atribuir isto aos que recusam curvar-se ante o ídolo estabelecido por ele. Seus agentes apontam para os adventistas do sétimo dia como a causa da perturbação. 'Estas pessoas se insurgem em desafio à lei', dizem eles. 'Elas profanam o domingo. Se fossem compelidas a obedecer à lei para a observância do domingo, cessariam estes terríveis juízos'". EGW, Maranata - O Senhor Vem!, p. 174 (MM 1977).